Educação é saber viver

A boa educação, a cortesia e o respeito pela cidade, pelas outras pessoas e por nós mesmos nos garantem uma vida sem estresse

Postado dia 28/03/2017 às 09:00 por Renato Faury

educação

Foto: Reprodução/Intenrnet

A boa educação não é apenas para ser aplicada entre as pessoas ditas de fino trato, mas também para o nosso ambiente, como a nossa casa, o local de trabalho, a cidade, o bairro, etc.

Não incomodar os outros fazendo barulhos em horários inconvenientes é bom para a saúde mental; tanto para a nossa como para a dos outros. “Por favor”, “bom dia”, “obrigado” e “com licença” são palavras que abrem as portas da felicidade.

Podemos achar feios, sujos e perigosos os nossos ambientes, mas mostrando educação podemos combater a sua deterioração. Não sujar ou estragar bens públicos ou particulares é nossa obrigação. Jogamos o lixo bem acondicionado e nos lugares corretos? Separamos o material reciclável? Mau humor e cara feia não pagam dívidas e perdemos a oportunidade de fazer novos amigos.

O trânsito não é uma guerra, sejamos simpáticos e iremos nos sentir melhor. Ajudem as pessoas no que puder.

 Ditados como “A pressa é inimiga da perfeição” e “o apressado come cru” podem ressoar algo obsoleto na época da velocidade, do “all fast” e das conexões rápidas.

A rapidez gera o vício da pressa e a pressa o estresse. A velocidade faz mal e as estatísticas provam isso. Milhares de trabalhadores faltam ao serviço por causa do estresse. O uso de drogas estimulantes aumenta em decorrência da ansiedade de fazer cada vez mais em menos tempo. Os acidentes de trânsito e do trabalho evidenciam o fato.

A vida apressada e a vida sedentária levam a problemas de saúde. As mulheres que trabalham fora e cuidam da casa são as mais susceptíveis aos transtornos de saúde. Os sintomas mais comuns são ganho de peso, fadiga, perda da libido e mau humor que causam depressão.

As emoções influenciam a respiração e o metabolismo; porém, as pessoas reagem diferentemente aos estímulos externos, podendo, de acordo com as suas próprias características, ficar estressadas ou não.

Precisamos reaprender que o trabalho não é tudo, que existem outros valores.

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Sobre o Autor

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Renato Faury

Engenheiro civil pós graduado em Engenharia Ecológica, e Assessor do meio ambiente do LIONS Internacional Governadoria LC-5

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