Reinventar!

Reinventar é preciso! Os anos passam e as novas tendências levam a sociedade para mudanças inevitáveis

Postado dia 15/02/2016 às 00:00 por Fernando Muniz

 

reinventar

Foto: Divulgação/Internet

Um fato curioso e brilhante vem me chamando atenção: algumas atividades vistas como ultrapassadas e fora de moda estão voltando a todo vapor! Dentre elas destaco duas que são apaixonantes, escutar um belo disco de vinil e ler um bom livro.

A necessidade de mudança é constante em todas as atividades e, às vezes, o “reinventar” significa resgatar velhos hábitos e não criar algo totalmente inovador. Uma prova disso é a escrita; em um passado não tão distante as cartas foram deixadas em segundo plano e a telefonia assumiu um papel importante na comunicação das pessoas em longa distância. Então a linguagem fonética passou a ser mais utilizada entre as pessoas que ao simples toque do celular se conectam e passam a conversar.

Com a evolução tecnológica, de forma tímida e coloquial a linguagem escrita voltou a ser protagonista de nossa comunicação diária, seja através dos e-mails ou aplicativos de mensagens instantâneas tal como o whatsapp, enviar um recado, uma mensagem ou até mesmo discutir uma relação amorosa ou profissional se tornou muito mais rápido por meio de uma mensagem em vez de uma ligação fonética.

Isso prova que vivemos em uma grande roda, onde de tempos em tempos somos obrigados a nos reinventar simplesmente reproduzindo algum hábito do passado, de modo a “criar” algo novo! Quem diria que no auge da tecnologia iríamos ver crianças devorando livros best-sellers, como a história do bruxo Harry Potter, ou voltando a colorir livros com figuras emblemáticas.

Aproveitando o início de um novo ano, acredito que a palavra de ordem seja essa, reinventar, acreditar em algo novo, ficar de peito aberto para novas experiências e reviver experiências ótimas como o nosso bom e velho amigo, o disco de vinil. Acreditar nos versos de Belchior famosos na voz de Elis “que o novo sempre vem”, sem nos esquecer de que “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”.

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Sobre o Autor

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Fernando Muniz

Atua como advogado, e é membro do Primeiro Conselho Municipal da Juventude de Mogi das Cruzes.

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