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Viviane Martins

Profissão: Life and business coach

Cidade: Mogi das Cruzes

Viviane Martins é life and business coach, especializada em técnicas de hipnose, Programação Neurolinguística (PNL) e Eneagrama (mapa de desenvolvimento humano).
Com experiência internacional Disney, Viviane também é pós-graduada em Gestão de Negócios pelo Senac São Paulo, tem amplo know-how no mercado educacional e dedica-se a transformar os sonhos e as metas de seus clientes em realidade.

  • Mitos e verdades sobre hipnose

    Cercada por mitos, a hipnose na verdade é uma ferramenta poderosíssima de comunicação. Entenda como ela funciona

    Postado dia 18 de abril de 2017 às 11h em Empreendedorismo e Gestão

     

    hipnose

    Foto: Reprodução

    Em minhas sessões de coaching, ainda encontro muitas pessoas com medo ou com algum pé atrás sobre a hipnose. Isso acontece mais frequentemente dentro de organizações. Geralmente, essas resistências ocorrem por conta de alguns preconceitos sobre a ferramenta. Listei os seis mitos mais comuns, para ajudar a desfazer algumas lendas em torno do assunto:

    1. Hipnose não existe de verdade, é truque

     Ela não só existe, como é um estado natural. Todos nós experimentamos um certo nível de transe durante o dia. Isso costuma acontecer quando estamos fazendo alguma tarefa automática, como dirigir, por exemplo. Isso também acontece quando estamos tão absorvidos assistindo a um programa de TV que esquecemos do mundo à nossa volta.

    1. Eu vou ser levado a fazer coisas que eu não quero e a revelar meus segredos

    A hipnose depende bastante do cliente aceitar as sugestões do hipnólogo. Se a ordem for para fazer algo que vai contra os seus valores e princípios, o cliente não irá obedecer. Ele não está totalmente à mercê do hipnólogo. A mente inconsciente trabalha a favor do bem-estar do indivíduo.

    1. É igual a dormir

     Apesar de popularmente escutarmos a ordem para dormir como uma indução hipnótica, na verdade, não dormimos. A hipnose está mais próxima do estado de vigília do que de sono. É estar ao mesmo tempo acordado e em contato direto com o nosso inconsciente.

    1. Posso ficar preso no transe

     Impossível! O corpo sai naturalmente do transe quando o hipnólogo dá o comando ou naturalmente após algum tempo, assim como você não fica preso em frente à TV quando o programa acaba.

    1. Eu não sou hipnotizável

    Se você não quiser, você dificilmente será hipnotizado. Entretanto, se você estiver disposto a entrar em transe, você será sim hipnotizado.

    1. A hipnose é prejudicial à saúde

    O estado de transe em si é relaxante e saudável, não apresenta nenhum tipo de risco à saúde.

    A hipnose na verdade é uma ferramenta poderosíssima de comunicação. Ela não só é usada por grandes terapeutas no mundo todo, como também por diversos líderes e empresas de sucesso. No mundo corporativo, ela ajuda a lidar com o estresse, a processar e a controlar as emoções, a melhorar a comunicação e a desenvolver várias competências, como a habilidade de falar em público e de potencializar resultados. É mais um recurso que pode melhorar e muito a vida das pessoas, mas só se elas se permitirem experimentar!

     

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  • A estratégia de Walt Disney

    Descubra o que fez um homem simples e pobre se tornar um dos mais bem-sucedidos e admirados do mundo

    Postado dia 16 de março de 2017 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

    Disney

    Foto: Estátua de Walt Disney ao lado do mundialmente famoso Mickey Mouse

    Sabe quando você pensa em algo que deseja realizar e imediatamente esse pensamento é interrompido por outro que te diz que vai dar tudo errado ou que não tem como você conseguir aquilo que quer? Pois Walt Disney sabia driblar brilhantemente esses obstáculos da mente e transformar seus sonhos em realidade.

