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Leila Navarro

Profissão: Palestrante

Cidade: São Paulo

Com abordagens voltadas à felicidade e bem-estar, empreendedorismo, comportamento humano, mudança e atitude, assertividade e comprometimento, Leila Navarro traduz de forma prática e direta as condições para uma pessoa ser bem-sucedida e feliz na vida pessoal e profissional. Com 17 anos no mercado de palestras, ela mantém consolidada a sua carreira no Brasil e no exterior. Segundo a Revista Veja, integra o ranking dos 20 mais notáveis palestrantes brasileiros. É autora de 15 livros!

  • Tenha uma atitude estratégica perante a vida

    Abandone alguns hábitos, incorpore outros. Encare o mundo de uma nova maneira e aprenda a ser feliz!

    Postado dia 4 de abril de 2017 às 10h em Empreendedorismo e Gestão

    vida

    Foto: Reprodução

    Todas as pessoas têm a possibilidade de aprender sobre felicidade e exercitar essa prática, o que vai nos levar a um mundo formado por pessoas mais tolerantes, conscientes, generosas, resilientes, atentas ao meio ambiente, ao equilíbrio, à aprendizagem e à prática do amar.

    Aceitar essa possibilidade, aprender a ser feliz e a amar são oportunidades de gerar bem-estar e confiança no desenvolvimento da habilidade de inspiração e colaboração em um projeto comum e sustentável chamado Planeta Terra.

    Agora, para que isso se torne efetivo em nossas vidas, é preciso abandonar alguns hábitos e incorporar outros. Isso tem um preço, mas ao ter uma atitude estratégica perante a vida você vai perceber o quanto vale muito a pena o esforço. Veja 20 ações que vão te ajudar a encarar a vida de outra forma a partir de agora.

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    1. Deixe de se preocupar com o que as outras pessoas pensam de você. Crie os seus próprios parâmetros!
    2. Deixe de querer agradar a todos. Alimente sua autoestima!
    3. Deixe de participar de rumores ou fofocas. Socialize-se com pessoas inspiradoras!
    4. Deixar de se preocupe à toa. Concentre-se no que é realmente importante!
    5. Deixe de ser linear. Pense fora da caixa!
    6. Deixe de levar tudo para o lado pessoal. Confie em si mesmo!
    7. Deixe o passado para trás. Viva o agora e projete o futuro!
    8. Deixe de gastar dinheiro e energia em coisas desnecessárias. Valorize tudo o que você já tem!
    9. Deixe a raiva de lado. Perdoe e ame mais os outros!
    10. Deixe de controlar. Faça fluir a confiança!
    11. Deixe de querer ser o dono da razão. Esteja aberto a novos caminhos!
    12. Deixe de culpar os outros. Assuma os seus próprios erros!
    13. Deixe as crenças limitadoras. Acredite no seu potencial!
    14. Deixe a necessidade de impressionar os outros. Enxergue o outro como legítimo outro!
    15. Deixe a resistência à mudança e ao novo.  Arrisque-se!
    16. Deixe os rótulos de lado. Amplie sua visão!
    17. Deixe de ver apenas o lado negativo do medo. Encare-o como um trampolim para o sucesso!
    18. Deixe de ser crítico. Observe mais!
    19. Deixe a procrastinação. Tenha atitude!
    20. Desapegue-se!
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  • 5 passos para fazer da mudança uma força positiva

    Para alinhar a carreira ou o negócio às transformações econômicas, políticas e até sociais, é imprescindível uma nova forma de se relacionar, pensar, decidir e agir

    Postado dia 20 de março de 2017 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

    mudança

    Foto: Reprodução

    As empresas e os profissionais que estão se saindo bem no mundo atual são aqueles que se mostram melhores não só em se adaptar às mudanças, mas também em se adiantar a elas. Ao invés de enxergá-las como adversidades, encaram como oportunidades, uma nova possibilidade para chegar aonde se deseja com mais habilidade. Na conjuntara que vivemos ainda é possível escolher se queremos produzir mudanças ou sofrer as consequências delas; porém, é impossível eliminá-las.

