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Priscila Kähler

Profissão: Professora

Cidade: Mogi das Cruzes

Graduada em Propaganda e Marketing com pós em Marketing e Planejamento e Marketing Turístico e Mestrado em Comunicação Social. Coordena os cursos: Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Marketing da Universidade Braz Cubas, em Mogi das Cruzes. Professora de Empreendedorismo, Marketing e Endomarketing da FATEC - Mogi das Cruzes. Foi consultora do SEBRAE SP e diretora e consultora do CEAC - Centro de Estudos Avançados em Comunicação e Marketing.

  • A afetividade nos negócios

    Nada supera o afeto! Nada supera o aperto de mão energético, o abraço sincero e o sorriso do olhar ou da própria boca

    Postado dia 7 de março de 2016 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

    Foto: Divulgação/Internet

    Foto: Divulgação/Internet

    Sim, sou afetiva sim! E sou mulher de business também! Para você esta combinação não soa bem? Que pena, pois acho que só se somam excelentes resultados e ganhos se investirmos forte nesta combinação.

    Vamos lá! Segundo o dicionário Michaelis:

    “Afetividade é uma faculdade afetiva; qualidade de quem é afetivo. Capacidade de exprimir-se na linguagem da emoção que nos despertam as idéias enunciadas, bem como a de despertar nos outros idêntica emoção”.

    E é o que falta no mundo, nas empresas, nas pessoas, nas relações! E tudo são relações!

    Não tenho como premissa que para negócios só se necessita de relações frias, calculistas e analíticas ao extremo! Falta a afetividade! Sinto falta dela em tudo, em todos os segmentos, em todas as instituições, em todas as (ou quase todas) as relações.

    Existe um medo de se expor, de se exprimir, de se mostrar por parte de empresas, pessoas, etc… Soa para mim como que se eu me mostro eu me fragilizo!!! Será mesmo?

    Vale uma reflexão!

    A cada dia tenho sido mais afetiva e tenho tido melhores resultados. Ao meu ver transmito uma transparência, uma autenticidade, um carisma diferente, e até mesmo um poder maior de negociação e persuasão.. Para mim é um trunfo, um bônus, um diferencial!

    Sinto que poucos pensam assim! Ganhariam tanto com esta atitude!

    E acredito que afetividade é atitude!!! É falar, é demonstrar, é transparecer, é “transcender”!

    É se colocar no lugar do outro. É querer efetivamente o ganha-ganha, é a verdadeira essência da parceria.

    Pra mim é a base de tudo!

    Neste sentido sou radical! Acredito nisso e ponto!

    Você pode me dizer que o racional é mais assertivo, é mais promissor, é mais pragmático! Pode ser! E qual o resultado disso? Menos sofredor, menos envolvido, menos influenciado?

    Ser frio, impassível pode ter suas vantagens! E convido você a me dizer aqui nos comentários quais são elas!? Me convença por favor que quando trata-se de business, a frieza é o ideal! Use os argumentos que forem, mas por favor me convença!

    Nada supera o coração aberto! O sentimento verdadeiro, a sensibilidade de olhar o outro. Não acredito que se obtenha mais sem este envolvimento, sem esta projeção, sem se ter a relação. E quando digo relação, não estou me referindo a amizade, ou outras relações, mas sim a relações entre seres humanos que se respeitam e sabem que os dois possuem sentimentos iguais, ou melhor, idênticos.

    Nada supera o afeto! Nada supera o aperto de mão energético,  o abraço sincero e o sorriso do olhar ou da própria boca! Estes atos abrem portas, abrem conversas, quebram ou até derretem o gelo, abrem os corações.

    Sabe-se que as partes têm interesse! Mas quem não tem? E partindo deste ponto, o afeto é o grande lucro! É o grande ganho! É o que restará ao final!

    Por isso digo: Não perca a chance de ser afetivo! Do seu jeito, com seu estilo, com sua personalidade, com suas características. A autenticidade é tudo, e a afetividade sempre leva vantagem!

