Sobre homens: temos o poder de escolha!

Sou livre e mulher o suficiente para se precisar, apoiar quem eu quiser que esteja ao meu lado

Postado dia 22/10/2015 às 12:12 por Sociedade Pública

bolina

Eu sou mulher. E MULHER pra caramba, sem medo da arrogância que possa recair sobre essas palavras.

Desde pequena fui EDUCADA. Ou seja, cuidada por uma família estruturada que deu valor à educação e à minha condição de mulher para que na vida eu viesse a ter opções de escolha.

Dos 42 anos de idade que tenho hoje, passei 38 dentro de escolas.

Meus pais me deram a chance de conhecer a música, a dança, as línguas, de escolher a minha profissão, abraçar a minha vocação e me aprofundar por meio de Lato Sensu, Stricto Sensu, MBA, naquilo que escolhi como profissão.

Sou privilegiada. E muito, pois com o que os meus pais me deram, com a educação que me proporcionaram, me tornaram uma mulher…

Uma mulher livre da necessidade de depender de um homem, livre da necessidade de me casar e ter uma família certinha, livre para engravidar no momento em que eu decidir e não porque aconteceu… Livre para não engravidar do namoradinho e enveredar por uma vida de infelicidade diante de dependências e falta de opções. Livre para ganhar salário e comprar o que quiser, me endividar como quiser. Livre para ser dona do meu carro próprio, da minha conta bancária, do meu cartão, do meu talão de cheques e das minhas dívidas…

Livre para não depender de homem algum. Livre para escolher o homem com que quero ficar e não com o que me convier.

Sou livre e mulher o suficiente para se precisar, apoiar quem eu quiser que esteja ao meu lado.
Sou mulher do tipo que se quiser fazer e acontecer, banca! (Mas que treme de medo ao pensar que as coisas podem não dar certo!).

Sou mulher do tipo que não precisa de nada que não me pertença. (Mas que tem coragem de pedir emprestado se de fato precisar de uma força aqui ou acolá).

Sou mulher de realizações, de conquistas. (Mas de muito suor, lágrimas e insônia também).

Eu posso, faço e aconteço. Sou provedora se preciso for. Não dependo dos homens para a satisfação dos meus prazeres materiais. (Mas fico bem felizinha por ter um ombro no qual me aninhar, mãos a me afagar e abraços dentro dos quais eu possa ser a mais frágil e indefesa das criaturas).

E vocês, novinhas? Já começaram a se mexer nesta vida? Todos os dias já é tarde para começar a trabalhar em benefício de nós mesmas.

E você, cara colega, loba da meia idade? Vai ter coragem de continuar acomodada? Liberte-se! Ainda dá tempo de refazer suas escolhas.

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