    Períodos de crises econômicas e incertezas configuram o momento certo para implementar uma estratégia de mudança. No atual cenário não dá mais para tomar decisões e agir nos moldes tradicionais. Para alinhar a carreira ou o negócio às transformações econômicas, políticas e até sociais, é imprescindível uma nova forma de se relacionar, pensar, decidir e agir sob várias perspectivas. Isso requer a habilidade de gerar alternativas, sem pensamentos condicionados.

    1 – Tenha um propósito vital, um sentido de vida que abarque a vida pessoal e profissional. O propósito vital tem a ver com uma visão de como queremos recordar nossa vida no final da jornada e como queremos que nossa existência seja lembrada. Sem um propósito não há rumo nem desafio. E sem desafio não há mudança. Só um propósito vital bem definido nos ajudará a permanecer firmes ante os altos e baixos da vida e da instabilidade das emoções frente ao momento atual. Esta perspectiva nos ajudará a relativizar os momentos de dificuldade e a mantermos um rumo claro, com atitudes positivas e construtivas.

    2 – Reconheça seus preconceitos pessoais e livre-se deles. Os preconceitos são padrões que uma pessoa tem em relação a alguém, a um grupo ou alguma coisa. Quando nos limitamos a eles, perdemos oportunidades de construção de novos relacionamentos. Ficamos presos a conceitos, padrões, culturas, experiências e pessoas.

    3 – Programe-se para um autodiálogo positivo e a troca constante de ideias com seus pares. A renovação das ideias e conceitos é primordial para traçar novos caminhos e estratégias. Pessoas que ficam limitadas às suas próprias ideias, sem permitir crescimento com novos saberes, têm dificuldade para encarar as mudanças. Quando estamos abertos para novas percepções, as “lentes” se ampliam e projetam novas perspectivas.

    4 – Assuma os problemas, os reveses e fracassos como processos naturais e oportunidades de aprendizado. Quando encaramos os obstáculos da vida como forma de desenvolvimento, geramos uma força mental positiva e aumentamos as chances de encontrar novos caminhos. Muitas vezes uma tormenta momentânea é justamente o que nos faz abrir os olhos para as oportunidades. Seja grato ao Universo por todas as coisas e isso fará com que você flua em todos os aspectos da vida.

    5 – Desapegue-se das expectativas positivas ou negativas. Muitas pessoas ficam na expectativa e acabam se travando com o foco em uma única coisa e quando surgem outras possibilidades não conseguem enxergar. Estagnadas, não usufruem de novos aprendizados, de possibilidades que fazem crescer e prosperar. No mundo atual não há mais espaço para nenhuma espécie de estagnação.

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  • Imposto de renda e felicidade podem caminhar juntos?

    Estar isento do Imposto de Renda está diretamente ligado a ganhar tão pouco que não dá para contribuir com parte dos seus recursos com a sociedade

    Postado dia 14 de março de 2017 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

    imposto de renda

    Foto: Reprodução

    Você sabe qual é o país do mundo que mais paga Imposto de Renda? Acha que é o Brasil? Errou! Estamos diante de um paradigma enraizado, porém, totalmente errado! Os países que mais pagam IR são aqueles com alto nível de desenvolvimento. Nos países que ocupam as melhores posições no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo paga-se quase 50% de Imposto de Renda. Alguns chegam a superar essa percentual.

    Você tem conhecimento de qual é a realidade do Brasil? Hoje o Brasil ocupa a 9ª posição como potência mundial. Por outro lado, no quesito IDH ocupamos a 75ª posição. No ranking do IDH, o primeiro lugar é ocupado pela Noruega, seguido da Austrália e Dinamarca. Níger (África) ficou na posição de país menos desenvolvido do mundo, seguido por República Democrática do Congo, República Centro Africana e Chade. Criado em 1990, o IDH compara riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e demais fatores entre os países. Com o índice é avaliado o bem-estar de uma população e, assim, classifica-se o país em desenvolvido, em desenvolvimento ou subdesenvolvido. Com essas informações, você acha que felicidade e bem-estar podem ser aliados do Imposto de Renda?