    Curta, goste, adore e até ame verdadeiramente seu partner, player, business, mas seja verdadeiro e não tenha medo de expressar o que sente! Seja ético! Seja real e principalmente faça ao outro o que gostaria de receber!

    Afeto e negócios: Será que estou na coluna certa?

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  • Profissional de marketing: Você ainda vai ser/ter um!

    Tenha marketing como filosofia e encante seu cliente com alto nível de entrega!

    Postado dia 10 de fevereiro de 2016 às 00h em Empreendedorismo e Gestão

    marketing

    Foto: DIvulgação/Internet

    Gravando um vídeo sobre o curso de Marketing para a Universidade em que sou coordenadora, fiz uma confissão. Originalmente, o vídeo era um chamado para possíveis alunos que ainda não sabem em qual área desejam se graduar ou atuar. Disse que iria contar-lhes um segredo: Que todos os profissionais, de quaisquer áreas do conhecimento, deveriam fazer o curso de marketing.

    Sejam médicos, dentistas, advogados, biólogos, enfermeiros, fisioterapeutas, pedagogos, farmacêuticos, engenheiros, arquitetos, designers, psicólogos, profissionais de todos os ramos da administração, enfim, dentre todas as outras áreas e profissões, creio sinceramente, que devam e precisem cursar marketing.

    E por qual motivo deveriam? Por vários motivos!

    Primeiro porque visão ampla de mercado é imprescindível para qualquer setor, em todos os segmentos e nichos. Conhecer o mercado, seus concorrentes, o comportamento de seus clientes, empreitar uma pesquisa, seja formal, informal ou empírica, como uma enquete ou até mesmo um questionamento simples para conhecer o público de interesse. Conhecer todos estes fatores é decisivo para planejar a sobrevivência e manutenção de seu empreendimento: Comércio, loja física, e-commerce, clínica, consultório, escritório, escola, empresa, indústria, consultoria, ONG, estúdio, ateliê, oficina, etc. Não é possível querer sobreviver ignorando tudo isso!

    Depois porque é vital se antecipar às tendências de mercado, se aprofundar no próprio setor a fim de dar conta do que os seus consumidores irão querer em curto, médio ou longo prazo, e ainda assim no presente, saber lidar e se adequar às variáveis macroambientais, ou seja, às  variáveis sobre as quais não se têm controle, mas que afetam decisivamente  seus negócios e seus resultados: A economia local e global; a tecnologia que avança numa velocidade absurda, maior que a da luz; a cultura, a demografia, alterações sociais e os impactos destas na maneira de se consumir; o meio ambiente, seja por seus recursos escassos, findáveis, seja pelo clima, e todos os fatores que podem trazer benfeitorias ou prejuízos à oferta de produtos e serviços.

    Deter estas informações, intuir com agilidade suficientemente prudente para rever seu mix de produtos e/ou serviços, ou a oferta dos dois, analisar e posicionar estrategicamente seus preços, ou melhor, agregar valor na percepção de sua qualidade e seu custo X benefício, e ainda assim, distribuir e deixar convenientemente disponível sua oferta conforme necessidade, desejo e “devaneio” de seus públicos, e também comunicar precisa e adequadamente, mirando e acertando o alvo de quem realmente deve “comprar” de você, são algumas das premissas para ser de alguma forma competitivo em seu mercado.

    Enfim, o domínio destes conhecimentos é extremamente válido para todos os profissionais em todas as áreas de atuação. Se não deseja ou não pode ter o domínio destas competências e habilidades, seja assertivo e coerente: Contrate um profissional de marketing. A profissionalização e o alto nível das empresas em todos os setores começam com este profissional técnico, competente, habilidoso, focado na importância do planejamento estratégico para conhecer, entender e atender o mercado com excelência, apto a criar diferenciais relevantes para a melhoria da performance institucional nos aspectos estruturais, materiais, e especialmente intelectuais e comportamentais, totalmente estratégicos, os quais qualquer empreendimento necessita sempre.

    Seja um construtor de corporações férteis, sustentáveis, competentes, profissionalizadas, ou melhor, seja um player de peso em seu segmento: Tenha marketing como filosofia e encante seu cliente com alto nível de entrega!

