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Robinson Vinícius

Profissão: Desenvolvedor de sistemas

Cidade: Poá

Jovem aspirante, apaixonado e viciado em tecnologia, amante nato de videogames. Carreira profissional estruturada na área de desenvolvimento de software, com grande ênfase em desenvolvimento mobile.

  • A guerra da Amazon contra as filas

    As horas perdidas no supermercado podem estar com os dias contados com o novo sistema que a empresa americana está desenvolvendo

    Postado dia 18 de abril de 2017 às 11h em Tecnologia e Informática

    amazon

    Foto: Divulgação

    Sabe aquele dia que você vai despretensiosamente ao supermercado, apenas para comprar um ingrediente para aquela receita gostosa e, quando chega lá, percebe que está no começo do mês, pois o mercado se encontra com filas intermináveis? Foi pensando nisso que a Amazon decidiu abrir guerra contra filas. Que a diretoria da Amazon odeia filas, já ficou claro há muito tempo para todo mundo. E o alvo da vez são as filas dos supermercados.

    A Amazon, pioneira no mercado eletrônico, está desenvolvendo um sistema simplificador na hora das compras, o Amazon Go. O projeto, que ainda está em desenvolvimento, consiste na criação de um supermercado sem caixas.

    Basta você entrar em um supermercado da Amazon e fazer uma espécie de check-in em um aplicativo específico da Amazon Go. Ao fazer esse checkin, suas compras já podem ter início. Basta escolher o que deseja, pegar e sair. Simples assim. Sem passar em caixa algum!

    Mas onde fica a mágica de tudo?

    Previamente cadastrado no aplicativo da Amazon Go, com suas informações e, principalmente com seu cartão de crédito ou débito, ao sair do estabelecimento, todos os item que você tiver levado serão debitados de sua conta.

    Mas como eles sabem o que eu peguei?

    amazon

    O estabelecimento é inteiramente equipado com sensores e câmeras que contabilizam simultaneamente todos os itens que você pegou. Instantaneamente, pois ainda é possível desistir do item antes de sair da loja, claro, sem pagar nada. Todos os cálculos dos itens levados são feitos na hora.

    Basicamente é você passar seu celular em um sensor na entrada, fazer suas compras e sair direto, sem passar em caixa algum. A empresa comentou pouco sobre as normas de segurança do projeto.

    Mas para os mais ansiosos, vem ai um balde de água fria. Os últimos resultados dos testes realizados apontaram diversas dificuldades do sistema, em manter os produtos de uma quantidade grande de pessoas. Passando de vinte pessoas, o sistema tem dificuldades em administrar os produtos de cada uma.

    A proposta, que tinha previsão para começar os seus trabalhos no início de 2017, foi adiada por tempo indeterminado. Esperamos que a Amazon supere todos esses problemas e não desista desse projeto que promete revolucionar aquelas horas perdidas no supermercado.

    Assista o vídeo

     

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  • Você já conhece o Google Cardboard?

    Se você é desses que tem vontade de testar os mais novos gadgets de realidade virtual, os famosos óculos de realidade virtual, esse novo óculos de papelão pode ser uma ótima alternativa

    Postado dia 2 de março de 2017 às 08h em Tecnologia e Informática

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    Foto: Reprodução

    Você já deve ter visto a nova hype tecnológica, queridinha das empresas, principalmente as de games, o famoso Óculos VR. Produzido por diversas empresas diferentes, sob diversos nomes diferentes. Com intuitos diferentes, os óculos de realidade virtual têm por objetivo, como o próprio nome promove, te imergir em uma realidade construída. Essa realidade se expande a diversas áreas, conforme a necessidade do negócio.

    Na indústria de games, área pioneira na idealização dos óculos, os modelos servem para te imergir em diferentes mundos, onde você passa a ser um personagem do jogo, por exemplo. Explorado por diversas companhias, desde jogos radicais até jogos de terror, os óculos se mostraram um forte norte para o futuro dos setor.

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    Mas não se engane, achando que o novo gadget serve apenas para jogos. Uma de suas aplicações mais construtivas é na área da educação. Universidades mundo afora já contam com protótipos que simulam diversas situações que podem agregar conhecimento ao estudante.

    Um médico que deve realizar um tratamento cirúrgico em um paciente fará seu aprendizado maximizado através dos óculos. Um profissional em segurança do trabalho pode vivenciar situações de perigo através dos óculos, melhorando então sua conduta e permitindo ainda uma análise dos fatos apurados e mitigar os erros em uma ocasião real.

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    Vale ainda salientar a diferença entre óculos de realidade virtual e óculos de realidade aumentada. Na realidade virtual, você é imergido totalmente em um novo mundo, algo contrário ao mundo real. Já na realidade aumentada, o mundo real passa a ser percebido de forma acentuada com informações adicionais, algo que fora idealizado com o finado Google Glass.

