O valor do exemplo

É justo culparmos nossos filhos por ações semelhantes às que nós mesmos tomamos?

Postado dia 26/10/2015 às 12:38 por Joyce Silva

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Em muitas culturas, crianças são páginas em branco prestes a serem preenchidas pelos ensinamentos dos pais e do ambiente à sua volta. Não adianta criar aulas e cursos para ensino dos pequenos: se as atitudes e exemplos que mostramos no dia a dia não forem condizentes, o aprendizado estará longe de ser completo.

Hoje, delegar a educação primária da criança é a forma mais comum de começar a vida. Pais e mães que trabalham fora e mal têm tempo de conversar com seus filhos sobre o dia, quanto mais passar lições valorosas de bons costumes e boas maneiras. Porém, mesmo em situações extremas de falta de tempo, é o bom exemplo que irá contar no desenvolvimento emocional e intelectual da criança, o que fará com que ele seja uma pessoa correta e preparada para viver em sociedade.

Em um mundo onde maus exemplos são a rotina, ser gentil no trânsito, falar as palavras mágicas como por favor e obrigada em todas as ocasiões, ajudar a quem precisa e não julgar os outros por motivos como cor de pele e classe social contam mais que anos e anos de escolas, igrejas e cursos para seus filhos e seus desenvolvimentos como cidadãos.

Antes de ser uma escolha, ser bom é um aprendizado. E cabe a nós, pais, sermos os professores.

 

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Joyce Silva

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