A saúde pública vai mal, a da sociedade pior!

O nosso corpo tem limitações características da espécie humana que diferem de pessoa para pessoa. Essas limitações quando são excedidas podem nos lesionar.

Postado dia 03/03/2016 às 07:30 por Renato Faury

saúde

foto: Divulgação/Internet

Para mantermos a saúde, a alimentação deve ser equilibrada, praticar atividade física regular e cultivar pensamentos saudáveis.

 Os maus hábitos e o ambiente insalubre e desarmônico em que transformamos as habitações, o trabalho, as diversões e a vida, causam enfermidades e aborrecimentos.

Instabilidade, insegurança, estresse, preocupações, etc. quando não são evitados ou eliminados podem provocar dores, gastrites e enfermidades mais graves.

 O que leva o homem a contrair doenças é viver divorciado das leis da natureza, as quais trocou por um estado de civilização, do qual dificilmente se livrará.

 Ingerimos uma enorme quantidade de toxinas e de produtos nocivos para a saúde como agrotóxicos, metais pesados, aditivos alimentares sintéticos e transgênicos, que podem interferir no metabolismo.

O enfraquecimento biológico e energético é favorecido pela nossa vida artificial e hábitos insalubres. Os maus hábitos alimentares causam doenças que são tratadas ou com paliativos ou de forma equivocada por serem de causa desconhecida.

O meio ambiente alterado é uma das principais causas das enfermidades. A nossa saúde pode ser afetada pela alimentação industrializada, pelo estresse, poluição, vida sedentária, etc. causando a maioria das doenças e alterações genéticas.

São agentes que agridem, modificam, intoxicam, interferem, desmineralizam, degeneram, terminando por favorecer ou induzir a condições anormais que levam ao surgimento de enfermidades.

 O organismo humano saudável tem a capacidade natural de combater as infecções. Já os antibióticos artificiais devem ser cada vez mais poderosos porque os micróbios evoluem rapidamente, desenvolvendo resistência a eles. Embora mais poderosos, trazem também efeitos colaterais negativos ao organismo.

 O calor pode levar ao aumento da temperatura do corpo e da frequência cardíaca, além de provocar pressão baixa. Atenção aos sinais de desidratação: tontura, vertigem, formigamento e cansaço excessivo.

Prefira a água a outros líquidos para reidratar. Usar tênis nas corridas e caminhadas. Praticar exercícios físicos exige cuidados preparatórios. Conheça as suas próprias limitações.

O atleta de fim de semana deve evitar o horário de maior intensidade do sol; se sentir cansaço, diminuir a intensidade do exercício ou descansar.

No calor usar roupas leves, principalmente de algodão, pois o suor em excesso pode favorecer o aparecimento de doenças.

 Dar preferência aos tecidos finos e claros, usar boné ou chapéu e evitar sapatos apertados. Mesmo os atletas profissionais, que se dedicam a um treinamento “avançado”, excedendo os seus limites físicos, tomando “vitaminas” e “nutrientes”, pagam um alto preço pelos excessos.

É enganoso acreditar que para perder peso rapidamente se pode aumentar o ritmo da atividade física. Isso apenas sobrecarrega o coração e não emagrece como o desejado, porque as pessoas se cansam e não conseguem terminar o exercício; além de que o corpo necessita de energia imediata (dos carboidratos) para queimar.

Sabemos que muitos atletas e ex-atletas tem problemas cardíacos, em função dos excessos, pois não se pode ir contra a natureza impunemente.

Retirado do livro: “O AMBIENTE HUMANO” edição de 2007 do mesmo autor:

 

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Sobre o Autor

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Renato Faury

Engenheiro civil pós graduado em Engenharia Ecológica, e Assessor do meio ambiente do LIONS Internacional Governadoria LC-5

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