Puberdade, sinapses e muita inspiração: Divertida Mente

A árdua tarefa de crescer e a última fronteira no trabalho mais brilhante da Pixar

Postado dia 26/01/2016 às 00:00 por Guillermo Gumucio

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Não é possível ignorar o potencial financeiro das sequências e refilmagens em Hollywood. Apenas nos Estados Unidos, dos 50 filmes de maior bilheteria em 2015, 23 fazem parte de alguma franquia (Guerra nas Estrelas: O Despertar da Força, maior bilheteria do ano; Jurassic World na 2ª colocação; Os Vingadores: Era de Ultron na 3ª colocação; Velozes e Furiosos 7 na 5ª posição do ranking; Jogos Vorazes: A Esperança – Parte Final na 7ª colocação) ou são refilmagens (Cinderella na 9ª posição do ranking; Quarteto Fantástico na 50ª colocação). As adaptações cinematográficas de livros e histórias em quadrinhos são outro negócio muito lucrativo também, com os filmes de heróis da Marvel levando multidões aos cinemas e apostas seguras em best-sellers das livrarias, como Cinquenta Tons de Cinza (16ª melhor bilheteria de 2015) e outras nem tanto, mas que se apoiam em elenco conhecido do grande público, como Perdido em Marte com Matt Damon, Jessica Chastain e Kate Mara (8º maior bilheteria do ano nos EUA), ou Aliança do Crime com Johnny Depp e Kevin Bacon (47ª colocação no ranking) (Box Office Mojo, 2015).

Os motivos para que os estúdios não invistam em novas histórias, novos personagens, novos universos cinematográficos são todos meramente comerciais. Quanto maior a segurança do investimento, menor o risco. No caso do universo infanto-juvenil, entra a questão do merchandising no cálculo. Não vá achar que o Homem de Ferro tem uma armadura nova a cada filme porque o diretor de arte estava num dia especialmente inspirado ou o roteirista achou que uma mudança no figurino provocaria uma mudança interna significativa na evolução do personagem. Os chamados blockbusters operam por uma gramática muito bem definida, calcada em nomes de peso (o star system) e um determinado tipo de roteiro, aquele dissecado por Syd Field, que seria o menor denominador comum. Os executivos de Hollywood dominam a técnica há muito, e com o advento de novas tecnologias a tarefa se torna cada vez mais mecânica, com o fenômeno conhecido como Big Data modelando produções da Netflix e reorganizando roteiros de longas-metragens (Barnes, 2016).

Similarmente, o mercado brasileiro de massa não foge à tendência. Em 2015, as salas do país viram a estreia de Meu Passado me Condena 2 (dir. Julia Rezende), Qualquer Gato Vira-lata 2 e Até que a Sorte nos Separe 3 (ambos dirigidos por Roberto Santucci e Marcelo Antunez), Divã a 2 (dir. Paulo Fontenelle), Pequeno Dicionário Amoroso 2 (dir. Paulo Halm, Rita Toledo) , além de Vai que Cola – O Filme (dir. César Rodrigues), versão cinematográfica do seriado humorístico do canal Multishow da TV a cabo. Nos próximos meses são aguardados Carrossel 2, Minha Mãe é uma Peça 2, Cilada de Férias e outra adaptação de canal pago, 220 Volts – O Filme.

Há quem considere que Mad Max: Estrada da Fúria foi o grande destaque do cinema em 2015. De fato, em matéria de técnica, é difícil não ficar boquiaberto com a pirotecnia da produção (não é mera força de expressão, como atesta a presença do guitarrista flamejante), a velocidade frenética e grande eficiência da montagem, engenharia de som complexa e direção de arte que honra a trilogia original, mas o filme do diretor George Miller não é nada mais do que a obrigatória cena de perseguição de automóveis do gênero com duração estendida para o novo padrão de duas horas, praticamente sem interrupções. O que surpreende, na realidade, é como ninguém em Hollywood pensou nisso antes. A despeito do afã que o espectador pode ter de querer encontrar uma tese narrativa na força da personagem interpretada por Charlize Theron ou cair na armadilha de atribuir um direcionamento sócio-político envolvendo água e escravidão, qualquer traço de historia em Mad Max: Estrada da Fúria é poeira nos olhos, rasa e funcional. O filme de ação é extremamente feliz e competente no que se propõe, que é fazer o público vibrar na ponta da poltrona da sala de cinema, invariavelmente. Daí para alçar a fita a grande vitória de roteiro existe uma lacuna oceânica.

