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Renato Faury

Profissão: Engenheiro

Cidade: Mogi das Cruzes

Engenheiro civil pós graduado em Engenharia Ecológica, e Assessor do meio Ambiente do LIONS Internacional Governadoria LC-5. Foi por 20 anos responsável pela proteção dos mananciais da SABESP e diretor de empresa de mineração

  • ANTITRANSPIRANTES

    Possuem em sua composição sais de alumínio e derivados que inibem a transpiração e dificultam a eliminação das toxinas através das axilas.

    Postado dia 25 de maio de 2017 às 09h em Educação e Cidadania

    Foto: Reprodução

    Esses produtos possuem em sua composição sais de alumínio e derivados que inibem a transpiração e dificultam a eliminação das toxinas através das axilas.

    Alguns anti-transpirantes podem irritar a pele e desenvolver infecções que podem levar à bacteremia (bactérias na corrente sanguínea). A depilação com lâmina pode agravar uma infecção axilar.

    O corpo humano possui poucas áreas pelas quais as toxinas são eliminadas pela transpiração: As principais ficam atrás dos joelhos, das orelhas e axilas. Não sendo eliminadas, depositam-se nas glândulas linfáticas, debaixo dos braços, onde provocam mutação de células.

    A maioria dos cânceres de mama ocorre no quadrante superior da área do peito, onde se localizam as glândulas. Os homens aplicam os antitranspirantes no cabelo das axilas e não diretamente sobre a pele, por isso o câncer ocorre em menor grau. As mulheres que aplicam antitranspirante após depilar ou arrancar os pelos das axilas, aumentam o risco devido às pequenas feridas e irritações da pele.

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  • DEFICIÊNCIA DE SOL

    A exposição à luz solar natural sem protetor é a estratégia mais simples, mais fácil e uma das mais importantes para melhorar a saúde.

    Postado dia 25 de maio de 2017 às 08h em Educação e Cidadania

    Foto: Reprodução

    Tomar sol é um excelente benefício para os que possuem pressão alta, pois a radiação ultravioleta estimula a produção de vitamina D no organismo.

    A vitamina D inibe a síntese de renina nos rins, uma enzima que participa da produção de hormônios que aumentam a pressão arterial.

    Para que seja sintetizada na quantidade adequada, a exposição de partes do corpo (braços e pernas, por exemplo) deve ser entre 20 e 30 minutos ao sol diariamente, sem filtro solar. 30 minutos diários de sol (dependendo do tipo de pele, do horário e da longitude tem a capacidade de reduzir a pressão sanguínea, devido à alteração dos níveis de óxido nítrico na pele e na corrente sanguínea provocada pelos raios UVA). (ultravioletas)

    Os raios UVA ajudam a liberar para a circulação sanguínea o óxido nítrico armazenado na pele, promovendo assim a redução da pressão arterial.

    Os níveis de pressão arterial e de doenças cardiovasculares variam de acordo com a latitude e com a estação do ano; a hipertensão é mais baixa no verão e em regiões mais próximas do Equador, o que revela o efeito benéfico do sol.

    A vitamina D aumenta a sensibilidade à insulina. Resistência à insulina aumenta a concentração de glicose no sangue, o que aumenta a pressão sanguínea.

    A vitamina D regula a absorção de cálcio e o metabolismo. Níveis mais elevados de vitamina D ajudam a dirigir o cálcio direto para os ossos e dentes ao invés dos tecidos moles, como artérias.

    O número de pessoas com deficiência de vitamina D tem aumentado, devido à diminuição da exposição ao sol, motivado por campanhas de conscientização sobre o câncer de pele.

    Embora benéfica, a vitamina D tem que disputar com os riscos de câncer de pele. A exposição inadequada ao sol pode levar a queimaduras graves, envelhecimento precoce e câncer de pele.

    A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição à radiação ultravioleta da luz solar natural. O uso constante de protetores solares provoca deficiência da vitamina D.