    Como profissional de marketing não quero me gabar não, mas atualmente, neste mundo onde a  concorrência é totalmente  “selvagem” e onde iguais se digladiam de forma sangrenta na busca pelo consumidor, e para qualquer que seja a pergunta, a resposta é: Faça MARKETING!!!!!

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  • Eventos: Modos de usar

    Fim de ano, época de muitas confraternizações, comemorações, festejos, enfim, época em que muitos eventos acontecem. Eventos sociais e empresariais. Seja no final, início ou meio do ano, o evento é uma data mais que especial e não se imagina os impactos de um evento: Seja ele bom ou ruim!

    Postado dia 11 de janeiro de 2016 às 00h em Empreendedorismo e Gestão

    Buffet-Rio-de-Janeiro

    O segmento de eventos movimentou mais de 209 bilhões de reais no ano de 2013, segundo a Agência SEBRAE de notícias. Portanto é especial e altamente rentável.

    Os autores são unânimes no conceito: De uma festa de aniversário às Olimpíadas, todos são considerados eventos e a importância de todos eles deve ser considerada em demasia, já que realmente têm um significado mais que especial para quem realiza e, principalmente, para quem é destinado.

    Evento é imagem! E imagem realmente é tudo! Evento evidencia a imagem, seja da empresa, do lugar, da localidade, das pessoas, da pessoa, da marca! Exatamente: O resultado de um evento traz significado para a imagem da marca! Seja positivo, que é a proposta de qualquer evento, ou negativo, quando as coisas não saem tão bem e assim não se atinge o objetivo esperado.

    Muitas pessoas se aventuram na organização e realização de um evento, pois não têm conhecimento do quão se envolverão com a imagem gerada: Imagem da marca trabalhada e imagem do próprio evento que, por sua vez,  se reflete na imagem da marca.

    Organizar um evento não pode ser uma aventura! É necessário muito planejamento, envolvimento, comprometimento, relacionamento, persuasão, experiência, ou melhor, vivência e excelentes referências. Em eventos não existe lugar para o amadorismo. Eventos precisam ser profissionais  e realizados por profissionais.

    Características básicas para profissionais de eventos vão desde o perfeccionismo exacerbado até o foco total em planejamento rico em detalhes e senso de urgência apuradíssimo para planos B, C, D…Z, ou seja, planos de contingência. Sem estas e mais algumas características, o organizador do evento assume o risco de realizar um evento com resultado previsível: O fracasso.

    Organizar e realizar um evento, por mais simples que seja, sempre envolve imagem e em consequência, a percepção  de valor da marca, denotada na atenção aos detalhes: Iniciada por um briefing muito bem feito e detalhado,  indo até o conhecimento e entendimento da missão, visão, valores da empresa e o objetivo do evento.

    Tudo pode fazer a  diferença, como cartas na manga, poder de improviso,  previsão do imprevisível, pois imprevistos  sempre acontecem e é nesta hora que o profissional precisa estar preparado para lidar com situações que podem comprometer todo um planejamento e a percepção de valor da marca vai por água abaixo.

    Qualquer erro pode ser catastrófico:

    Fica a imagem para quem assiste, para quem participa, para quem visita, para quem organiza, para o convidado, para a empresa, para a marca, que é o maior ativo que uma empresa/pessoa deve ter.

    Portanto, para que o evento traga o resultado a altura da marca, se atente: Profissionalize-se, estude, adquira competências sobre ou contrate  profissionais de eventos com vasta experiência, referências e, principalmente cheque a veracidade deste know how. Caso contrário, espere pelos efeitos adversos. Não corra riscos, busque nestas dicas planejar, repensar e reavaliar a possibilidade de realizar um evento pensando somente em diversão e custo. Evento não se resume a diversão somente. O entretenimento é a chave de um grande evento, porém sempre se coloque no lugar do convidado, pois evento é uma experiência e deve ser perfeita, já que sua lembrança é eterna e sua reputação também! Sem contraindicações!

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  • A marca Google vale 174 milhões de dólares. E a sua marca, vale quanto?

