É melhor achar legal

Um guia prático para lidar com situações chatas!

Postado dia 15/01/2016 às 00:00 por Tania Zaccharias

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Por mais legal que seja a sua vida e tudo aquilo que você faz, no dia a dia de todo Ser humano do Planeta tem aquelas coisas que a gente não gosta de fazer. Tipo: ir ao banco, ir ao cartório, esperar para fazer exame de sangue, aguardar na fila do Detran, esperar o guincho e etc.

Há dois anos recebi a missão de ser a inventariante dos processos e papeladas da minha mãe, que passara para o outro plano. Pensa numa missão chata, é essa! Em poucos meses acumulei mais de 20 idas a cartórios, 8 idas ao Detran, uma infinidade de leitura de papéis chatos e uma quantidade incalculável de carimbos e vias que precisavam ser organizados em pastas e pastinhas.  Tudo isso numa cidade caótica em que cada movimentação entre cartórios pode levar uma manhã inteira!

Sem sombra de dúvidas: é bem chato! Foi aí que desenvolvi uma técnica muito simples para lidar com tudo isso! A técnica se chama: “é melhor achar legal!”. É sério… Parece brincadeira, mas não é! E é uma das ferramentas mais poderosas que eu conheço!

Explico…

Tive o insight dentro do escritório de contabilidade do Sr. Francisco. Um senhor boa gente, que há 30 anos cuida de papéis, balanços, impostos, burocracias e todos os tipos de coisas que a maioria de nós gostaria de nunca ter de lidar na vida. Eu estava lá, sentada, tentando entender o que acontecia com o Imposto de Renda de alguém que não está mais nessa Terra, com um certo “bico” interno achando tudo aquilo uma chatice quando veio o  PLIM!

“Cara! – pensei! A ÚNICA diferença entre eu e o Sr. Francisco, é que ele acha isso legal”. Na hora veio uma LUZ na minha vida, e eu entendi! Eu tinha uma maratona de coisas chatas a fazer pela frente, virei a chave e comecei a pensar: “Tenho alguma outra opção a não ser fazer essas coisas chatas? Não. Então, é melhor achar legal!”

Quando a gente acha uma coisa legal, a gente se abre para ela e tudo acontece de forma mais fluida, com menos força e, principalmente, com menos queima de energia. Se você faz algo com resistência, vai se cansar o dobro, o resultado vai ficar pior, e você não vai ver nada de belo que cruze pelo seu caminho. Mal humorado, qualquer atividade de 30 minutos ou 2 horas pode estragar seu dia dependendo do tamanho da resistência interna!

Observem isso  e vão perceber que é verdade!

Quando você acha uma coisa “legal”, qualquer coisa parece legal: o cara que passou vendendo espanador no centro e fez uma piada na sua janela do carro, o velhinho engraçado que está todo atrapalhado na fila, o sorriso simpático do almoxarifado do Detran, sei lá.. qualquer coisa! Pois “achar algo legal” cria um estado de receptividade interna – e é isso que muda a vida! É  como ter uma varinha de condão, disponível em qualquer momento, e que todos nós podemos acessar e usar – e com isso mudar e transmutar nossa forma de ver as coisas!

Meu pai sempre disse: “não adianta fazer só o que gosta, tem que gostar do que faz”. Sabedora fina essa… Levei anos para entender – e ainda estou entendendo –   esse grande  ensinamento.

É uma chave. Uma chave que pode mudar nosso estado de vibração interno. E como nosso estado de vibração também contagia o que está a nossa volta, quando “achamos legal”, ficamos mais bem humorados e vibramos numa frequência mais alta. Resultado: tudo em volta dá mais certo e pessoas mais alto astral se aproximam da gente!

E naqueles dias que estamos de mau humor,  o que acontece? Tudo dá errado!

Claro! Somos grandes imãs! Se estamos vibrando em baixa frequência, que tipo de situações e pessoas serão atraídas por  nós? As de baixa frequência! Simples assim!

Para quem acredita nisso tudo, está fácil aplicar!

Para quem duvida, faço um convite: teste por um dia e veja o que acontece – torço para que você também encontre essa varinha de condão, que pode fazer do seu dia um milagre, especialmente os “chatos”!

Namastê! =)

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Sobre o Autor

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Tania Zaccharias

Ex-menina, atual mulher "porque". Entusiasta da poesia da vida real, curiosa por tudo e sempre questionadora.

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