    Os raios de luz solar natural que geram a vitamina D não atravessam o vidro, por isso, o organismo não a produz quando dentro do carro, no escritório ou em casa.

    A vitamina D é essencial para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, o corpo não absorve o cálcio.

    Até mesmo os filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do corpo de gerar vitamina D.

    A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser utilizada pelo organismo e, por isso, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar a ativação da vitamina D circulante.

    Depressão, esquizofrenia, câncer de próstata, da mama, dos ovários e do cólon são mais comuns em pessoas com deficiência de vitamina D.

    Pessoas com pigmentação escura da pele podem precisar de muito mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por causa disso, o câncer da próstata é mais comum nos homens negros.

    A exposição à luz solar natural sem protetor é a estratégia mais simples, mais fácil e uma das mais importantes para melhorar a saúde.

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  • Protetores solares podem causar infertilidade masculina

    Esses produtos químicos imitam o hormônio sexual feminino e em alguns casos, inibem o androgênio, um dos hormônios sexuais masculinos.

    Postado dia 23 de maio de 2017 às 09h em Educação e Cidadania

    Foto: Reprodução

    Os produtos químicos dos protetores solares são absorvidos pela pele podendo interferir no funcionamento das células do esperma, segundo Niel Skakkebaek, da Universidade de Copenhagen, que com outros cientistas efetuou testes relativos a 29 dos 31 filtros UV autorizados nos Estados Unidos e na União Europeia.

    Esses produtos químicos imitam o hormônio sexual feminino e em alguns casos, inibem o androgênio, um dos hormônios sexuais masculinos.

    Esses desreguladores endócrinos são consumidos em larga escala ao redor do mundo, seja pela ingestão de alimentos e bebidas contaminados com eles ou pela absorção através da pele.

    Alguns filtros UV que foram associados ao enfraquecimento do esperma são: avobenzone, homosalate, meradimate, octisalate, octinoxate, octocrylene, oxybenzone e padimate.

    O estudo sugere que as entidades reguladoras devam rever os efeitos dos filtros UV na fertilidade antes de os aprovarem.

    Os resultados da investigação da Universidade de Copenhagen foram apresentados no 98º encontro anual da Sociedade Endócrina em Boston, Estados Unidos.

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  • O lixo e a bolsa de reciclagem

    Todos os nossos resíduos devem ser determinados como matéria-prima para que sejam reutilizados ou reciclados, ampliando-se ao máximo o seu ciclo de utilidades.

    Postado dia 8 de maio de 2017 às 08h em Educação e Cidadania

    Foto: Reprodução/Reciclagem

    Foto: Reprodução/Reciclagem

    Os recursos naturais estão se esgotando rapidamente e podem ocorrer crises de abastecimento de energia, de água, etc. Não precisamos ficar vulneráveis às condições precárias de utilização dos bens da natureza. Somos capazes de tomar medidas adequadas; se não já estaríamos extintos há muito tempo.

    As crises têm o efeito de nos despertar para determinada situação (ambiental ou não) e daí podemos equacioná-la e resolvê-la. A reciclagem é uma solução, uma saída necessária para a evolução tecnológica e respeito às leis da natureza.

    Todos os nossos resíduos devem ser determinados como matéria-prima para que sejam reutilizados ou reciclados, ampliando-se ao máximo o seu ciclo de utilidades.

    As “bolsas de reciclagem” são um pouco de boa vontade para que cada qual disponha adequadamente os seus resíduos ou providenciem interessados para a utilização dos mesmos. Os contatos entre os interessados podem ser feitos através de uma central organizadora, que pode ser composta de sindicatos, associações diversas, Prefeituras Municipais, etc.

    Como exemplo, a bolsa de resíduos da FIESP gerencia o emprego dos resíduos das indústrias associadas, mantendo os seus associados informados sobre quais os materiais e as quantidades disponíveis, locais e preços dos mesmos. Essa bolsa (associação) facilita os contatos para a utilização dos resíduos.