Já a Pixar se notabilizou por levar a inovação não só como norte criativo, mas também financeiro. Em uma indústria bastante calcada na compensação (ou seja, o filme bem-sucedido compensa o impacto do fracasso nos bolsos do estúdio), a Pixar impôs respeito ao lançar um sucesso de público e crítica atrás do outro. De alguma forma, o público espera para conferir qual será a grande nova ideia que o estúdio trará para as telonas no ano. O estúdio não abusa da receita fácil e preguiçosa das sequências, exceções feitas à saga Toy Story, responsável por grandes bilheterias sem perder o rumo, e Universidade Monstros, rentável, mas que não obteve o mesmo sucesso nos olhos da crítica. Não se pode dizer que Carros 2 e Aviões (que foi produzido pela DisneyToons, mas leva a assinatura de John Lasseter, produtor executivo e prata da casa da Pixar, além de ser um subproduto direto de Carros) deixaram a sua marca e fizeram jus à sequência de sucessos arrebatadores da Pixar, e não surpreenderia se tivessem sido lançados diretamente no mercado de home video, conforme a antiga cartilha da Disney.

divertida_mente_f2Com direção de Pete Docter (Monstros S.A., Up: Altas Aventuras), e Ronaldo del Carmen (do curta A Missão Especial do Dug), Divertida Mente é muito mais do que mais uma ótima tacada da Pixar. Impecável em todos os aspectos, Divertida Mente é definitivamente o maior marco criativo nos vinte anos de cinema longa-metragem do estúdio e, ao contar uma boa história, tratar o público-espectador de massa com inteligência e incorporar tanta criatividade em uma série de elementos fílmicos, representa tudo aquilo que Hollywood não ousa fazer há muito, muito tempo.

Em alinhamento completo com a filosofia de pensar “fora da caixa”, até mesmo a tradução do título para o mercado brasileiro não se prendeu ao conceito do título original Inside Out e veio com uma proposta igualmente criativa ao encontrar o cenário de boa parte do filme (i.e., a mente, na representação figurada de fábrica) em um advérbio que sirva de chamariz para o público infanto-juvenil. Claro, a escolha de San Francisco como pano de fundo é apropriadíssima. Com seus famosos aclives e declives asfaltados, a cidade é o cenário perfeito para representar o turbilhão de emoções da menina Riley. Coincidência ou não, Um Corpo Que Cai (dir. Alfred Hithcock, 1958), o clássico que imediatamente remete a um James Stewart transitando por San Francisco em seu cupê, desbancou Cidadão Kane (dir. Orson Welles, 1951) da lista de melhores filmes de todos os tempos da British Film Institute em 2012, após um reinado de cinquenta anos do retrato de William Rudolph Hearst. Fica a impressão é que os bondinhos e trajetos de San Francisco dão um ótimo chacoalhão nas ideias dos cineastas.

Surpreendem as soluções pensadas para o desafio que já está na premissa do filme da Pixar, uma tarefa intelectual intensa se considerarmos que se trata de uma produção que precisa render bons resultados de bilheteria em todo o mundo. Como retratar a passagem da infância para a puberdade de forma atraente, divertida, inteligente e também fidedigna? Os recursos engenhados pelos responsáveis por Divertida Mente não param de surpreender o espectador ao longo dos 105 minutos de projeção. Um espectador que simplesmente não está acostumado a tamanho arrojo criativo em um filme cujo tom preponderante, ao fim e ao cabo, deve ser o infanto-juvenil, porque simplesmente não é o tipo de coisa que ocorre em uma indústria que zela pela segurança financeira como qualquer outra. Afinal de contas, estamos falando de um filme cujos maiores protagonistas são sentimentos.

