Mudança de padrões comportamentais

Grande parte do número de enfermidades em nossa sociedade atual é de origem psíquica e emocional, podendo gerar problemas para a vida toda.

Postado dia 19/10/2015 às 11:03 por Carlos Schmidt

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Nessa oportunidade de participar da edição inaugural da revista eletrônica Sociedade Pública, quero começar parabenizando aos responsáveis por esta iniciativa empreendedora de criar um veículo de informação focado na integridade e na prestação de serviços com qualidade e respeito a você, leitor.

Inaugurando nossa coluna Saúde e Bem Estar, gostaria de fazer algumas reflexões a respeito do tema e proporcionar uma oportunidade de mudança em alguns padrões comportamentais que levam a desequilíbrios – desarmonias em nossa saúde através de um ponto de vista holístico.

Para tal objetivo e, em função da importância do conteúdo e sua devida assimilação, o assunto será abordado nesta e nas três próximas edições.

A palavra “holísmo” vem do grego “holos” que significa “todo”, “inteiro”, “completo” e é usada para designar um modo de pensar e de analisar as relações que as partes mantém entre si e suas reações com o próprio todo, sendo que é o todo que determina o comportamento das partes.

Grande parte do número de enfermidades em nossa sociedade atual é de origem psíquica, emocional e que além de gerarem um desconforto e uma dependência química, em muitos casos para toda a vida, resultam num enorme número de óbitos.

Querido amigo, se você não se enquadra no perfil de pessoas que aqui vou citar, pelo menos deve ter um amigo, conhecido, lido ou ouvido falar.

É crescente o número de pessoas que tem manifestado a busca por uma melhora na chamada “qualidade de vida”. Seja na alimentação (macrobiótica, vegetariana, vegana, paleolítica e outras), na atividade física (pedalar, malhar, correr, nadar e uma infinidade de outras), na meditação, na busca pela espiritualidade, na integração com a natureza, autoconhecimento e tantas mais.

Cientistas, estudiosos da física quântica já comprovaram que tudo no Universo é energia e que nossos pensamentos e emoções têm a capacidade de interferir e transformar a energia. Temos a capacidade de interferir na estrutura atômica das coisas. Temos um poder que sequer compreendemos em sua totalidade e que também a quase totalidade da humanidade nem desconfia. Mas a verdade é que muito pouca gente para, reflete e percebe como isto funciona.

Você sente quando uma pessoa chega perto de você e após alguns minutos você começa a passar mal? Quando um amigo lhe dá aquele abraço bem apertado, conversa um pouquinho e quando vai embora diz que não estava bem, mas que agora está ótimo e você sente como se estivesse com uma tonelada sobre os ombros?

Quando chega a um ambiente e alguém lhe diz: Nossa, que lugar carregado!

Experimente dizer palavras de afeição, carinho, elogios, emane sentimentos bons às suas plantinhas, para a sua horta e escolha uma dentre elas e faça justamente o contrário. Observe o resultado.

Porque existem tantas técnicas orientais de imposição de mãos, a benção no Cristianismo, o passe magnético em algumas religiões?

Já ouviu falar no olhar “seca pimenteira”?

É impossível negar que não exista algum tipo de energia, de magnetismo que emana de nós e que na reciprocidade é absorvido por nós. Seja por emissão de outros, seja por estarmos receptivos a um determinado padrão energético ou simplesmente por troca de energia quando na proximidade de outras pessoas ou ambientes.

Recapitulando, estamos a todo instante criando e interferindo na energia do todo. Positiva ou negativamente, de acordo com a maneira que estivermos vibrando. De acordo com o que pensamos e sentimos estamos gerando energia “saudável” ou “maléfica” para o nosso organismo, para o nosso próprio ser e para outros seres e isto é de nossa inteira responsabilidade.

Estamos acostumados a entregar nosso corpo e nossa vida a outras pessoas para que “cuidem” de nós como se fossemos meros espectadores naquilo que desequilibra nossa saúde e não tivéssemos nenhuma participação no que nos acomete. Evidente que não estou me referindo a fatalidades, doenças congênitas, contaminações, intoxicações, subnutrição, etc.

O que nos diferencia das outras espécies é o fato sermos seres integrados. Nosso corpo físico é integrado ao nosso corpo mental, ao nosso emocional, ao nosso corpo energético, magnético. Somos um universo conectado ao Universo e cada uma das partes interfere no todo. Uma parte em desequilíbrio desarmoniza o conjunto.

Um pensamento negativo, uma explosão emocional é suficiente para causar uma série de reações químicas em nosso organismo, um rebuliço em nossas glândulas, um desajuste momentâneo. Nossas emoções funcionam como uma válvula de escape que nosso corpo encontra para em algumas oportunidades livrar-nos de um colapso ou de uma pane interna. Isso faz parte do nosso sistema de preservação. Mas já pensou nisso se repetindo a todo instante, todos os dias, por meses, anos?

Tive a oportunidade de nascer na época (há nem tanto tempo atrás) em que ainda era hábito ter-se o chamado médico da família. No meu caso ele me acompanhou desde o nascimento até meus vinte e poucos anos, quando ele se aposentou. Estou exemplificando isto porque ele me conhecia verdadeiramente, conhecia meus pais, irmãos, parentes, o ambiente em que eu vivia, como eu agia e reagia a diversas situações, enfim, em cada consulta me analisava como um todo. E o danado sempre acertava na mosca!

Indo direto ao ponto: Nunca nossa sociedade dispôs de tanta tecnologia, conhecimento e informação na área da saúde como temos atualmente.  A medicina é cada vez mais especializada no tratamento de cada parte do ser humano. Temos um especialista para o fígado, um para os rins, para cada órgão do nosso corpo, para glândulas, mão, joelho, enfim, profissionais capazes de nos ver e tratar em partes com grande eficiência. Mas quem conhece você como um todo?

Você! Sim, você mesmo!

Se você acha que não, comece a se perceber!

Até nosso próximo encontro!

Sempre toda a Paz!

 

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Sobre o Autor

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Carlos Schmidt

Iniciou suas atividades na área Holística no ano de 1993. Experiência como argiloterapia, shiatsuterapêuta e acupunturista.

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