    Durante toda a minha vida eu fui empreendedora autônoma e quando me deparei com a necessidade de declarar Imposto de Renda, pedi orientação para o meu pai. Contador por formação, ele estava acostumado a fazer os cálculos necessários das deduções. Fazíamos a minha declaração juntos e quase sempre eu tinha que pagar. Diante da minha indignação, considerando-me “a injustiçada”, o meu pai alertava: “Você devia agradecer porque só paga Imposto de Renda quem ganha, quem não ganha não paga”. Diante disso, você prefere contribuir ou ser isento?

    A informação transmitida por meu pai passou a fazer parte da minha vida e por isso, ao contrário da grande maioria, o meu paradigma é que “pagar imposto de renda é que é bom, o ruim é ser isento”. Você já pensou no que realmente significa ser contribuinte ou ser isento? Estar isento do Imposto de Renda está diretamente ligado a ganhar tão pouco que não dá para contribuir com parte dos seus recursos com a sociedade! Ao fazer essa reflexão, concluo que pagar Imposto de Renda é uma coisa boa!

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    Recentemente eu dei uma palestra sobre felicidade para os auditores fiscais da Receita Federal e você sabe qual é a grande “infelicidade” deles? Ao exercerem sua atividade profissional, eles são muito mal recebidos. A maioria dos empresários detesta a presença de um auditor e os recebe a contragosto. Imagine todos os dias você visitar pessoas que não conhece e, ao orientar e cobrar um posicionamento correto, ela passa a agredir, justificar, argumentar e responsabilizá-lo pelo percentual que deve ser declarado ao governo com frases do tipo: “Pago e não recebo nada em troca. Para onde vai o meu dinheiro? Que retorno eu tenho com esses impostos? Por que eu devo pagar tudo isso? E essas fraudes, corrupções e blá, blá, blá…”.

    E é exatamente aí que eu queria chegar! Poderosos e poderosas! Abram os olhos!  Não dá mais para pensar em “dente por dente, olho por olho”! O roubo do outro não deve justificar as minhas atitudes. Ditos populares como “ladrão que rouba de ladrão tem 100 anos de perdão” devem ser extirpados do senso comum e isso começa com a minha e a sua atitude. Usar a inteligência para sabotar, enganar e criar artimanhas para sonegar é corrupção tanto quanto o ato de desviar dinheiro público. O mais pobre dos pobres são os corruptos que recebem a missão de distribuir renda e desviam as contribuições, o que resulta em total falta de confiança. Um país com alto IC – Índice de Corrupção nunca estará entre os primeiros do IDH. Mas, você está disposto a mudar posicionamentos para o bem comum?

    Outro dia ouvi um economista afirmar que para baixar a corrupção em um país é necessário aumentar a penalização. Será isso mesmo? Um erro não deveria justificar o outro – ao contrário do que está gravado no consciente coletivo, acertar é humano e devemos mudar a nossa mentalidade. Fazer a declaração do Imposto de Renda será encarado como um gesto correto, honesto e de felicidade quando as pessoas se conscientizarem que só paga quem ganha e ganhos geram riquezas e riquezas geram bem-estar e tantos outros benefícios.

    Você imagina o que seria o Brasil se todos pagassem Imposto de Renda? Visualize o nosso país como um grande condomínio. Se cada um de nós tivesse que contribuir para manter e desenvolver essa grande comunidade, onde o respeito ao bem comum estivesse em primeiro lugar, certamente afirmações como “se é bom para todos é bom para mim” seria a nossa realidade, certo? Então, cabe a nós mudarmos a história de que brasileiro tira vantagem em tudo e passar a concentrar nossas atitudes na afirmação “vantagem só se for para todos! ”.

    Nas minhas palestras eu sempre digo que rico é aquele que valoriza o que tem e aproveita as oportunidades e pobre é quem vive reclamando do que não tem. Mas, vou acrescentar outra informação relevante: “ser rico é ter gosto em contribuir e ser pobre é se isentar diante da necessidade alheia”. De que serve ser rico de dinheiro e ser pobre de espírito? Refletindo sobre tudo isso só confirmo que o ensinamento do meu saudoso pai prevalece! Eu sou feliz por que pago IR e você?

