Energias sutis e a consciência

"A Mente cavalga os ventos”, o significado deste pensamento tibetano é que a consciência somente pode se manifestar no cérebro se houver prana, energia vital, fazendo a interconexão entre o corpo emocional e o corpo físico.

Postado dia 23/10/2015 às 14:19 por Manoel Cavalcante

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Embora o corpo etérico não seja o veículo da consciência sem ele os pensamentos não podem ocorrer em nosso cérebro.

Tal fenômeno ocorre nos casos de uso da anestesia que provoca o afastamento do duplo etérico do corpo físico, mas isto  também pode ser provocado pelo estado hipnótico, pela acupuntura, em casos de acidente quando as pessoas entram numa espécie de transe chamado “estado de choque”, pela mediunidade, pelo sonambulismo, pelo uso de drogas, etc. Em fim são muitas as ocorrências ou intervenções que podem levar a estados em que há ausência de sensibilidade ou de consciência no corpo físico.

O que sabe a ciência sobre esta estrutura de energia prânica que se manifesta por meio de uma rede, ou malha justaposta ao corpo físico?

Muito pouco, por enquanto. Qualquer pessoa que tenha certo desenvolvimento psíquico e que tenha saído do seu corpo físico, de forma consciente, sabe que o cérebro físico não é a sede da consciência de vigília. As pessoas que passaram pela experiência de morte e que depois foram ressuscitadas relataram a existência da consciência fora do cérebro físico.

A descrição feita pela Teosofia do aparelho psíquico humano difere das explicações dadas pelas várias linhas psicológicas.

Na visão teosófica a vida no plano material se manifesta por meio de um mecanismo tríplice: o vital (prana e o corpo etérico), o astral (corpo das emoções) e o mental (corpo dos pensamentos).

Cada molécula do nosso corpo possui a sua contraparte etérica, por meio da qual circula a energia vital, emocional e mental.

O corpo etérico possui uma cor cinza azulada com alguma luminosidade, e nas observações feitas por C.W. Leadbeater parece uma teia com fios criando uma trama apertada que separam os chakras localizados na coluna vertebral. Funciona como um dispositivo de proteção impedindo que energias do meio ambiente e que estão fora do controle do individuo penetrem no interior.

O uso de substâncias que contem álcool, drogas e tabaco alteram e até destroem a textura sutil desta teia, gerando doenças e distúrbios psicológicos. Observações revelaram que o uso continuado de narcóticos afeta os chakras, a direção do movimento interior dos chakras é invertido pela substância, sendo esta a causa do vício, esta alteração produz no paciente estado de medo e ansiedade.

Estados de ansiedade, agressividade e depressão alteram o fluxo normal da energia vital gerando doenças no corpo físico. Por exemplo, o medo e a depressão reduzem o fluxo do prana, principalmente nos rins. Se houver um excesso de velocidade na circulação do prana, haverá um rápido escoamento da energia resultando no esgotamento do nosso reservatório de energia. A pressão alta tem como causa este distúrbio. A tensão nervosa, por algum problema de cunho emocional, também gera um esgotamento podendo ocasionar doenças cardíacas e renais graves.

Quando não há conflitos emocionais, quando a mente está calma e serena as energias prânicas não encontrando bloqueios se distribuem de forma uniforme e ritmada, trazendo saúde e equilíbrio ao corpo.

OS CHAKRAS

O corpo etérico, a exemplo do corpo físico, possui os seus órgãos específicos, os Chakras são centros de assimilação e distribuição do prana ao corpo etérico e deste aos órgãos físicos. Eles possuem as suas 8e2b14a9a4cfca01654d4b2474cd21cfcontrapartes no corpo emocional e mental. Portanto, estamos falando de corpos dentro de corpos, cada um no seu nível dimensional correspondente.

Dora Kunz que foi presidente da seção americana da Sociedade Teosófica, juntamente com a Dra. Shafika Karagulla, uma médica americana pesquisaram exaustivamente o método de diagnóstico clarividente no estudo das doenças e desenvolveram uma abordagem juntando a ciência e teosofia nos seus trabalhos.

Nas suas observações verificaram:

– Os Chakras são ao mesmo tempo transmissores e transformadores  de energia de campo para campo sincronizando as energias mentais, emocionais e etéricas. Eles aumentam ou diminuem a energia, reduzem ou aceleram a sua atividade de um plano para outro, de forma que a energia mais rápida do corpo emocional possa afetar a energia mais lenta do corpo etérico e vice-versa.

