O despertar de Star Wars: emoção realmente despertada!

Sem sombra de dúvidas a franquia vai continuar por muito tempo. E os fãs só tem a ganhar!

Postado dia 14/01/2016 às 00:00 por Écio Diniz

starwars

Star Wars… Falar isso em voz alta é como dizer uma palavra chave para encontrar os maiores tesouros da terra. E não é para menos, afinal a franquia que vem ganhando mais e mais fãs e seguidores em todo o mundo estreou mais um filme em dezembro nos cinemas de todo o Brasil. E o que falar dessa surpreendente maravilha criada em meados da década de 70 e que veio em grande estilo com o atual título “O despertar”?

Bom, quando entrei no cinema vi muitos fãs de carteirinha que dariam de 10 a 0 em mim sobre o conhecimento da ‘Força’, fora as mais variadas camisas do tema chamando a atenção, para o que foi para mim um dos maiores eventos cinematográficos desse ano. Confesso que amo Star Wars, mas não me considero um fã de carteirinha, pois não me empenho tanto como os mais variados fãs pelo mundo. Sabendo disso, digo que sou apenas mais um fã (hehe). No entanto, por amá-lo, vou falar o que eu achei após ter saído do cinema.

A brilhante abertura emocionou a todos, eu apenas continuei absorto assistindo enquanto todos aplaudiam. A história passa um contexto maravilhoso sobre o que é o futuro depois de “O retorno de Jedi” e para mim conseguiu trazer uma sensação nostálgica ao ver Harrison Ford interpretando a lenda Han Solo, ouvir o “grrrrrrrrrrrrch” de Chewbacca e as maravilhosas onomatopeias surgidas das explosões, dos sabres de luz, dos blasters em sua potência total, das naves sendo pilotadas e etc. Fora que ver Carrie Fischer mais velha e com o título de General Léia (para mim sempre será a princesa)…. Ah! Que experiência cara, realmente faltam palavras para esse amontoado de sensações que o filme traz.

O capacete amassado de Dart Vader como uma peça de museu chega a dar até uma pontinha de tristeza e seu sucessor pareceu menos convicto que o Lord Vader o era. Senti falta das maravilhosas cenas de luta de sabre de luz, é claro que existem no filme, mas muito menor já que a história tinha que ser contada e precisava realmente ser explanada como foi. As cenas engraçadas me fizeram rir alto, o que eu já achei que foi incrivelmente genial, já que não esperava ver isso. Realmente te pega de surpresa.

Fora que nunca imaginamos o que é ser um soldado imperial stormtrooper (se não for, mil perdões). Diferente de todas as outras, você vê como é o soldado em sua construção e como sua essência humana vem sendo desenhada para se tornar um dos papéis de maior importância do filme. Foi deslumbrante ver o BB8, o robô “bola”, atuando de maneira muito parecida com o R2-D2 e fazendo o fiel C3PO encrencar com ele como faz com o velho amigo dróide.

O filme não traz exageros ou força a história para eventos que não tem porquê ocorrer, parece que fluía feito um rio onde as águas são mansas, mas trazem também mistérios e perigos que fixam você até o fim, seja qual for seu nível de amor pela saga. Sem sombra de dúvidas a franquia vai continuar por muito tempo e espero que para a alegria dos fãs, seja os de carteirinha ou como eu apenas fã, que continue surpreendendo com essa sensibilidade de tratar a história com tanta cautela que conseguiu satisfazer as inquietudes e dúvidas que eram geradas ao longo do filme.

Então eu recomendo que se você puder assistir, assista! Porque essa obra merece sim ser apreciada com esmero e te encantar nesse universo só dele. Que a força esteja com você!

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Sobre o Autor

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Écio Diniz

Écio Diniz é jornalista atuante, formado pela Universidade Brás Cubas, gosta de história

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