A apresentação das personagens se dá em sequência clara e organizada no segmento inicial do filme. Na maternidade, os olhos da criança recém-nascida encontram os dos pais e o primeiro sentimento-personagem que conhecemos é Felicidade, quem desempenha a função de narradora e será a nossa guia no desbravar da mente de uma criança. O roteiro acerta em não atribuir qualquer outro nome a esses personagens e fazer disso mais um componente que corrobora com um manifesto em prol de uma animação mainstream mais inteligente.

A caracterização das personagens é caricata e uma das grandes responsáveis pelo longa-metragem ser atrativo também para crianças de todas as idades. Ao mesmo tempo, se tratam dos sentimentos infantis mais básicos, portanto, sujeitos aos clichês de praxe. Medo é o nerd de laboratório: esguio, usa pulôver e gravata borboleta. Tristeza é a menina baixinha e obesa que passa por maus momentos na escola por não ser exatamente popular. Raiva é o engravatado eternamente estressado pronto para estourar a qualquer momento. Nojinho é a patricinha de olhar de desprezo e braços cruzados. Felicidade está sempre empolgada, é cheia da graça e emana uma luz incandescente. Ainda assim, como em tudo no filme, essas caricaturas também apresentam um traço de inovação. O cabelo das personagens-sentimentos apresenta um design que remete à fibra óptica. Dendritos neurais de um mundo conectado.

Os nossos sentimentos trabalham em determinados âmbitos, segundo contextos diferentes entre si e com suas próprias particularidades que determinam como esses sentimentos e sensações se inter-relacionam. De forma muito didática, são apresentados as “Ilhas da Personalidade”, o recurso pensado para abrigar os pilares mais importantes na formação da jovem protagonista, de modo que temos a Ilha da Família, a Ilha da Amizade e a Ilha da Honestidade, por exemplo. O conflito inicial se dá quando as ilhas começam a desmoronar conforme Riley, uma menina de onze anos de idade, se afunda em sua introspecção, frustração com as provações do cotidiano em uma escola nova e falta de interesse no diálogo com os pais, um comportamento absolutamente comum nessa fase.

INSIDE OUT

Vivemos e geramos memórias, momentos que ficarão em nossa mente por um determinado período das nossas vidas ou que levaremos até o túmulo. Mais uma vez, um desafio considerável em matéria de representação em audiovisual, e a Pixar não poderia se sair melhor, buscando uma ótima fonte de inspiração nos jogos, mais especificamente no pinball. No filme, as memórias são bolas com aparência e consistência muito semelhantes às de pinball. Para relembrar momentos alegres e tristes, as personagens colocam as esferas em uma espécie de projetor, e então a memória “passa como um filme” na cabeça de Riley. Outro grande exemplo de sacada criativa está no próprio arremate para o desfecho do filme, quando a protagonista finalmente alcança uma maior compreensão sobre seus sentimentos e deixa de ver tudo da forma maniqueísta como as crianças até o advento da puberdade veem. Os movimentos das mãos para adiantar ou retroceder a memória são muito familiares para qualquer um na atualidade, são deslizes para a esquerda e para a direita típicos da tecnologia touch onipresente em tablets e smartphones.

Partindo da premissa básica de uma história baseada em sentimentos, boa parte do público já deve antecipar que haverá certa carga emocional em Divertida Mente. E o prognóstico é acertado e justificado. A reação mais comum do público adulto em Up: Altas Aventuras, também dirigido por Pete Docter, era ser levado às lágrimas já nos primeiros minutos, com a sequência inspirada em cinema silencioso que retratava a vida de casado do protagonista até a viuvez. O problema é que Up, que estreou no Festival de Cannes em 2009, era essencialmente um filme de ação com toques desse sentimentalismo no começo e em seu final. Aparentemente, Pete Docter deve ter certa predileção por emocionar mais pais do que filhos e atinge um patamar excepcional nessa arte em Divertida Mente ao fazer com que memórias há muito esquecidas voltem à tona em uma cena com a qual não deveríamos nos importar, afinal, é só um amigo imaginário, um herói de infância, que está morrendo. Negativo, quando nos despedimos de Bing-Bong estamos lamentando pelo conformismo com uma vida adulta entediante, transbordando da mais profunda saudade por um “eu” que não existe mais. O tipo de sentimento que deveria acometer Bill Watterson a cada traço feito em Haroldo, o tigre de pelúcia de Calvin. Outro cartunista, Charles Schultz, por sua vez, reinou em mostrar como pode ser árdua e sofrida o dia a dia de uma criança em seu afã de sentir-se integrada a um grupo, em mostrar-se e sentir-se capaz de feitos e conquistas. O esquema armado pelo roteiro se esforça com a melhor das intenções para desafiar até mesmo uma análise objetiva sobre quem seria a verdadeira protagonista, Riley ou Felicidade?