    Em seus processos criativos, a estratégia de Disney era se dividir em três partes diferentes: o sonhador, o realizador e o crítico. Ele sabia que cada uma tinha a sua importância e o seu valor no processo; no entanto, ele conseguia evitar que uma parte interferisse na outra. Foi assim que ele construiu todo o seu legado de obras grandiosas e inovadoras.

    Foto: O mega empreendedor Walt Disney durante sua juventude

    Foto: O mega empreendedor Walt Disney durante sua juventude

    No início dos projetos, nos momentos de criar ideias e imaginar, ele usava o seu lado sonhador. Nesse estágio, ele não pensava em como realizaria aquilo que estava em sua mente, tampouco julgava seus sonhos. Aqui, ele apenas sonhava acessando a energia que vem do coração.

    A segunda fase era na pele do personagem do realizador. Ele era o homem de ação que planejava e executava, tornando real o que o sonhador havia visualizado. Não se distraía com outras ideias e não criticava o projeto. Neste momento, ele agia com a energia vinda do corpo.

    Depois, entrava em cena o crítico, que é aquela parte que olha o projeto e procura por pontos a serem melhorados. Ele via o que estava faltando e o que poderia dar errado. Para isso, usava a energia mental. Levando em conta que, após a avaliação do crítico, apareciam problemas a serem resolvidos, Disney voltava para a posição do sonhador e aproveitava de sua criatividade para encontrar as melhores soluções. Assim, o ciclo se iniciava novamente, até chegar a um resultado satisfatório.

    Foto: O maravilho parque temático Walt Disney World

    Foto: O maravilho parque temático Walt Disney World

    Será que o seu crítico interno interfere no seu lado sonhador?

    Observe se, ao ter uma nova ideia, seu pensamento já te apresenta tantas críticas e te aponta tantas dificuldades no caminho que você acaba desistindo ou diminuindo o tamanho do seu sonho. Quando isso acontecer, você pode usar a estratégia Disney, criada por um homem de origem simples, que se tornou um dos empresários mais bem-sucedidos e admirados do mundo.

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  • Os detalhes que te impedem de atingir metas

    Uma meta bem definida nos move para o caminho do que desejamos. E alguns detalhes fazem toda a diferença

    Postado dia 6 de março de 2017 às 09h em Empreendedorismo e Gestão

    metas

    Foto: Reprodução

    Você está perto de alcançar os seus objetivos? Consegue calcular em quanto tempo isso vai acontecer? Se a sua resposta foi não para essas duas perguntas, talvez esteja te faltando dar um passo fundamental para qualquer realização: definir metas. Muitas vezes, o que impede as pessoas de transformarem um sonho em realidade é não estabelecer o que exatamente elas estão buscando.

    Você sabe aonde quer chegar? Uma meta bem definida nos move para o caminho do que desejamos. E alguns detalhes fazem toda a diferença, como a escolha das palavras, que deve ser feita de forma bastante cuidadosa. Para ilustrar, vamos usar um desejo comum: “Não quero ser pobre”.

    pensamentoUma palavra que merece toda atenção é o “não”. Tente não pensar em um pássaro amarelo. Conseguiu? Talvez você tenha tentado pensar em um pássaro de cor diferente ou algo similar para distrair a sua mente. Mas a verdade é que, para evitar pensar em algo, primeiramente, você deve criar uma imagem mental para só então negá-la.

    No fim das contas, aquilo que você queria evitar acaba ganhando o foco. O que devemos fazer é oferecer uma alternativa positiva, ou seja, ao invés de se esforçar para não ser pobre e ter a pobreza como foco, concentre-se em ser rico e tenha a riqueza no seu imaginário.

    No entanto, dizer apenas que você deseja “ser rico” é muito vago, é preciso especificar. Pergunte-se: quanto em dinheiro ou bens alguém precisa para ser considerado rico? Imagine que, para a pessoa em questão, ser rico significa ter um salário de R$ 5.000,00. Então, reescrevemos a meta de maneira mais eficaz: ter um salário de R$ 5.000,00.

