Guerra civil: Estado Islâmico contra todos

Radicais muçulmanos abusam dos direitos democráticos para impor a cultura antidemocrática

Postado dia 25/07/2016 às 09:30 por Wilson ADM

islamico

Foto: Reprodução/Internet

Os jihadistas não perdoam e não desistem. Este grupo de muçulmanos radicais insiste em doutrinar sociedades livres de acordo com a sharia, um conjunto de leis islâmicas inconcebíveis em democracias desenvolvidas. Os jihadistas abusam da extrema violência, da ingratidão e da falta de respeito, chocando o mundo com inúmeros atentados terroristas na tentativa de desorganizarem sociedades, governos, leis e religiões. Criam ataques terroristas quase sempre para mandar um recado ao mundo, um recado que normalmente deixa dezenas ou centenas de inocentes mortos e feridos.

Dia 11 de setembro de 2001, o dia que o mundo viu as duas enormes torres do World Trade Center desmoronarem após o o atentado mais ousado e devastador já visto até hoje. Mais de 10 mil pessoas foram mortas com o ataque. O mundo passou a temer Osama Bin Laden e toda sua insanidade. E, principalmente, passou a ter uma nova visão do terror, que não se intimida e não mede consequências ou esforços para conseguir o que deseja.

Nos Estados Unidos, as pessoas viviam temendo por suas vidas. Até mesmo a população de pequenas cidades estava sempre aflita e alerta. Durante anos o medo tomou conta do país. A resposta foi uma imediata retaliação contra o Afeganistão, transmitida pela CNN, para que todos vissem as bombas explodindo.

A guerra ao terror movimentou bilhões de dólares e foi importante para que os Estados Unidos pudessem dominar e apaziguar diversos países do Oriente Médio, caçando terroristas com o exército. Embora exista a controvérsia de que essa invasão foi um ato meramente político comandado pelo ex-presidente republicano George Bush, que estava atrás de tecnologias, armas e territórios estratégicos para alocação de tropas – e também de petróleo.

Tudo pode ser patriotismo, como pode ser terrorismo, depende do lado que solta a bomba. Sempre que inocentes sofrem, é política. O atual candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, já declarou que fortalecerá as fronteiras contra imigrantes e irá erradicar o Estado Islâmico caso seja eleito esse ano. A verdade é que quanto maiores as proporções que essas guerras civis alcançam, torna-se cada vez menor a garantia de segurança pública de qualquer país que enfrente o Estado Islâmico

A França vem se tornando uma grande vítima do terrorismo. Depois do massacre da Charlie Hebdo e da boate Bataclan, um motorista tunisiano atropelou mais de 80 pessoas em um festival popular na cidade de Nice, deixando dezenas de crianças mortas e feridas. O Estado islâmico assumiu a autoria do atentado.

Poucos dias depois, na Alemanha, um jovem afegão de 17 anos de idade foi morto a tiros pela polícia após ter atacado pessoas com um machado dentro do metrô e ferido outras pessoas na rua com uma faca. Durante o ato, o jovem gritava “Allahu akbar” (“Alá é grande”). O Estado islâmico assumiu também a autoria desse novo atentado.

A capacidade do Estado em Islâmico assumir crimes bárbaros é o que garante que um mundo consciente jamais irá permitir que eles consigam seus objetivos doentios. A humanidade está despertando para a liberdade aos poucos. Nada que reprima a liberdade com uso de terror psicológico ou físico deve perpetuar no nundo. Os muçulmanos têm o direito de exercerem a religião, gozando de todas as boas faculdades espirituais que a mesma proporciona, mas o terrorismo e o Estado Islâmico devem acabar.

Milhares de refugiados árabes foram pedir abrigo em diversos países da Europa, buscando dignidade, paz e segurança para suas famílias. A vida no Oriente Médio torna-se cada vez mais difícil e incerta, com a altíssima violência e a escassez de recursos e alimentos.

As pessoas têm o direito de buscar a prosperidade em suas vidas; porém, devem no mínimo gratidão, honrando as leis e costumes dos países que as abrigam. Infelizmente, muitos destes imigrantes, ainda que humildes, foram hostilizados, humilhados e agredidos pelos cidadãos locais.

Por outro lado, muitos imigrantes radicais foram para países como Alemanha, Inglaterra, Holanda, França, e mostraram uma grande dificuldade de aceitarem as leis e culturas locais, protestando e criando cenários de terror, buscando como minoria que são, impor suas leis sem sucesso.

Os jihadistas também são antissemitas e promovem a nova “Juventude Hitlerista”, entre crianças e jovens treinados para disseminarem a extinção dos judeus da face da Terra. Esses grupos são formados e organizados em diversos países, inclusive, dentro das nações que lhes dão abrigo e oportunidades de trabalho e educação.

Novamente a situação volta a ficar caótica, é um ciclo vicioso movido pela ignorância e pelo desejo de perpetuá-la, cegos pela ideologia autoritária e inflexível que os move pelo caminho da fé.

Com todos esses eventos noticiados no dia-a-dia, o medo e a intolerância se tornam cada vez maiores dentro das sociedades. As pessoas passam a decodificar culturas desconhecidas através do pré-julgamento de estereótipos, o que leva à xenofobia, muitas vezes pela ignorância, ou pela necessidade de alguém preservar sua integridade ou própria segurança.

E por falar em segurança, estão chegando os Jogos Olímpicos Rio 2016 e, com eles, milhares de turistas de diversas nacionalidades. Bilhões de reais já foram investidos em segurança. Militares e equipes de resgate estão treinando para agirem em caso de ataques terroristas. O que parecia ser improvável tem deixado muitos brasileiros apreensivos, pois existem notícias de que grupos jihadistas aqui no país estariam apoiando o Estado Islâmico.

Sendo ou não boato, a notícia parece estar realmente preocupando a segurança nacional, e os brasileiros também, pois o Rio de Janeiro já é demasiadamente violento naturalmente.

Não precisamos importar ou terceirizar violência no Brasil.

 

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