A importância da pescaria e da hidroterapia

Uma atividade é recreativa. A outra faz muito bem para a saúde. As duas são realizadas seguindo certos cuidados

Postado dia 01/11/2016 às 10:53 por Renato Faury

hidroterapia

Foto: Reprodução

Pescaria é feita no mar, nos rios, nos lagos, nas lagoas artificiais, em pesque-pague, etc.

É fonte de lazer, turismo e proteínas. Muitas famílias sobrevivem dos produtos da pesca. Em corpos hídricos ecologicamente equilibrados, a pesca é aceitável. No entanto, se forem pescados mais peixes do que a natureza consegue repor, o estoque pesqueiro diminui, restando poucos exemplares para se reproduzirem.

A atividade pesqueira deixa, então, de ser interessante, tanto comercialmente, quanto para o lazer, até que seja recuperado o equilíbrio do sistema.

  • Para não esgotar o estoque pesqueiro, os órgãos de controle implantam medidas de proibição da pesca, principalmente nas seguintes situações:
  • Nos lugares e nas épocas interditados pelo órgão responsável;
  • Em locais onde possa causar problemas à navegação;
  • Quando se usam explosivos ou substâncias tóxicas;
  • A menos de 200 metros a montante e a jusante de barragens, cachoeiras, corredeiras e escadas para peixes.

Em locais muito pescados, torna-se necessário manter a atividade de pesca para o lazer com a captura e soltura dos peixes, possibilitando a reposição natural da ictiofauna.

Já a hidroterapia é a técnica de uso de água para a restauração da saúde. O termo deriva das palavras gregas hydro (água) e therapeia (cura), ou seja, é o uso da água para fins terapêuticos.

A água é utilizada para fins medicinais desde a Antiguidade. Ela pode ser empregada nas suas três formas de estado físico: na forma de vapor; líquida quente, morna ou fria; e sob a forma sólida, como gelo.

hidro

A água apresenta os seguintes efeitos benéficos:

  • estimulante: ativa a ação orgânica;
  • sedativa: modera a atuação excessiva de um órgão;
  • tônica: energiza os tecidos;
  • diurética: estimula a diurese;
  • emética: ajuda a provocar vômito;
  • purgativa: ajuda a provocar a evacuação;
  • asséptica: ajuda no combate aos germes;
  • antipirética: diminui a febre;
  • hipnótica: provoca o estado mental semelhante ao sono.

 

Aplicações Gerais: hidromassagem, banhos de piscinas, duchas e vapor.

Aplicações Locais: banhos de contraste, compressas, turbilhão, crioterapia, semicúpio (banho de assento), pedilúvio e manilúvio.

 

Fatores que influenciam os efeitos estimulantes:

  • Diferença entre a temperatura da água e do corpo;
  • Velocidade de aplicação da água;
  • Área de aplicação;
  • Tempo de aplicação.

 

Efeitos Fisiológicos:

  • Diminuição da dor;
  • Relaxamento muscular;
  • Aumento da frequência respiratória;
  • Diminuição da pressão sanguínea;
  • Aumento do suprimento de sangue para os músculos;
  • Aumento do metabolismo muscular;
  • Aumento da circulação periférica;
  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Melhora do retorno venoso;
  • Aumento da taxa metabólica.

 

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Sobre o Autor

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Renato Faury

Engenheiro civil pós graduado em Engenharia Ecológica, e Assessor do meio ambiente do LIONS Internacional Governadoria LC-5

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