    RESÍDUOS APROVEITÁVEIS

    Na natureza nada se perde e tudo se transforma; os resíduos podem ser reaproveitados ou usados para produzir novos materiais. Por exemplo:

    – PET (garrafas plásticas de refrigerantes): São recicladas para uso na construção civil (fabricação de tubulação, madeira artificial misturada com serragem).

    – PVC, Poliestireno, Polipropileno: Reciclados para o mesmo uso que tinham na primeira embalagem.

    – Sacos plásticos de diversos tipos: são reaproveitados para usos menos nobres, como em sacos de lixo preto, sacos para viveiro de mudas.

    – Plásticos diversos misturados, com dificuldade para a separação, podem ser usados na fabricação de tábuas e aglomerados para fôrmas de concreto, tapumes ou outros materiais para uso na construção civil.

    – Pneus: Já existem máquinas para moer pneus, possibilitando a sua utilização em placas de cimento/borracha, tubos para escoamento de águas pluviais, pneus intertravados para escoramento de taludes. Moído, o pneu usado pode ser adicionado ao asfalto e à borracha nova.

    – Sucatas de ferro: De diversos tipos, separadas pelo teor do aço/ carbono e de outros metais presentes no aço, e enviadas diretamente para as fundições.

    – Latas de alumínio: São compactadas e fundidas para fabricar novas peças de alumínio.

    – Papéis: Há várias qualidades de papel e papelão que são reciclados como papelão novo, papéis para diferentes usos, como papel de embrulho, etc.

    – Isopor: Pode ser reutilizado para a fabricação de blocos de cimento-isopor para paredes, estuques, lajes, isolantes de calor, plásticos.

    – Material orgânico: Devido à rápida decomposição com desprendimento de cheiro desagradável e a falta de espaço nas áreas urbanas, é difícil achar uma solução diferente da coleta pública. Caso tenhamos um quintal, já é possível pensar numa pequena composteira, que, bem manuseada, não emite cheiro e permite a produção de pequenas quantidades de adubo para as plantas.

    – Restos de madeiras e resíduos de jardins: Já são reaproveitados, em algumas cidades. Parte das madeiras é reutilizada na construção civil, na fabricação de utilidades ou como combustível. As madeiras não-reaproveitáveis ainda podem ser utilizadas depois de moídas e peneiradas para fabricar composto orgânico, para utilizar em parques e jardins. Precisamos estimular a mudança de hábitos em relação ao problema do lixo, promover a separação e o reaproveitamento dos materiais recicláveis na própria fonte geradora e encaminhamento dos mesmos às empresas recicladoras.

    – Resíduos de hospitais, salas de curativos, ambulatórios, análises clínicas, etc, devem ser incinerados ou destinados conforme as normas específicas emanadas das autoridades de saúde e ambientais.

    – Resíduos de fontes radiativas: devem ter o destino final controlado pelas autoridades e é mais preocupante porque não percebemos as radiações.

    Foto: Reprodução/Lixão

    Foto: Reprodução/Lixão

    Lixões

    Os resíduos, quando lançados sem nenhum critério e em locais impróprios, formam os denominados lixões, geralmente na periferia dos centros urbanos. O acúmulo do lixo ocasiona mau cheiro, a contaminação do solo e das águas, proliferação de insetos, roedores e microrganismos patogênicos.

    Nos lixões existem diversos problemas ambientais, sendo mais visível a poluição estética do ambiente. A queima de restos de madeira, plásticos e de outros materiais combustíveis mantém sempre a fumaça poluindo o ar e minando ainda mais a já precária saúde dos catadores.

    A possibilidade de apanhar materiais que possam ser vendidos atrai catadores que não têm outras possibilidades, a não ser sobreviver do lixo. Sem ter onde morar; os “sobreviventes do lixo” acampam próximo aos lixões com suas famílias, convivendo com o risco de doenças.

     

    Aterro sanitário

    Não é considerado sanitário nem é um processo de tratamento do lixo. Trata-se apenas de uma disposição no solo, de modo a evitar maiores danos ao ambiente, sem aproveitamento ou reciclagem dos resíduos.