    Entretanto, nem tudo é mágica. Por ser um projeto ainda pioneiro, o custo desses óculos se torna muito acima do acessível pela população toda. Sua fabricação ainda é muito cara, grande fator que influência a baixa procura dos óculos.

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    Vendo esses problemas, o Google, uma das empresas mais influentes no ramo da tecnologia, criou uma alternativa baratíssima aos grandes preços cobrados pelas empresas. O Google Cardboard, de tradução livre para ‘Óculos de Papelão’, é exatamente isso que o nome sugere: uma estrutura feita de papelão, com duas lentes bifocais, e ainda podendo conter um imã.

    Já disponibilizado desde o anúncio dos óculos de realidade virtual, o Cardboard voltou a ser grande referência agora, devido ao lançamento dos outros óculos. O Google disponibiliza os moldes em seu site, para que você mesmo possa criar os óculos em sua casa. A mágica, no entanto, se dá inteiramente através do seu smartphone. Repleto de aplicativos que simulam uma realidade paralela, tanto Iphone, como qualquer outro smartphone se tornam um poderoso apetrecho de realidade virtual.

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    Para isso, basta baixar em seu smartphone os aplicativos em suas respectivas stores, ou ainda acessar o aplicativo do Youtube que contém diversos vídeos em 360°, e por último, acoplar o seu celular na caixinha do Cardboard para se divertir muito. Em conjunto com a tela do smartphone (que se divide nos aplicativos ou vídeos de realidade virtual), as lentes bifocais te imergem em um mundo paralelo. O ímã ainda serve se auxílio, imitando o toque na tela, permitindo assim maiores interações.

    Se você sempre quis ter a sensação de como seria mergulhar com tubarões, pular de um avião, ou ainda explorar uma casa mal-assombrada, esse gadget de papelão com certeza será uma ótima pedida. Para construí-lo, basta entrar no site do Google Cardboard e seguir as instruções. Divirta-se.

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  • A volta da Nintendo?

    Com games para celular e um console híbrido inovador, a empresa está recuperando o tempo e o mercado perdidos

    Postado dia 2 de fevereiro de 2017 às 08h em Tecnologia e Informática

    nintendo

    Foto: Divulgação

    Desde julho de 2015, a Nintendo voltou para lista dos tópicos mais comentados devido ao lançamento de Pokemon Go. Você deve se lembrar, aquele jogo de sair andando pela rua, para conseguir os bichinhos. As ações da empresa subiram tanto que ela teve que emitir um comunicado avisando que a Nintendo não havia sido responsável pelo desenvolvimento do jogo. Logo suas ações despencaram e as atenções voltaram-se para a verdadeira desenvolvedora, a Niantic. Mas registra-se aí a reaparição da Nintendo.

    Porém, rapidamente o jogo decaiu no gosto popular e se tornou monótono. Logo surgiram comentários e críticas. Já não está mais na lista de mais jogados.

    Mas com isso, a Nintendo, que já havia demonstrado interesse em entrar para a área de games mobile, só teve uma certeza: a força que a marca ainda tinha com seus personagens tão carismáticos. Não é necessário ser um jogador recorrente para conhecer personagens tão bonitinhos e engraçados como Mario ou Donkey Kong.

    Tendo certeza do poder de suas franquias em smartphones, a Nintendo logo anunciou Super Mario Run em uma conferência de novidades da Apple, surpreendendo a todos e voltando o foco das mídias para a Nintendo. Jogo esse que, de início, lançado apenas para aparelhos da linha Apple, teve uma grande sacada: a empresa disponibilizou alguns estágios do jogo gratuitamente, para que assim, pudesse atrair um número máximo de jogadores. Os demais estágios estão à venda.

    E ainda, antes do desfecho de 2016, a Nintendo anunciou seu novo console, o Nintendo Switch. Um híbrido entre consoles de mesa e portáteis. E dessa vez, para bater de frente com suas concorrentes, a empresa promete focar em públicos mais hardcore, saindo um pouco da linha que vem seguindo há anos.

    Inovador na área dos híbridos, o console conta com dois controles, chamados de Joy-Con: pequenos controles podem se conectar em uma tela pequena touchscreen que pode ser levada a qualquer lugar. Cada Joy-Con possui ainda acelerômetro e sensor de movimentos, prato cheio para os que adoram jogos de movimentos. Segundo a Nintendo, em seu modo portátil, a bateria do Switch durará por volta de seis horas. Nada muito diferente dos portáteis anteriores, que duravam até 8 horas.