    Agora, falta um detalhe crucial, o prazo. Quando essa meta será realizada? Adotando aqui uma data imaginária, concluímos: “Quero ter um salário de R$ 5.000,00 em junho de 2017”. Compare a sensação que esta frase te traz com a que é gerada por “não quero ser pobre”. Leia em voz alta e perceba a enorme diferença entre elas. Qual te mostra melhor a direção a seguir? Qual desperta mais vontade de entrar em ação? Qual traz mais positividade? Acredito que a resposta é clara.

    Leia mais sobre atingir metas

    Coaching: o que é, para que serve e quanto custa?

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  • Coaching: o que é, para que serve e quanto custa?

    Cases de sucesso estão fazendo do método o mais procurado no mundo entre pessoas de todas as idades que estão em busca de alcançar objetivos e sonhos

    Postado dia 15 de fevereiro de 2017 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

    coaching

    Foto: Reprodução

    Se alguém oferecesse um método que faz com que as suas metas e os seus sonhos se tornem realidade, você se interessaria? Se a sua resposta foi sim, ela coincide com a de milhões de pessoas no mundo inteiro que nos últimos anos lotaram as agendas dos coaches, profissionais que têm como tarefa – ou missão – ajudar as pessoas a se transformarem em quem sempre quiseram ser e a alcançarem objetivos.

    É um trabalho totalmente diferente de terapia e mentoria. O coach ajuda o cliente a chegar ao seu melhor em todas as áreas que queira. Um coach não diz o que a pessoa tem de fazer, ele aumenta as percepções e ajuda o cliente a ter clareza sobre o que precisa ser feito, para chegar de forma mais rápida onde deseja. Isso pode ser aplicado em tudo, como carreira, relacionamento, algum projeto específico, finanças, emagrecimento… Tudo mesmo.

    Eu uso várias técnicas no trabalho de coaching, entre elas hipnose, PNL (Programação Neurolinguística) e eneagrama (estudo de personalidade). “Existem muitos recursos e eles são usados de acordo com as necessidades de cada caso e perfil do coachee (cliente de coach, em tradução livre)”.

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    O trabalho começa com uma avaliação da situação atual. Depois, são definidas as metas e é criado um plano de ação. Ao fim de cada sessão, a pessoa sai com uma atividade para atingir sua meta ou descobrir qual é o seu sonho. Pode parecer estranho, mas muitas pessoas nem sabem que metas têm para a sua vida, então, antes de alcançá-las, trabalhamos a descoberta delas. Cada trabalho dura, em média, de dez a 12 sessões e, caso necessário, vamos adicionando mais. A frequência é uma vez por semana ou, no máximo, a cada 15 dias. Mais que isso atrapalha o processo.

    Mas vamos ao que interessa! Quanto custa aprender a transformar sonhos em realidade?

    Cada sessão individual (também é possível fazer em grupos) custa entre R$ 200 e R$ 500. Coaches mais renomados chegam a cobrar R$ 3.000 por sessão no Brasil. Nos Estados Unidos, onde esse trabalho e os seus resultados já são reconhecidos há mais tempo, a sessão pode chegar a US$ 10.000,00 cada.

    coach

     Sucesso no mundo

    A vontade de fazer o que gosta, sentir prazer e ser mais feliz estão entre os motivos para a maior procura pelo coaching. Os casos de sucesso mostrados em reportagens, documentários e vídeos postados por pessoas do mundo todo também têm grande participação nesse crescimento. As pessoas estão, cada vez mais, em busca de uma vida mais completa e feliz. Hoje, existe uma valorização de quem busca o autodesenvolvimento; diferentemente do que acontecia alguns anos atrás, quando uma pessoa que procurava terapia, por exemplo, corria o risco de ser tachada de louca.

    Como o coach tem como regra não julgar, opinar ou decidir pelo coachee, o desenvolvimento da percepção e do bom desempenho na busca por metas se torna algo natural. O coaching parte do princípio que todas as respostas estão dentro de você. É como se o coach fosse abrindo portas e mostrando visões diferentes, que a pessoa naquele momento não está conseguindo enxergar.

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