-No caso de uma pessoa com problemas emocionais essa energia atravessa todo o campo etérico afetando o corpo como os rins e inversamente quando o corpo está estressado, uma parte do fluxo exterior que parte do etérico, passando pelos chakras afeta o campo emocional. Portanto o processo possui mão dupla e a interação energética ocorre tanto de cima para baixo como de baixo para cima.

-As cores variam de um chakra para outro. Os centros de cada um deles são dinâmicos e sua velocidade de rotação depende do estado de saúde e da qualidade do fluxo. Todo o processo é semelhante ao mecanismo da respiração, pois a energia é, por assim dizer, inspirada e exalada pelo ser humano.

-A energia penetra pelo núcleo do chakra, alcança a coluna vertebral através do tronco-cerebral, fluindo pelo sistema de nadis, condutos, ao sistema nervoso físico. Depois retorna aos chakras e desloca-se para o exterior em aspirais por meio do núcleo de pétalas, num permanente influxo e escoamento.

-Qualquer processo de doença é visível nos chakras, vez que altera o seu movimento harmônico e a textura dos seus componentes, como a tonalidade da cor, o brilho, tamanho, rapidez de movimento e o ritmo.

– Pode-se observar a qualidade do desenvolvimento da consciência do indivíduo, seus pontos fortes e fracos, suas habilidades e deficiências, por exemplo, num indivíduo simples e relativamente subdesenvolvido, os chakras serão tumblr_n91p78PBEN1qekbgno1_250pequenos, lentos, de coloração opaca e de textura grosseira. Em um mais sensível, de mente receptiva e inteligente eles serão brilhantes, textura fina e movimentos rápidos e de tamanho maior. Em uma pessoa desperta que desenvolveu totalmente os seus poderes, eles se tornam fulgurantes centros coloridos.

– No caso de um cantor talentoso o chakra laríngeo e o frontal são bem maiores que o de uma pessoa normal, além de mais brilhantes, luminosos e giram com mais rapidez. No caso de um médium incorporador o chakra do plexo solar também é aumentado, mas apresenta uma textura grosseira, cores escuras e alguma disritmia e frouxidão no núcleo. No caso de um bebê os chakras medem cerca de três centímetros parecendo pequenos discos rígidos.

-As pesquisas revelaram que as glândulas endócrinas estão relacionadas com os sete chakras etéricos. Os diversos chakras também indicam o foco de interesse da pessoa. Se a pessoa é romântica, sentimental o chara do coração e do plexo solar serão mais ativos e maiores que os demais chakras. Se o chakra frontal tiver muito brilho indica um grau elevado de integração pessoal. Se o chakra coronário for especialmente luminoso indica o desenvolvimento da consciência espiritual. Portanto, o grau de interação e desenvolvimento dos chakras etéricos com suas contrapartes emocional e mental determinam o potencial do indivíduo para o desenvolvimento de uma percepção espiritual.

– O fio da consciência está ligado ao núcleo do chakra coronário, durante o sono o fluxo de energia diminui e retoma o seu fluxo normal ao despertar. O fio da vida está ligado no chakra cardíaco e deste ao coração físico. Por ocasião da morte, o fio da consciência se retira do chakra coronário e o fio da vida se desliga do chakra cardíaco, iniciando assim a desintegração de todos os outros chakras e do corpo etérico que ainda  levará alguns dias para total desintegração.

 

Doenças que afetam o cérebro e a consciência

 

  • Dislexia: É um transtorno da linguagem caracterizado pela dificuldade de ler e entender palavras e números compromete a capacidade de aprendizagem para ler, escrever e entender um texto. Foram feitas descobertas que mostraram diferenças na anatomia do cérebro de disléxicos. O estudo das células nervosas, neurônios, revelou a existência de células menores na área do Tálamo e do Córtex o que pode alterar a regulação precisa do tempo que é requerida para a transmissão eficiente da informação.

Foram observados dois pacientes mãe e filho. Ela sentia um leve bloqueio quando lia as letras b e d e os números 5 e 8 ou 6 e 3, além de ter dificuldade em decorar números, era incapaz de usar uma calculadora, pois não sabia identificar os números certos. Já o filho dela apresentava um grau maior de dislexia.