    O lixo é disposto no solo em camadas sucessivas de espessura predeterminada, sendo recobertas por uma camada de solo argiloso e compactado, formando células. Parte dos resíduos se decompõe lentamente sem a presença do ar e evitando o acesso de insetos e animais.

    Nesses aterros, procura-se impedir a infiltração das águas das chuvas no subsolo, com a implantação de drenagem desses líquidos e do tratamento dos mesmos, para evitar a contaminação do lençol freático.

     

    Gerenciamento de resíduos

    Para dispor no ambiente de forma adequada a grande quantidade de resíduos gerados pelas atividades humanas, com o menor impacto possível ao meio ambiente, atualmente os antigos lixões e aterros sanitários estão sendo substituídos pelos denominados Centros de Gerenciamento de Resíduos (CGR).

    São locais adequados para a recepção e destino final de resíduos sólidos domiciliares e/ou industriais, gerados nos municípios (Poder Público) e pelas empresas privadas (Comércio e Indústria).

    Os principais sistemas de proteção do ambiente nos CGR são:

    – camada de impermeabilização no fundo;

    – sistemas de dreno de líquidos percolados, com aplicação de mantas geotêxtis, britas e tubos;

    – sistemas de drenagem de gases;

    – sistemas de drenagem de águas pluviais, com construção de canaletas de concreto, gabiões nos dispositivos de vazão;

    – sedimentação e dissipação das águas;

    – sistemas de tratamento dos líquidos percolados;

    – controle de admissão de resíduos sólidos;

    – fechamento e segurança das glebas;

    – cinturão de área verde para proteção;

    – monitoramento do maciço, da vegetação, fauna, dos gases, e das águas superficiais e subterrâneas.

    Foto: Reprodução

    Foto: Reprodução

    Cooperativa de catadores

    Catadores embriagados e doentes morando debaixo de viadutos ou dos carrinhos de coleta não deveriam constar do nosso panorama social. Como é difícil a vida para essas pessoas menos favorecidas pela sorte e que contribuem com a reciclagem. No entanto, podemos fazer algo em seu benefício, organizando uma Cooperativa de Catadores, que é uma união informal ou formal que forneça benefícios aos cooperados. Muitas já funcionam em alguns municípios.

    Voluntários procuram os catadores e propõem a organização dos mesmos, para reinseri-los na sociedade e providenciar a documentação para seu trabalho. Normas de conduta e de higiene são ensinadas aos catadores, para que sejam bem recebidos nos prédios onde recolhem papel e outros materiais.

    Os catadores passam a serem profissionais autônomos; o rendimento é maior com a utilização de uma sede para acumular os materiais recicláveis que são vendidos diretamente às indústrias, eliminando os intermediários.

    O próximo passo da cooperativa é providenciar abrigos para os cooperados, em lugares próximos da atividade, evitando que passem as noites na rua. Ajuda social, atendimento médico e dentário são outros passos para a obtenção da cidadania e de uma vida decente. Essa é a nossa responsabilidade, pois os catadores são verdadeiros agentes ambientais e vêm suprindo as indústrias com matéria-prima de baixo preço.

     

    Logística reversa

    Logística é o nome dado aos trabalhos de transportar e armazenar produtos dentro de uma lógica de eficiência e modernidade, de acordo com a demanda desses produtos e as possibilidades de armazenagem ou não, dentro de um equacionamento de custos. Logística reversa é a volta dos resíduos desses produtos ao ciclo produtivo; é reciclagem, e também é a restituição dos produtos não consumidos, estragados, descartados, obsoletos, das embalagens, etc…

    Por exemplo, o retorno das latas de alumínio à cadeia produtiva é de aproximadamente 30 dias. Essa reciclagem, no Brasil, gira em torno de 90%. Os plásticos são reaproveitados em torno de 15%. As baterias voltam aos fabricantes porque o componente chumbo é um produto caro e o material da caixa também é reaproveitado.