    O que você quer como sua profissão, qual a sua vocação, qual o seu desejo, o que lhe dá prazer? Quais são as suas habilidades, competências? E afinal, a que veio?

    Postado dia 8 de dezembro de 2015 às 00h em Empreendedorismo e Gestão

     

    mkt

    Hoje um dos maiores termômetros para mensurar o patrimônio de uma empresa é o valor de sua marca, ou seja, este ativo intangível chamado “marca” ou grife pode valer milhões, se for entendido pela própria empresa como foco de uma boa, boa não, excelente gestão!

    A gestão da marca, ou como chamamos, apoiados por um conceito moderno e bastante complexo, o Branding, precisa de atenção, cuidado, gestão mais que eficaz, agilidade e especialmente respeito.

    Para simplificar tudo isso, vamos transpor para a marca mais importante de sua vida: A sua marca! O seu nome, a sua “grife”! O que você está fazendo por ela? De que forma está gerindo sua marca? Quando entramos no mercado de trabalho, ou melhor, quando nossa vida profissional se inicia, se inicia também a gestão de nossa marca. Ou não!

    O que você quer como sua profissão, qual a sua vocação, qual o seu desejo, o que lhe dá prazer? Quais são as suas habilidades, competências? E afinal, a que veio? Qual a sua missão? Partindo destas perguntas, nasce então o seu planejamento estratégico pessoal: pense quais são os seus valores, qual é a sua missão e sua contribuição para a sociedade. Como se imagina no futuro? Se conseguir definir e responder a estas questões, um primeiro grande passo já estará dado: Você sabe sua razão de ser (sua missão), como quer ser visto (sua visão), aonde quer chegar (seu objetivo) e quais valores são primordiais para alcançar tudo isso.

    Imagine uma situação ao seu redor. Trace um cenário onde está inserido: Com situações sociais, econômicas, legais, tecnológicas e ambientais e quais destes aspectos mais afetam você, seja de forma positiva ou negativa. Vamos partir então para um análise SWOT pessoal: Trace um quadrante com seus pontos fortes e pontos fracos frente as ameaças e oportunidades deste cenário. Pronto! Você já tem uma análise imprescindível para visualizar sua situação no mercado. Você possui mais pontos fortes e o mercado lhe oferece mais oportunidades ou possui mais pontos de melhoria e muitas ameaças se apresentam para você?

    Faça uma análise desta matriz. Seja isento! Pense em você enquanto um produto sendo lançado num mercado altamente competitivo. Seja analítico, reflita sobre esta análise.

    E agora então é partir para o plano de ação: Desde pequenos detalhes, até os mais visíveis cuidados, é preciso gerenciar cada passo em direção ao seu objetivo.

    Quais competências são essenciais para sua atuação. Você as possui? Se sim, ótimo: Pontos fortes. Caso contrário, busque estas competências. Aprimore seus pontos fracos!

    Algumas dicas básicas:

    – Cuide de sua aparência. Você não precisa ser um modelo ou manequim de desfile ou somente se vestir com roupas caras, de grifes ou marcas famosas, mas analise seu tipo físico e o que lhe cai bem. Existem muitas marcas mais acessíveis com modelos bacanas que combinam com seu estilo. O importante é pensar nisso e ser cuidadoso com a sua “embalagem”! Aqui menos é mais.

    – Observe com quem você anda! Suas companhias dizem muito sobre você! Outras pessoas também possuem suas marcas e em consequência, seus posicionamentos. Elas têm a ver com você? Elas agregam valor (em todos os sentidos!) à sua marca: Afetivamente, profissionalmente ou pessoalmente?

    – Cuidado com suas atitudes. Do simples ato de pegar um papel do chão ao que você diz ou não diz para uma pessoa de seu convívio, ou nem tão próxima assim, tudo isso mostra alguma imagem sobre a sua marca! Como exemplo: Você cumprimenta todos ao chegar ao trabalho? Um bom dia, um boa tarde fazem muita diferença em sua atitude! E em sua imagem!

