Os imigrantes extremistas do Oriente Médio

O Estado Islâmico e sua tentativa de impor a Sharia na Europa no caminho para uma guerra civil

Postado dia 25/01/2016 às 00:00 por Wilson ADM

Foto: Divulgação/Internet

Milhares de refugiados islâmicos residentes em países europeus estão causando conflitos sociais frequentemente. A enorme divergência cultural entre cristãos e muçulmanos jihadistas começou a manifestar uma série de conflitos, que envolvem protestos repletos de violência pela não adaptação dos imigrantes dentro das leis ocidentais. Por um lado, muitas pessoas acusam países que receberam um grande número de refugiados, como Inglaterra, Alemanha e França de xenofobia, que implica na imposição do idioma, oferta apenas de empregos de baixa remuneração, racismo, alocação de todos os refugiados em locais periféricos pobres, segregados dos demais cidadãos naturais e de colocarem os imigrantes como sendo em grande parte, responsáveis pelos problemas socioeconômicos dos países que os recebem. Por outro lado, existe também a negação de grande parte dos muçulmanos, mesmo em território estrangeiro de se submeterem ou tolerarem a cultura local, e ainda, ousarem impor suas leis e costumes, como por exemplo, a imposição da Sharia em territórios democráticos.

A Sharia é um sistema de leis que determina como deve ser o comportamento e a vida de um muçulmano, onde as leis para desobediência são gravíssimas, tendo como consequência, apedrejamento, amputação de membros e execução dos réus de diversas formas. A sharia vai contra qualquer democracia, liberdade de expressão e não tolera o livre arbítrio, além de buscar expandir a bandeira do Islã por todo o mundo. No entanto, em países altamente desenvolvidos, a imposição da sharia é um absurdo, revoltando a população local.

Cristãos já começaram a ir aos bairros islâmicos para protestarem contra este comportamento intolerante por parte dos jihadistas na Inglaterra, impondo que o país é cristão, e não irá tolerar que estrangeiros queiram mudar a sua base religiosa e costumes sociais. Esses movimentos populares de imposições étnicas e de preservação da cultura local acabam geralmente com intervenção policial, tumulto, discussões ofensivas e agressões físicas que ocorrem entre os grupos. Na França a situação é ainda mais crítica, um grupo chamado de “Generation Identitaire” foi criado, formado por jovens franceses que se reúnem para organizarem uma resistência contra os extremistas islâmicos. Nesse grupo, praticam até artes marciais para aprenderem a se defender em possíveis conflitos, pois os participantes dessa organização afirmam que frequentemente caucasianos são agredidos violentamente e gratuitamente nas ruas da França por membros de facções que apoiam o terrorismo. Os próprios franceses foram inclusive proibidos de entrarem em alguns bairros dominados pelos muçulmanos radicais, chamados de “áreas proibidas”. Na França, são constantes os ataques públicos ou protestos violentos realizados geralmente por grupos jihadistas, os mais chocantes aconteceram recentemente na revista Charlie Hebdo, com 12 mortos, e na boate Bataclan em Paris, com 129 mortos, ambos os ataques realizados por pessoas portando armamento pesado, assassinando inocentes a sangue frio, em defesa de seus ideais religiosos.

O próprio Estado Islâmico declarou que abomina os imigrantes muçulmanos, dizendo que de acordo com as suas próprias leis, eles são pecadores que vão ao ocidente expor seus familiares para uma vida de maior contato com a promiscuidade e outros “pecados” próprios dos países ocidentais. Porém, fala-se muito em teorias da conspiração, que esta mesma imigração é parte de um plano para a dominação do Estado Islâmico no mundo, começando pelas potências europeias, com a implantação da sharia e a abolição da democracia. Claro que se tal coisa acontecer ocorrerá diversas intervenções, e possivelmente uma guerra de proporção mundial.

Porém essa situação agrava quando acusações de xenofobia e de ataques terroristas correm juntas pelos noticiários, sempre com a presença da violência urbana e da intolerância entre os povos. Inocentes e culpados lutam pelos seus direitos e, simultaneamente, os estilos de vida sunitas e xiitas, mesmo que naturalmente sejam conflitantes, acabaram se misturando e confundindo a opinião pública e as autoridades locais, causando injustiças o tempo todo, e revoltando cada vez mais a população local como os defensores da bandeira islâmica por todo o mundo, tornando cada vez mais difícil encontrar a justiça para esses povos. O resultando tem sido um caos social.

Ainda na década de 80, nos EUA a KKK (Ku Klux Klan) um movimento racista extremista e covarde, chocava o mundo ao falar abertamente na mídia sobre seus planos de criarem a supremacia branca, exterminando os judeus, negros e imigrantes, mesmo que fosse necessário o uso da violência, uma atitude inaceitável nos tempos de hoje. Porém, 30 anos depois, sabe-se que existe nos EUA encontro de jihadistas que apoiam o Hamas e Al-Qaeda, e que promovem reuniões da chamada “juventude hitleriana”, onde pregam o antissemitismo, e além de promoverem o terrorismo entre jovens universitários contra o imperialismo norte americano, querem a destruição do Estado de Israel.

É preciso entender que os muçulmanos são divididos, e muitos são vítimas de preconceito, principalmente após o atentado de 11 de setembro, grande parte desses imigrantes são pessoas que apenas querem melhor qualidade de vida, fugindo dos incontáveis perigos das guerras em países como a Síria, Afeganistão, Iraque, Líbia, entre outros, a fim de salvarem suas famílias, e podendo buscar na Europa ou outros países, dignidade e qualidade de vida. É loucura pensar que todo muçulmano é um terrorista, ou apoia o terrorismo, embora muitas pessoas adotem essa postura preconceituosa que apenas agrava essa delicada situação. Infelizmente, outra grande parte dos muçulmanos está determinada a desrespeitar a democracia, e causam conflitos frequentemente pela bandeira da intolerância e da falta de respeito, aberta sem nenhuma cerimônia onde quer que eles estejam.

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