    Sem remuneração adequada, não ocorre o retorno de produtos e de suas embalagens. Além de legislação pertinente, é necessário haver vantagens econômicas para despertar o interesse na devolução e reintrodução no ciclo produtivo.

    Novos produtos surgem no mercado e ocasionam problemas de logística reversa. Por exemplo, para cada computador produzido, outro fica obsoleto. Por enquanto ainda há o reaproveitamento de uma quantidade de computadores usados. Como recuperar os componentes dos computadores descartados para algum outro uso, para que não se tornem problemas ambientais?

    Quem colocou um produto no mercado é responsável por tudo que o mesmo ocasiona ao ambiente e à sociedade, além da embalagem, do transporte e do retorno à cadeia produtiva.

     

    Lixo hospitalar

    O lixo hospitalar é constituído por restos de comida de doentes, luvas e pedaços de gaze sujos, seringas e agulhas e é um risco a saúde publica e ao meio ambiente. Os resíduos hospitalares em São Paulo giram em torno de 100 ton./dia. A probabilidade de uma pessoa contrair doenças transmitidas pelo lixo hospitalar é pequena, mas existe. Esse risco pode ser evitado e depende principalmente do estabelecimento de saúde que o gerou.

    Os resíduos mais preocupantes são os infectantes que devem ser colocados em sacos brancos e que antes de ir para o aterro sanitário passam por micro-ondas para eliminar os micróbios. Do portão do estabelecimento de saúde o resíduo deve ir direto para uma estação de tratamento ou para um aterro sanitário dependendo do tipo dos detritos. Em nenhuma hipótese esses resíduos podem aparecer nas ruas ou terrenos.

    Hospitais, casas de saúde, clinicas veterinárias, consultórios odontológicos e até lojas de tatuagem produzem lixo hospitalar e devem gerir adequadamente os seus resíduos. Mesmo o hospital que segue todas as normas de saúde pode ter o seu lixo descartado em locais inadequados por funcionários das prestadoras de serviço.

     

    Leia mais sobre reciclagem: 

    Lixo não existe

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  • Descarte de eletrônicos

    Já existem meios adequados para se livrar dos equipamentos eletrônicos usados sem prejudicar o meio-ambiente

    Postado dia 3 de abril de 2017 às 08h em Educação e Cidadania

    eletrônicos

    Foto: Reprodução

    O Brasil produz mais de três mil toneladas de celulares por ano, com a previsão de obsolência de um ano e meio.

    Os equipamentos eletrônicos, como os telefones celulares e os computadores, são confeccionados com metais que são nocivos ao ambiente, como a solda usada nos circuitos internos, o aço, o arsênio, o cádmio, o níquel, etc.

    A maioria dos fabricantes criou programas de descarte dos aparelhos e possui programas de disposição de resíduos perigosos.

    Ninguém lê, mas a maioria dos manuais de instruções dos celulares dá orientações sobre o descarte consciente. Desinformados; os jogamos no lixo, podendo acarretar danos ao ambiente.

    Já existem meios adequados para se livrar dos equipamentos eletrônicos usados, que deveriam existir em todas as lojas de venda de equipamentos eletrônicos, como caixas para receber os aparelhos e outros materiais eletrônicos para entregar aos fabricantes.

    Os fabricantes recebem os aparelhos e os enviam para a reciclagem.

    O celular é desmontado, as substâncias químicas com valor comercial são vendidas ou reutilizadas e os materiais plásticos reciclados e também transformados em novos produtos.

    Os materiais sem uso devem ser descartados, seguindo as regras de proteção ao ambiente. O principal perigo do descarte inadequado está na queima desses materiais ao ar livre, provocando a contaminação do ar, do solo e dos lençóis freáticos.