    – Seja estratégico: Pesquise sua área, entenda as tendências deste mercado, tenha planos A, B, C… Teste a sua empregabilidade. Capriche no currículo, seja criativo, ousado, proativo, tenha postura intraempreendedora, fomente seu entusiasmo, tenha brilho nos olhos!

    Assim como a marca “VOCÊ”, as empresas têm que focar e direcionar todos os seus esforços em suas marcas, desde os mínimos detalhes, até as mais visíveis estratégias que impactam fortemente todos os públicos e geram forte repercussão.

    Pense nisso! Cada ação precisa ser gerenciada com cuidado, atenção, inteligência e respeito. Será que este é o segredo do Google?

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  • Fica a dica: Cuide de sua comunicação verdadeiramente

    Na maioria das vezes, o cliente sabe muito mais sobre a empresa do que ela própria

    Postado dia 22 de outubro de 2015 às 11h em Empreendedorismo e Gestão

     

    ejecutivos

    É inadmissível que as empresas atuais não se comuniquem com seus stakeholders* de forma eficaz, esclarecedora e os tratando como únicos. Hoje a comunicação é o maior patrimônio que as instituições possuem, portanto precisam valorizar e gerir de forma correta, responsável e profissional.

    As informações de mercado estão no domínio dos públicos e podem ser encontradas numa simples e rápida busca no smarthphone, estejam os públicos onde estiverem. E isso é muito sério!

    O consumidor hoje, ao cogitar adquirir algo, seja produto, serviço, seja doação ou até mesmo voluntariado, privado ou público, qualquer categoria, compra complexa ou simples, de alto ou baixo envolvimento, enfim, para qualquer aquisição, ele busca e obtém todo tipo de informação que deseja a respeito desta: Tudo sobre o concorrente, a política da empresa, os fornecedores, as certificações, a experiência de outros clientes, os problemas e as soluções entregues, ou seja, na maioria das vezes, o cliente sabe muito mais sobre a empresa do que ela própria.

    E isso pode ser muito bom ou muito ruim! Depende do desempenho da instituição e de seu zelo com sua comunicação. Na era do “acesso total”, é imprescindível para a sobrevivência da empresa que sua comunicação seja “holística”, respeitosa e verdadeira, já que se corre o risco de o cliente ser o principal agente produtor de conteúdo concernente à empresa, seja ele positivo ou negativo: O que é muito pior!

    Profissionalizar a comunicação é vital para viver e sobreviver num mercado de convergência absurda! A era das redes fechou o cerco para instituições que não estão nem aí para o que fazem e para o que dizem (ou o que não dizem!). Quando isso acontece o cliente reclama, anuncia, veicula, compartilha, difama, denigre e lidera centenas ou milhares de outros clientes ou prováveis clientes na disseminação de notícias / propagandas negativas sobre o produto ou serviço que não se importou com isso. O poder do conteúdo e da mídia foi para as mãos dos públicos, inclusive!

    Como dizem nas redes sociais: #ficadica: Se atentar à comunicação on ou off line de sua empresa, estando presente, gerindo de forma respeitosa e cuidadosa, sendo verdadeiro e transparente, e principalmente, deixando a cargo de quem realmente entende de se comunicar e é profissional da área. Amadorismo não cabe mais! Não condiz com o presente e com o futuro de sucesso que as instituições querem ter.

    *Stakeholders: todos os públicos com os quais a empresa se relaciona.

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  • Entre a crise e o cliente, fique com o cliente!

    Em tempos de "suposta" crise, todos sabemos que o consumo continua... Continuamos comendo, bebendo, nos vestindo, nos medicando, passeando, viajando , estudando (mais do que nunca"), construindo, nos divertindo, nos presenteado, nos locomovendo. Enfim, não é possível parar! Diminuir talvez, ou não! 

    Postado dia 29 de agosto de 2015 às 13h em Empreendedorismo e Gestão

    homem-escutando

    O receio de investir, gastar, consumir além da conta é percebido? Sim, mas é percebido por quem? Quais empresas sofrem mais impactos com a crise? Quais colaboradores percebem mais esta situação e veem seus empregos em risco? Quais setores sofrem mais com momentos como este?