Não que o conceito seja exatamente novo no cinema. As referências mais imediatas, sem sombra de dúvida, são Viagem Fantástica (dir. Richard Fleischer, 1966) e sua atualização mais leve e bem-humorada Viagem Insólita, (dir. Joe Dante), produzida por Steven Spielberg e cujos efeitos especiais lhe renderam um Oscar na categoria. Ambos os filmes tratam de homens que são reduzidos ao nível celular e adentram corpos humanos, e tinham como grandes vedetes os cenários e artifícios criados à época para simular a situação enfrentada pelos protagonistas. A forma como o que ocorre no interior reflete imediatamente nas ações da personagem humana, e vice-versa, também remete bastante ao último segmento de Tudo Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo (Mas Tinha Medo de Perguntar) (dir. Woody Allen, 1972). Na comédia, acompanhamos o desenrolar de um ato sexual com um inesquecível Woody Allen fazendo as vezes de um espermatozoide medroso de óculos. Divertida Mente, inclusive, conta com uma sequência inteira em que somos apresentados às personagens-sentimentos não de Riley, mas de seus pais, para representar uma guerra dos sexos à mesa de jantar.

INSIDE OUT

A bem da verdade, outro filme de 2015 de um grande estúdio também teve a complicada missão de incorporar conceitos científicos complexos e precisar explicá-los. Em Homem-formiga (dir. Peyton Reed, 2015), o grande temor descrito ao longo de toda a história é que o protagonista não deve usar do aparato para encolher até o nível subatômico, pois não conseguiria reverter o processo jamais, seria supostamente obrigado a habitar o que é chamado de “comprimento de Planck” (Hawking, 2001: 175-178). Como ilustrar o universo quântico e seus conceitos sem desestimular o espectador de uma fita de ação lançada no período de férias do verão estadunidense? O filme dos estúdios Marvel faz um ótimo trabalho nesse sentido, com uma sequência que teria tudo para ser abstrata e confusa (como as explicações do Arquiteto em Matrix: Reloaded, para citar um exemplo célebre), mas cumpre seu papel com dignidade, sempre lembrando que se trata de um longa-metragem cujo público vai de oito a 80 anos de idade, com certa obrigação em ser imediatamente palatável e, claro, vender bonecos e lancheiras.

O paradoxo em si é que Divertida Mente, uma animação de um grande estúdio que não tem como escapar à máxima de visar ao lucro, consegue ser muito mais madura do que todos os outros filmes que disputaram a atenção do grande público na temporada. Faz isso se baseando em conceitos de psicologia e pedagogia. As franquias de super-heróis são feitas não só para o público juvenil, mas para uma boa parcela de adultos infantilizados que reclama de supostos vícios de adaptação das histórias em quadrinhos às telonas em vez da falta de conflitos mais interessantes, dos atores com interpretações pífias e da involução por parte dos realizadores (não se fez mais nada parecido a Batman: O Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan). Entretanto, uma única reivindicação talvez seja comum a todos: os roteiristas de Marvel e DC Comics ainda não conseguem escrever vilões, são todos patéticos em suas motivações, ainda mais maniqueístas do que os heróis e meros sacos de pancada. Inclusive, a expectativa é que isso mude pelo menos um pouco com Thanos, personagem com claras influências literárias e das tragédias gregas que será o epicentro do vindouro Vingadores: Guerra Infinita.