     

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  • Educação é saber viver

    A boa educação, a cortesia e o respeito pela cidade, pelas outras pessoas e por nós mesmos nos garantem uma vida sem estresse

    Postado dia 28 de março de 2017 às 09h em Educação e Cidadania

    educação

    Foto: Reprodução/Intenrnet

    A boa educação não é apenas para ser aplicada entre as pessoas ditas de fino trato, mas também para o nosso ambiente, como a nossa casa, o local de trabalho, a cidade, o bairro, etc.

    Não incomodar os outros fazendo barulhos em horários inconvenientes é bom para a saúde mental; tanto para a nossa como para a dos outros. “Por favor”, “bom dia”, “obrigado” e “com licença” são palavras que abrem as portas da felicidade.

    Podemos achar feios, sujos e perigosos os nossos ambientes, mas mostrando educação podemos combater a sua deterioração. Não sujar ou estragar bens públicos ou particulares é nossa obrigação. Jogamos o lixo bem acondicionado e nos lugares corretos? Separamos o material reciclável? Mau humor e cara feia não pagam dívidas e perdemos a oportunidade de fazer novos amigos.

    O trânsito não é uma guerra, sejamos simpáticos e iremos nos sentir melhor. Ajudem as pessoas no que puder.

     Ditados como “A pressa é inimiga da perfeição” e “o apressado come cru” podem ressoar algo obsoleto na época da velocidade, do “all fast” e das conexões rápidas.

    A rapidez gera o vício da pressa e a pressa o estresse. A velocidade faz mal e as estatísticas provam isso. Milhares de trabalhadores faltam ao serviço por causa do estresse. O uso de drogas estimulantes aumenta em decorrência da ansiedade de fazer cada vez mais em menos tempo. Os acidentes de trânsito e do trabalho evidenciam o fato.

    A vida apressada e a vida sedentária levam a problemas de saúde. As mulheres que trabalham fora e cuidam da casa são as mais susceptíveis aos transtornos de saúde. Os sintomas mais comuns são ganho de peso, fadiga, perda da libido e mau humor que causam depressão.

    As emoções influenciam a respiração e o metabolismo; porém, as pessoas reagem diferentemente aos estímulos externos, podendo, de acordo com as suas próprias características, ficar estressadas ou não.

    Precisamos reaprender que o trabalho não é tudo, que existem outros valores.

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  • Serviço fundamental

    A limpeza pública é um das tarefas mais caras sob a responsabilidade das prefeituras. Mas os cidadãos não se interessam pelo acondicionamento do lixo

    Postado dia 22 de fevereiro de 2017 às 08h em Educação e Cidadania

    serviço

    Foto: Reprodução

    O serviço de coleta de lixo normalmente não cumpre os horários pré-estabelecidos e os cidadãos colocam os sacos de lixo na rua fora dos horários designados para a passagem da coleta, possibilitando rasgos e espalhamento do lixo, o que atrai insetos e roedores e parte dos líquidos mal cheirosos (chorume) se dispersam pelas calçadas e ruas.

    O acondicionamento adequado desses resíduos é obrigação da população. A coleta e a disposição final é encargo das prefeituras municipais. Os locais onde são descartados os resíduos sólidos das cidades, na maioria das vezes, são inadequados, insalubres, geradores de doenças, além de chamariz de urubus, ratos. Também estão ficando raros e as distâncias estão cada vez maiores.

    Alguns cidadãos ainda contratam carrinheiros para retirar móveis velhos e outros resíduos, que são descartados em terrenos baldios e queimados, o que emite mais poluentes ao meio ambiente.

    A coleta de entulho deve ser feita pelo serviço de caçambas autorizadas e controladas pela prefeitura, para não se correr o risco de despejo de entulho em locais inadequados.

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  • O lixo

    Cuidado para não chamar de lixo materiais que podem ser reutilizados

    Postado dia 25 de janeiro de 2017 às 10h em Educação e Cidadania

    lixo

    Foto: Reprodução

    Quando misturamos diversos materiais para serem descartados, os mesmos passam a ter o nome de lixo; nós mesmos criamos essa situação, portanto, nós é que temos que resolvê-la.