A observação clarividente revelou que havia um deslocamento do campo etérico da substância cerebral em determinados segmentos dos percursos visuais, isto é, a energia etérica parecia não percorrer a trilha neuronial de forma suficiente. Outro fato observado foi uma ligeira defasagem no tempo entre os impulsos elétricos que partem dos tubérculos quadrigêmeos no mesencéfalo dirigindo-se ao lobo parietal, a região sensorial e motora do cérebro (confirmado pela hipótese científica dos neurônios menores no cérebro do disléxico)

No caso da mãe foi observado um campo etérico geral levemente flácido e grosseiro, seu campo emocional se revelava volátil, com movimentos intensos e rápidos. Havia ressentimento e insegurança, aliados a um sentimento de ansiedade recorrente.

  • Austismo: Caracteriza-se pela incapacidade de interagir socialmente, falta de domínio e desenvolvimento da linguagem e padrões de comportamento repetitivos e restritivos.

No cérebro etérico foi constatado uma anormalidade no lado esquerdo, além de uma falta de sincronia entre dois circuitos de prana: um que circula próximo da superfície do cérebro, pequeno loops (laços) e grandes loops que circulam de forma mais profunda no cérebro. Em pessoas normais há uma sincronia da circulação prânica mais superficial com a mais profunda. O que não ocorre em autistas. No circuito imagesmenor vistos na superfície do cérebro os impulsos elétricos eram mais lentos, mais entorpecidos e menos vitais do que na pessoa normal. Os circuitos maiores (as ligações com o tálamo, mesencéfalo, etc, eram lentos e como não estavam sincronizados  com os circuitos menores, pareciam às vezes agir de forma independente. Isto causava os movimentos convulsivos. Palavras que envolviam conceitos mais abstratos como “escola” estavam acima da compreensão do autista. A forma do chakra coronário também era anormal e sua periferia irregular, o que interferia no fluxo de energia para o cérebro físico.

Os chakras etérico, astral e mental desalinhados, isto é, não se conectavam corretamente, e o resultado era um claro entre eles. Quando ocorria um pensamento ele não se completava, havendo um lapso entre a coordenação da mente e a expressão física da fala, resultando em uma dificuldade de sincronização da mente e a expressão da fala.

Os campos etéricos não revelavam nenhuma forma de doença, somente a falta de coordenação.

O corpo astral era menor que o de uma pessoa normal, era opaco, com cores pálidas e desbotadas.

O corpo mental também era pequeno, pouco colorido, o que demonstrava que suas ideias eram limitadas e pouco desenvolvidas.

Resumindo o autismo parece ser um estado de mau funcionamento dos impulsos nervosos entre a massa cinzenta do cérebro e outros centros. O deslocamento do etérico com relação à substância cerebral é muito grave. Existe ao mesmo tempo uma falta de sincronização e de integração entre o nível etérico, astral e mental.

  • Sindrome de Down: É uma forma grave de deficiência ou retardamento mental por causa de um cromossomo a mais, portanto é uma doença genética, facilmente diagnosticada quando do nascimento devido às características da criança: cabeça pequena, olhos oblíquos, etc.

Os distúrbios mais surpreendentes, no caso observado, foram encontrados nas regiões etéricas das glândulas pituitária, tireoide e timo e cerebelo. O lado esquerdo do cérebro tinha um mecanismo de curto-circuito que  lidava com toda a periferia do cérebro. O equilíbrio hormonal da glândula pituitária era anômalo.

O Chakra coronário etérico era menor do que a média, e seu núcleo pequeno, seu ritmo era lento e sua cor opaca, com muitas irregularidades em suas pétalas.

O corpo etérico como um todo tinha tamanho normal, possuindo apenas uma textura mais frouxa que o normal.

O corpo astral exibia menos cores do que a média, porém mais do que as crianças autistas.

O corpo mental apresentava algumas anormalidades, mas era de melhor qualidade do que a criança autista. As ligações entre o corpo mental, astral e o etérico eram melhores, mas apresentavam alguma frouxidão. Por esse motivo o potencial mental de uma criança com a síndrome de Down oferece uma possibilidade maior de desenvolvimento, vez que ela tenta manter contato com o mundo exterior, ao passo que a criança autista tem uma enorme dificuldade de comunicação.

  • Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno de ansiedade em que as pessoas apresentam pensamentos, sentimentos, ideias, sensações (obsessões) ou comportamentos repetidos e indesejados que fazem elas se sentirem forçadas a fazer alguma coisa (compulsões).

A observação do campo etérico eral era de tamanho normal, sem apresentar nenhum distúrbio importante, a não ser uma leve flutuação no nível de energia, entretanto o ritmo apresentava um desequilíbrio. O lado esquerdo do corpo etérico era menor e menos ativo do que o direito. Além disto, o etérico estava ligeiramente desligado do corpo físico, e possuía textura porosa. Como o paciente, às vezes ouvia vozes, foi verificado que era proveniente de perturbações no chakra do plexo solar, e não no laríngeo onde é mais comum. Este chakra era disritmico e o paciente observado se alterava emocionalmente com facilidade, e sua energia etérica enfraquecia durante as crises de ansiedade, com repercussões de ordem física.

O corpo astral parecia dentro da amplitude normal, mas havia uma surpreendente anormalidade tanto no ápice da aura quanto na periferia, que dava a impressão de estar esfarrapada. A aura exibia ainda caption_the_artwork_closeup_from_angelo_bronzinos_venus_cupid_folly_and_timeuma grande quantidade de cinza, raiado de vermelho, o que indicava contrariedade. Um amarelo-esverdeado pálido, que pareciam borrões, indicavam ciúme. Havia uma completa disritmia entre os dois lados da aura, o distúrbio maior ocorria do lado direito.

O corpo mental era moderadamente límpido, mostrando que os pensamentos estavam ativos, porém de forma mais lenta que o normal. Ele conseguia pensar sem, contudo por em prática seus pensamentos, pois o mecanismo de execução requer que o pensamento seja transmitido do nível mental ao etérico, através do astral. Seu bloqueio ocorria entre o mental e o astral. A negação do pensamento era responsável pela compulsão, como ele era egocêntrico, sua energia etérica era interceptada ao entrar, havendo pouco escoamento, o que reduzia a vitalidade do corpo etérico. O alinhamento entre o astral e o mental era extremamente fraco, não permitindo que os campos causal e mental controlassem o emocional.

O que ficou claro do histórico desta doença foi o fato de que o alinhamento entre os corpos são extremamente importantes, pois são eles que criam a integração da personalidade tornando a ação possível.

5-Bipolaridade: Tinha a denominação de psicose maníaca-   depressiva. Não se conhece a causa do transtorno bipolar, mas costuma ocorrer em famílias que tem indivíduos com este histórico. São pessoas que alternam períodos de nível elevado de energia e impulsividade com períodos de depressão.

O indivíduo observado foi diagnosticado como maníaco-depressivo isto é bipolar, com tendências esquizofrênicas. Já havia tentado o suicídio aos 16 anos.

A observação clarividente revelou um fluxo muito rápido na energia etérica, o núcleo do chakra do plexo solar era disritmico e desequilibrado  com relação à contraparte astral, que era sua principal fonte de problemas. Tinha uma sensação de poder oriunda do seu ativo plexo solar, sendo, porém incapaz de manifestar suas energias. Tinha um temperamento forte e um excesso de energia astral que explodia de várias maneiras e depois não se lembrava do que tinha feito. Havia um excesso de energia gerado no chakra do plexo solar tanto no campo astral como no  etérico que não era manipulado ou transmutado no nível físico. O centro frontal etérico apresentava o mesmo tipo de disritmia do chakra do plexo, com alguma frouxidão na periferia. O chakra coronário etérico exibia uma disritmia nas pétalas e frouxidão  na periferia do centro.

Outro caso observado de um paciente com depressão e tendências suicidas, com excessiva sensibilidade aos ruídos à sua volta, revelou um corpo etérico de cor azul turvo, com várias tonalidades. A luminosidade era acima da média e o movimento era rítmico e também acima da média. O tamanho era normal, mas o campo de energia era mais largo do lado esquerdo do corpo e caído na região do plexo solar. A elasticidade era normal e a textura fina, mas havia pequenas falhas em todo o corpo etérico o que indicava uma tendência a distúrbios psicossomáticos.

