Por que Mobile?

O ano de 2015 entra para a história como o ano em que o mobile ultrapassou o desktop. Basta uma rápida reflexão e podemos facilmente notar o quão estamos conectados

Postado dia 02/12/2015 às 00:00 por Sociedade Pública

MOBILE

O termo “vou me conectar” já não existe nos dias de hoje, visto que estamos conectados o tempo todo. Seja para enviar uma mensagem, ler uma notícia, pagar contas, chamar um táxi ou comprar serviços e produtos diversos.

Pintou um feriado? A primeira reação de quem deseja viajar é pegar o smartphone e buscar por um destino turístico, e não para por aí. No mobile, com poucos cliques e em qualquer lugar onde estiver, o usuário pode pesquisar as melhores ofertas de passagens aéreas e hospedagens para uma data específica e comprá-las. Esta decisão de compra é estabelecida em micros momentos, estimulada por impulso e desejo.

MICRO MOMENTOS – “Momentos espontâneos de tomada de decisão que ditam resultados ao longo de toda jornada de consumo” (Matt Lawson).

O mobile vem transformando a vida das pessoas e do mercado. O celular, por exemplo, modificou completamente a maneira do consumidor pesquisar e tomar decisões de compra. Não seria errado dizer que o celular se tornou um objeto essencial para qualquer atividade em nossas vidas.

NoMofobia, termo muito utilizado nos tempos atuais, representa aquela aflição que temos quando esquecemos o celular em casa. Te soa pessoal? A ligação do homem com o celular é tanta que temos o costume de verificá-lo pelo menos 150 vezes ao dia.

Ao contrário do que se pensa, o acesso ao smartphone não se restringe apenas às classes elitizadas. A classe C movimenta 495 bilhões de reais por ano e representa 48,3 milhões de usuários, um crescimento de 204% em menos de uma década, enquanto a população total cresceu apenas 10%.

Infelizmente as marcas ainda não acompanham esta transformação e o investimento no mobile representa apenas 5%. As empresas que pretendem permanecer competitivas precisam repensar seu posicionamento frente ao seu público, pois ele já pensa e se comporta de maneira diferente e extremamente conectada.

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