    Todos os materiais podem e devem ser reaproveitados, reciclados, reutilizados, mas isso não acontece por preguiça, desinteresse, falta de receptividade nossa (das pessoas e dos dirigentes públicos).

    Cada pessoa consome em média, anualmente, 90 latas de bebidas, 70 latas de alimentos, 107 garrafas e 45 kg de plásticos; gerando em média 1 kg de lixo por dia.

    Coleta seletiva é solução definitiva, custe o que custar.  Articulemos com os vizinhos ou condôminos a colocação de recipientes em locais e tamanhos adequados ao descarte seletivo. Provavelmente os catadores passarão a frequentar essa rua e retirar esses materiais para vender.

    Taxa de cobrança pelo lixo gerado, apesar do descontentamento geral provocado pela criação de mais uma despesa para a população, se bem aplicada, poderia originar menos lixo. Podemos diminuir a produção de lixo, nos questionando sobre quais futuros resíduos levamos para casa. Podemos influenciar para que sejam utilizadas embalagens mais adequadas.

    Devemos empregar o máximo possível de produtos ecologicamente corretos. Projetos socioambientais como a formação de cooperativas de coleta seletiva de materiais reaproveitáveis é conveniente. Geram emprego e renda para pessoas atualmente excluídas, não somente do mercado de trabalho, mas da vida.

    Sob qualquer pretexto, não se devem misturar os materiais de descarte; não selecionando os materiais reaproveitáveis, geramos o lixo. Materiais misturados = lixo; materiais separados = matérias–primas.

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  • Doenças hídricas

    Qualquer local onde haja água acumulada, como calhas obstruídas, latas, pneus, etc. acaba sendo utilizado por mosquito transmissor

    Postado dia 20 de dezembro de 2016 às 08h em Educação e Cidadania

    hídricas

    Foto: Reprodução

    Água e alimentos contaminados podem transmitir diversas doenças, sendo uma das mais importantes o Cólera, que é uma doença infecciosa aguda do aparelho gastrointestinal.

    Os principais sintomas são: forte diarreia que pode provocar desidratação e levar à morte 24 a 48 horas depois, cólicas, dor de barriga, câimbras e vômitos.

    O Cólera: é uma doença típica de países sem estrutura sanitária adequada. Em dúvida quanto à qualidade da água é melhor ferver a água e esterilizar os alimentos que forem consumidos crus.

    Dengue, Zica e Chicunguia: doenças transmitida pelo mosquito “Aedes aegypti”.

    Os recipientes que acumulam água, ou tenham frestas por onde possam passar os mosquitos, como caixas d’água, garrafas, latas, pneus velhos, etc., com água limpa, são os locais preferidos para o desenvolvimento das suas larvas.

    Febre amarela: é uma doença infecciosa transmitida pelo mesmo mosquito. A doença tem como sintomas a febre alta, dor de cabeça e lombar, náuseas, vômito, prostração e calafrios e é causada por um vírus.

    Leptospirose: transmitida pela urina de ratos que, com as chuvas, ficam estressados por terem as tocas invadidas e urinam mais na água.

    A doença é causada por uma bactéria que entra no organismo pelas mucosas e pela pele ferida; por isso não se deve entrar na água de enchentes. É necessário desinfetar os locais que foram atingidos.

    Pernilongos: necessita de uma temperatura da água entre 25° e 27°, matéria orgânica acumulada, sombreamento da vegetação aquática (aguapé e outros) para proteger as larvas e vegetação nas margens para proteger os adultos.

    Quando a ocorrência de mosquitos se torna crítica, os órgãos responsáveis apelam para paliativos como a nebulização de inseticidas e cortam o mato das margens dos rios e córregos próximos às moradias. Qualquer local, onde haja água acumulada, como calhas obstruídas, latas, pneus, etc. acabam sendo utilizados por este mosquito.

    O uso de telas mosqueteiras, a eliminação dos possíveis criadouros dos mosquitos e não deixar água parada são algumas medidas ao nosso alcance para minimizar esse problema.

     

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