Semana do meio ambiente: Nós somos os próximos

Estamos entrando na semana do meio ambiente! O que estamos fazendo para minimizar o impacto ambiental ocasionado pelas atividades essenciais à nossa existência, pela exploração intensiva dos bens da natureza, além de apenas criticar?

Postado dia 31/05/2016 às 08:00 por Renato Faury

ambiental

Foto: Reprodução/Internet

Utilizamos os recursos naturais, mas não queremos os empreendimentos, com os seus problemas e resíduos poluidores nas proximidades.

Buscamos tecnologias melhores e mais limpas, mas não conseguimos abandonar o sistema de vida atual de uma hora para outra. Não abrimos mão dos benefícios da civilização atual e ficamos distantes dos problemas ambientais e sociais.

Imaginemos a alimentação, o transporte, o saneamento básico, a geração e distribuição de energia, obras e edificações das cidades sem os recursos naturais que são explorados e utilizados quase sempre de maneira irresponsável.

O nosso banho quente, por exemplo, demanda energia, que é fornecida principalmente por hidroelétricas; a captação e tratamento de águas, esgotos, as linhas de transmissão de energia, que usam alumínio e cobre. E estes materiais úteis, ao serem retirados da natureza, ocasionam desmatamentos e deteriorações ambientais.

O sabonete de todo dia utiliza soda cáustica que é produzida em indústrias, com a reação química do contato com gorduras vegetais ou animais e outros materiais.

Ao mobilizarmos os recursos naturais, sem prudência e sem respeito, contribuímos para a degradação ambiental. Contribuímos também com resíduos, excrementos e lixo das nossas atividades diárias e da produção dos bens que consumimos.

O que estamos fazendo para minimizar o impacto ambiental ocasionado pelas atividades essenciais à nossa existência, pela exploração intensiva dos bens da natureza, além de apenas criticar? Ou pior, não nos importando com as consequências.

Os investimentos econômicos procuram maximizar os lucros, não se interessando pelo que mais acontece.

Ao continuarmos agindo como no século passado, sem resolver os problemas da miséria, ficará cada vez mais perigoso para todos; basta observarmos o que acontece por aí, só não vê quem não quer.

Poderíamos ter como meta abdicar do consumo excessivo para não onerar mais do que a capacidade de regeneração da natureza.

Governos fazem muitos discursos, as Empresas Particulares ainda não fazem milagres e as ONGs (Organizações Não Governamentais) conseguem poucos resultados. Se cada um fizer a sua parte (aqueles que tiverem consciência), poderemos ter um ambiente mais saudável.

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Sobre o Autor

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Renato Faury

Engenheiro civil pós graduado em Engenharia Ecológica, e Assessor do meio ambiente do LIONS Internacional Governadoria LC-5

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