    Mas, caso você seja daqueles mais caseiros, o console ainda pode ser ligado em sua televisão. Basta conectar os dois Joy-Com ao Grip, formando uma um controle sem fio, parecido com um controle comum de console. A tela ainda deve ser colocada no console para que os games funcionem. Vale ainda lembrar que os jogos são executados em maior resolução quando ligados à TV. Por fim, ainda pode-se jogar apenas com o Joy-Con na mão. Em uma das conferências que mostraram as funcionalidades do Switch, jogadores se enfrentavam em disputas de tiro, algo à lá faroeste.

    Mesmo com um hardware inferior às concorrentes (que lançaram versões de seus aparelhos que suporte gráficos Ultra HD neste ano), a empresa conseguiu fazer muito barulho e ser o centro das atenções de 2016. Resta saber se as concorrentes acreditarão no sucesso do Nintendo Switch e desenvolverão games para o mesmo, ou se teremos apenas ports de games feitos para outros consoles. Independentemente de o sucesso acontecer ou não, uma coisa é certa: este será um console pioneiro na área dos híbridos, algo jamais visto no mundo.

    Para os interessados de plantão, o Switch já chega na América do Norte em 3 de março, por $299,00, com um dos títulos mais esperados para o Nintendo Wii U, que veio também em sua versão para Nintendo Switch: The Legend of Zelda: Breath of Wind.

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  • Está chegando o Android Torrone

    Uma das funções mais empolgantes do novo sistema operacional é que ele permite abrir dois aplicativos ao mesmo tempo. Saiba quais modelos vão receber o Android 7

    Postado dia 3 de janeiro de 2017 às 09h em Tecnologia e Informática

    android

    Foto: Reprodução

    Vem aí, a mais nova versão do Android, o Android 7. Ou, ainda melhor, Android Nougat.

    Para você que não entendeu este nome, eu te explico. As regras das políticas de nomeação das versões do Android têm por padrão serem intituladas com nomes de doces. E, mais metódico ainda, os mesmos seguem a ordem alfabética.

    Começando lá em 2008, com o Android Alpha, a famosa marca só começou a ganhar nomes de doces após sua versão Beta, com a versão Cupcake, em 2009. Desde então tivemos: Donut, Eclair, Froyo, Gingerbread, Honeycomb, Ice Cream Sandwich, Jelly Bean, KitKat, Lollipop, Marshmallow e, finalmente, Nougat – conhecido popularmente em partes do Brasil como torrone.

    Ok, legal. Mas e as novidades?

    Uma das funções mais empolgantes do novo Android é um recurso já conhecido pelos usuários da Samsung e LG: o multitarefa. Agora é possível abrir dois aplicativos ao mesmo tempo. Ele abre os dois como se fosse duas janelinhas de computador. Podem ficar ali, jogadas na área de trabalho, ou dividindo a tela em duas, onde cada aplicativo utiliza uma parte.

    Uma ajuda e tanto para os ouvintes de música no Youtube, que permite que se use o Youtube sem sair do vídeo e use outro aplicativo.

    Vale lembrar ainda que essa funcionalidade também depende da aplicação. Caso a mesma não tenha suporte para as telas dividas, não será possível.

    Para as pessoas que sempre acabam ultrapassando o limite de dados de sua companhia telefônica, o Android possui um modo de economia de dados.

    A central de notificações também recebe uma atualização. Agora é possível responder as mensagens através da própria notificação. Atalhos para a lanterna e Bluetooth foram realocados para maior acessibilidade.

    Novas opções de configurações também foram inseridas, como a alteração do tamanho da exibição. Todo o menu de configurações foi alterado, facilitando a busca. Ainda conta com o modo luz noturna, emojis novos, fim da tela de otimização de aplicativos.

    Uma nova inserção é o Daydream. Este, por sua vez, é uma plataforma de realidade virtual. Se você pode testar o Google Cardboard, vai adorar o Daydream. Este permite que você utilize os aplicativos de realidade virtual.

    O novo Android ainda conta com novas otimizações em sua programação que tem como foco a melhoria do desempenho do sistema operacional. Há ainda melhorias na função de economia de energia.

    Para a nova linha de celulares do Google, Pixel e Pixel XL, a versão ainda conta com o Pixel Launcher. Esta funcionalidade permite que você abra opções antes mesmo de abrir o aplicativo, apenas segurando em seu ícone. Algo semelhante à funcionalidade da última geração do iOs.

    Tudo bem, mas e qual celulares receberão uma atualização?