E qual é o vilão em Divertida Mente, afinal? Ora, o vilão na animação não é um, mas vários: os inúmeros conflitos internos na puberdade, essa árdua tarefa de crescer e formar a sua personalidade que cada de um nós encara nessa fase da vida, inevitavelmente. Um vilão incansável, como o tédio repentino com tudo que até então era sinônimo da mais pura e genuína alegria. Um vilão cruel e de sangue frio, que extermina o amiguinho imaginário de altas aventuras que nos acompanhou ao longo de toda a nossa infância. Um vilão calculista, que lhe prega espinhas no rosto justamente quando você quer impressionar alguém ou precisar fazer um seminário perante os colegas na sala de aula.

Bing-bong

A epifania, tão verossímil quanto familiar a qualquer adulto, que ilumina a protagonista e se revela como sendo a solução para a sua jornada não é um mero recurso narrativo. Graças à “tecnologia” à sua disposição, Riley descobre que a tristeza é tão importante quanto a felicidade, e que todos os sentimentos são igualmente importantes para o nosso amadurecimento. Não é difícil fazer a analogia entre alta tecnologia, inovação e êxito com a Pixar no cenário das produtoras de conteúdo infantil na atualidade. Com todas as suas virtudes e ensinamentos, Divertida Mente se parece muito mais com um romance de formação do que com uma mera fábula na tradição dos Irmãos Grimm. Ao contrário do que possa parecer, existe uma grande diferença entre as premissas de Toy Story e Divertida Mente, já que nada sugere que Woody e Buzz Lightyear sejam apenas fruto da imaginação do protagonista. Por outro lado, as representações de Felicidade, Raiva, Nojinho, Medo e Tristeza se assemelham muito mais à forma como nos referimos aos nossos próprios sentimentos (“a minha felicidade está nas pequenas coisas”; “o meu verdadeiro medo aparece nas horas mais inadequadas”; “a tristeza de uma segunda-feira chuvosa”) e a alegorias a respeito do nosso processo de amadurecimento do que com bonecos ordinários com uma determinada função narrativa em uma estória.

Quando tornou o herói em presidiário em Carros, mesmo que com clara e notória função educativa, a Pixar ousou ao incorporar um estigma a uma relação de causa e efeito óbvia em uma fábula calcada nos road movies, mas em sua última empreitada o estúdio alça voos muito mais altos ao ultrapassar a fórmula do gênero e descrever processos inerentes a qualquer um de forma explícita, para quem quiser ver, admirar, se emocionar e refletir. Por ampla margem, Divertida Mente foi o maior dos respiros de criatividade no cinema em 2015 e tem tudo para ser um divisor de águas para o cinema de animação que envolve cifras de muitos dígitos. Quando um filme que é sobre crianças e está preso a uma série de convenções para consumo também pelo público infantil consegue ser mais atraente, surpreendente e intelectualmente mais charmoso do que todos os outros lançamentos com algum tipo de classificação indicativa, é sinal de que ou a safra é fraca ou a animação em questão realmente levou a melhor por mérito próprio. Ou, como parece ser o caso, as duas coisas.

 

REFERÊNCIAS

1. 2015 DOMESTIC grosses. Box Office Mojo, [S.l.], 2015. Disponível em:     <http://www.boxofficemojo.com/yearly/chart/?yr=2015>. Acesso em: 10 jan. 2016.

2. BARNES, Brooks. Solving equation of a hit film script, with data. The New York Times, Nova Iorque, 5 maio 2013. Disponível em: <http://www.nytimes.com/2013/05/06/business/media/solving-equation-of-a-hit-film-script-with-data.html?pagewanted=all&_r=1>. Acesso em: 10 jan. 2016.

3. HAWKING, Stephen. O universo numa casca de noz. Tradução de Ivo Korytowski. São Paulo: Mandarim, 2001.

4. THE 50 GREATEST films of all time. British Film Institute, Londres, 2015. Disponível em: <http://www.bfi.org.uk/news/50-greatest-films-all-time>. Acesso em: 10 jan. 2016.

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Sobre o Autor

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Guillermo Gumucio

Professor de Jornalismo e Linguagem Audiovisual na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Pós-graduado em Jornalismo Cultural.

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