    Todos os que atendem mal, os que negligenciam as necessidades e desejos de seus clientes, os que estão desatentos ao movimento do consumo, os que estão indiferentes com a escolha dos consumidores, os que se acham melhores que os concorrentes, os que não se atentaram que o consumo continua e que os clientes estão apenas mais racionais e seletivos, e com isso, precisam ter mais confiança e atenção dos vendedores.

    E as empresas já levantaram suas “antenas” para captação desta situação?

    A maioria delas não!

    As empresas continuam atendendo mal, desprezando os clientes, mostrando uma baixa criatividade nas ações que devem chamar, pelo menos a atenção, dos clientes para seus PDVs, sejam físicos ou virtuais.

    Elas não se deram conta de que agora é a hora de treinar, preparar, planejar, motivar, articular estratégias para encantar e fazê?lo se apaixonar. Afinal, é o cliente que afeta a crise. Não é a crise que afeta o cliente, mas sim o cliente é quem pode afetar a crise.

    É nesta hora que um excelente atendimento, uma atenção especial, um tratamento único e individualizado, um prazo de entrega cumprido, um mimo a mais, uma antecipação no orçamento, um sorriso ao atender pessoalmente ou por telefone, uma ligação ou mensagem no Whatsapp, no Facebook, por SMS ou qualquer que seja o meio, uma agilidade na busca do produto ou serviço, um pós venda cuidadoso, focado, personalizado, ou simplesmente uma vontade de resolver o problema do cliente! Esse pode ser o grande trunfo, um caminho para sair da crise.

    Ultimamente tenho visto muitos exemplos de empresas muito impactadas pela crise, São amigos que relatam: “Fui a uma empresa de móveis planejados. Quero comprar, preciso comprar. Levei meu projeto, fui atendido por algumas que estão sofrendo demais com a crise”. Quais eram essas empresas? As que possuíam estes discursos:

    “Compre comigo, não possuo showroom, nem mostruário, mas pode confiar! O produto é bom!”

    “Lhe mando o orçamento o mais breve quanto for possível!” Doze dias depois e nada…

    “Desculpe pelo projeto! Coloquei a porta da cozinha do lado errado! Aguarde mais uns 10 dias e lhe farei um novo projeto!”

    Ainda em outras empresas também do segmento de construção civil:

    “Para que entenda melhor o produto, vou desenhar aqui mesmo neste papel de pão, e então tiro todas as suas dúvidas!”

    “Puxa vida, o do mostruário tem, mas acabou…”

    “Precisa vir até a empresa para pagar, vendo areia e pedra, mas só aceito cartão de débito.”

    “Com quem você falou? Sem o nome da pessoa fica difícil lhe ajudar.”

    Pérolas como estas, entre outras, foram ouvidas por amigos que estão construindo seus imóveis justamente neste momento de crise. E certamente nessas empresas, ao sair o próximo cliente, os vendedores, e até mesmo o proprietário, se olham e lamentam: “Que crise! É culpa do governo!”

    É nesse momento que todas as estratégias e táticas devem sair do papel (ou da mente, ou do bom senso) e serem praticadas. Será que os empresários/gestores ainda não entenderam que para driblar a crise é preciso estar acima da média? E a média é tão baixa que qualquer ação que se faça trará muito resultado?

    Não é preciso fazer um curso de marketing ou de administração (ou é?) para compreender o cliente, seus desejos ou necessidades, sua forma de agir e pensar (se coloque no lugar dele por um minuto e perceba o que ele gosta…)

    Mesmo que empiricamente, observe seu cliente, entenda?o, busque suprir suas vontades básicas. Seja educado, respeitoso, atencioso, prestativo, solícito, esteja inteiro para o cliente. Num mundo fast, conectado e superficial, experimente ESTAR para seu cliente: Envolvido com o problema dele, focado na sua necessidade e PRESENTE no seu tratamento.

    Pratique ESTAR para seu cliente, para seu negócio e para a  ação. Tenha atitude! Abracepara si o desejo do cliente. Transmita para ele confiança, segurança, presença. Passe por cima da crise de uma forma simples: faça bem o que você se propôs a fazer!

     

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