    Por hora, as companhias de celulares já receberam a nova versão e já trabalham em sua modificação. Confira abaixo os modelos que receberão a nova versão:

    Google:
    Nexus 5X, Nexus 6, Nexus 6P, Nexus 9, Nexus Player, Pixel C, Pixel, Pixel XL

    LG:
    G5, V20

    Sony
    Xperia Z3, Xperia Z3+, Xperia Z4 Tablet, Xperia Z5, Xperia Z5 Compact, Xperia Z5 Premium, Xperia X, Xperia X Compact, Xperia XA, Xperia XA Ultra, Xperia X Performance, XperiaXZ

    Lenovo/Motorola
    Moto G4 (2016), Moto G4 Plus, Moto G4 Play, Moto X Pure Edition, Moto X Style, Moto X Play, Moto X Force, Droid Turbo 2, Droid Maxx 2, Moto Z, Moto Z Droid, Moto Z Force Droid, Moto Z Play, Moto Z Play Droid, Nexus 6

    Samsung
    Galaxy Note 7, Galaxy S7, Galaxy S7 Edge, Galaxy Note 5, Galaxy S6, Galaxy S6 Edge, Galaxy S6 Edge+

    HTC
    HTC 10, HTC One A9, HTC One M9

    Vale lembrar ainda que as funcionalidades já se encontram prontas, e os desenvolvedores de plantão já podem desenvolver utilizando-se desses recursos.

     

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  • Black Mirror, a nova hype tecnológica

    Você já ouviu falar em hype?

    Postado dia 7 de dezembro de 2016 às 08h em Tecnologia e Informática

     

    Black MIrror

    Foto: Reprodução/Internet

    Hype é o termo usado para designar o assunto do momento. Tudo aquilo que a mídia dá atenção, tudo aquilo que entra no topo dos Trending Topics do Twitter, tudo aquilo que está na boca do povo, é uma hype.

    E a hype do momento é uma das séries mais comentadas da atualidade, a polêmica Black Mirror. Essa que caiu no gosto do povo, e passou a ser tópico de conversas, referências em artigos e deu até mesmo diretrizes para novos empreendimentos e aplicações.

    A série britânica, criada por Charlie Brooker, levanta questões muito polêmicas socialmente, e critica como tecnologias futurísticas podem moldar todo o comportamento de uma sociedade. Levanta ainda questões pertinentes ao mundo real, com um olhar tão característico e familiar. Isso, pois quando digo o termo futurístico, não me refiro à grandes mudanças tecnológicas, com carros voando e espaçonaves gigantescas. Me refiro à pequenas mudanças tecnológicas que acentuam no comportamento, hora distanciando, hora aproximando as pessoas.

    Cada episódio, com duração que varia entre quarenta minutos até uma hora e meia, nos leva à uma localidade diferente, um período diferente, uma história diferente, uma realidade diferente. Nenhum dos episódios segue uma linha cronológica e nem mesmo se ambientam na mesma realidade. Cada episódio tem sua produção, direção, seus escritores, seus atores. A produção inteira decorre de nomes requisitados no mundo artístico.

    Foto: Reprodução

    Foto: Reprodução

    A série trabalha presentando diferentes tecnologias a cada episódio. Uma das tecnologias recorrentes da série, são as lentes de contato inteligentes, ou melhor ainda, implantes oculares de microchips com funções distintas, que podem te auxiliar na hora de se lembrar de alguma pessoa, ou te deixar matar aquela saudade de alguém que há muito tempo não se vê, revendo alguma memória gravada. Algo bem parecido com o famoso Google Glass, descontinuado há pouco tempo pela Google. Ou ainda semelhante aos óculos de realidade virtual. Mas independente da usabilidade, neste mesmo ano, uma tecnologia semelhante, baseada em lentes inteligentes, teve sua patente registrada pela Samsung.

    Outra tecnologia idealizada pelos criadores é a de uma aplicação mobile, que tem por objetivo permitir que pessoas ranqueiem outras pessoas que tiveram contato recentemente. Ousa ainda em mostrar como, hipoteticamente, isso poderia modificar o comportamento humano. Essa mesma tecnologia foi desenvolvida e disseminada em várias redes sociais e aplicações mobile após o lançamento da série.

    E não para por aí. Ainda mais crítica, somos ambientados em situações de cunho mais realístico, com tecnologias totalmente reais que nos deixam um tanto quanto reflexivo, instigando cada vez mais nossa confiança em quesitos como segurança e privacidade. Será que alguém poderia nos ver, em nossos quartos, através de nossas web câmeras, ou até mesmo a câmera de nossos celulares, sem que tivéssemos ciência disso? E será que hackers não poderiam dominar tecnologias governamentais e disseminar ódio e medo na população, utilizando a mesma contra o povo? Essas, e outras questões são levantadas pela série e deixam o telespectador reflexivo e imerso em um mundo hipotético que em muito se assemelha a nossa realidade.

    Muito bem recebida pelos críticos internacionais, a série se encontra completamente disponível através da Netflix. Vale a pena conferir!

     

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