  • Esquizofrenia: A ciência ainda não identificou as causas da esquizofrenia. O termo significa mente dividida. Os sintomas que mais a caracterizam são o delírio e a alucinação. Na alucinação a pessoa vê coisas que ninguém mais vê, ouve vozes ameaçadoras que ninguém ouve. Na fase delirante a pessoas pode relatar que está sendo perseguida por inimigos, etc.

A observação revelou que o chakra coronário etérico estava mais cinza nas pétalas do que no núcleo, o que é uma disfunção. A luminosidade era baixa e o movimento sem ritmo e variável tanto nas pétalas como no núcleo. A forma também não era normal, pois a periferia das pétalas era dentada como uma serra. Até a borda do núcleo era irregular e havia uma rachadura que atravessava todo o chakra da frente até atrás, causando uma grave disritmia. Havia um leve vazamento de energia resultante da falta de uma delimitação nítida no núcleo do chakra. A textura do centro era grosseira e flácida com pouca elasticidade. A cor cinza era responsável pela anormalidade impedindo as energias de níveis superiores, por este motivo as emoções eram predominantes.

O tálamo estava marcado por impulsos irregulares de energia etérica que tinham o efeito de retardar o ritmo e a glândula pineal não funcionava normalmente.

O chakra frontal também estava tingido de cinza, com vermelho no núcleo e cinza, vermelho e verde nas pétalas. O núcleo estava rachado no meio, como no chakra coronário, o movimento irregular afetava a percepção visual.

No chakra laríngeo etérico as pétalas eram azuis e cinza e o núcleo de um azul escuro quase preto, indicando que havia um afastamento do “Eu Superior”.

O chakra do plexo solar era embotado e anormal, e suas pétalas amarelas, cinza e vermelha. O vermelho indicava a ira que assumia o comando, controlando o comportamento. Quando isto acontecia a sede da consciência se transferia do coronário para o plexo solar.

Todos os chakras apresentavam uma espécie de rachadura, além disso, entre o chakra etérico e o astral havia a predominância de cor cinza indicando depressão.

O fato de um chakra ou aspecto particular do campo etérico ser apontado como causa da doença, não significa que outros fatores não estejam envolvidos, pois não existe uma separação entre os sistemas de chakras, os campos etéricos do cérebro e dos órgãos, todos funcionam juntos como um todo. As observações realizadas visavam primordialmente mostrar com clareza os fatos.

O Papel da Consciência sobre as Energias Sutis

O trabalho da Dra. Shafica Karagulla e Dora Kuns também enveredou pelo lado da consciência, isto é, como o pensamento e o sentimento podem afetar a recuperação dos estados mórbidos e restabelecer a saúde.

A meditação é um aspecto importante no processo de restabelecer a saúde, pois nos liga com o chamado “Eu Superior”, nossa alma e essência
espiritual. Acessamos as energias superiores o que significa nos ligarmos a uma fonte de força e de paz. Há muitas formas de meditação pode ser mântrica, como no caso dos hindus que recitam o Gayatri, no mínimo três vezes ao dia, nos chamados horários mágicos, hora de Brahma, de Vishnu e de Shiva (por volta das 06:00 – 12:00 e 18:00 horas). Na Teosofia há a meditação nos corpos: físico, etérico, astral e mental, etc.

O importante no processo é a regularidade, isto é, estabelecer um horário diário e cumprir rigorosamente o mais próximo possível do que foi estabelecido.

Participar de rituais religiosos, missas, ritos maçônicos, budistas, etc. também auxiliam a transmutar energias deletérias em energias salutares. Quem participa destes movimentos deve aproveitar ao máximo as reuniões para realizar por meio deste trabalho as mudanças nos seus estados mentais, emocionais e físicos. De uma forma geral isto já ocorre, mas pode ser intensificado com a concentração mental e a visualização. Neste aspecto, a Sociedade Teosófica com os conteúdos que ministra por meio de sua doutrina e os movimentos paralelos que foram criados como: Escola Esotérica da Teosofia, Co-Franco-Maçonaria, Igreja Liberal, Távola Redonda e outros disponibilizam um arsenal de instrumentos para elevar a consciência, de acordo com as características intrínsecas de cada membro.

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Sobre o Autor

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Manoel Cavalcante

Psicólogo, jornalista, escritor, editor, e coordenador das Lojas Teosóficas do Estado de São Paulo.

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