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  • O amor na construção da confiança

    Bem no começo da vida, o amor nos faz acreditar que as outras pessoas não nos prejudicarão e a vida nos trará o que precisarmos: é o que nos ensina a confiar!

    Postado dia 3 de março de 2017 às 09h em Empreendedorismo e Gestão

     

     

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    Foto: Reprodução

    Entender as raízes da confiança (e da falta dela) em nossa vida me levou a estudar textos de psicólogos do século XX que lançaram as bases para a compreensão do nosso comportamento. Entre as várias teorias e abordagens que existem, adotei a do psicólogo alemão Erik Erikson (1902-1994) para fazer um paralelo com minhas ideias e percepções. Ele identificou oito fases no processo de amadurecimento do ser humano, sendo as cinco primeiras essenciais para o desenvolvimento do senso de confiança no meu modo de ver.

    Erikson chamou o período do nascimento até 18 meses de fase da confiança básica x desconfiança básica. Como somos incapazes de entender racionalmente o que se passa à nossa volta, apenas reagimos emocionalmente. Para nós, a realidade é polarizada: ou estamos no prazer ou na angústia, no aconchego ou no desconforto, na segurança ou no medo. Assim, se vivemos em um ambiente acolhedor, somos logo atendidos quando choramos, bem cuidados, amados e nutridos por nossa mãe, entenderemos instintivamente que podemos confiar nela e teremos nossas necessidades satisfeitas.

    Recebemos dessa forma os primeiros estímulos para projetar confiança nas pessoas e no mundo. Por outro lado, na medida em que não recebemos a atenção, o carinho nem os cuidados desejados, desenvolvemos sentimentos de insegurança, rejeição e desmerecimento, descrença na vida e no futuro. Psicólogos dizem que em situações extremas de falta de confiança básica, as pessoas são levadas a cometer suicídio.

    Na época de Erikson, a psicologia ainda não havia investigado muito as influências da vida intrauterina no comportamento humano. Se ele ainda estivesse vivo, talvez diria que a confiança básica começa a se desenvolver dentro do útero, pois hoje sabe-se que algumas experiências que temos nessa fase podem influir em nosso comportamento, como explica a psicóloga clínica Odila Weighand.

    confiança

    “Se a mãe passa uma gravidez tranquila, o feto se sente ótimo; se ela passa por um stress, doença ou problema mais sério, ele sente esse mal-estar também. A química da mãe afeta o filho, gerando desconforto, e como ele não é capaz de compreender isso, registra o desconforto como perigo”.

    O que chama atenção na maneira como Erikson descreve o desenvolvimento da confiança básica é a relação direta que ela tem com o amor. Afinal, atenção, cuidado, nutrição e aconchego nada mais são do que manifestações amorosas daqueles que nos cercam. Bem no começo da vida, o amor nos faz acreditar que as outras pessoas não nos prejudicarão e a vida nos trará o que precisarmos: é o que nos ensina a confiar!

    Defendo a tese de que a confiança precisa ser resgatada, pois ela é fator decisivo para a performance dos profissionais e das organizações no mundo globalizado. Na dimensão individual, a confiança predispõe a sonhar com objetivos mais elevados, ousar, enfrentar desafios, assumir riscos, desenvolver-se, expandir-se.

    Na dimensão organizacional, estimula as pessoas a relacionar-se de maneira mais aberta e franca, compartilhar experiências e conhecimentos, comprometer-se com os objetivos da empresa, engajar-se na solução de problemas e participar dos processos decisórios.

    Para transformar o nosso meio, a sociedade e até o mundo precisamos, no plano individual, alinhar o alicerce da confiança em nossas vidas e isso naturalmente se refletirá ao nosso redor! Pense nisso!

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  • Empreender é viver

    A ideia de estar empregado, a necessidade de estar seguro e ter garantias é que nós devemos repensar. Precisamos estar soltos para podermos aproveitar as oportunidades

    Postado dia 17 de novembro de 2016 às 09h em Empreendedorismo e Gestão

    empreender

    Foto: Reprodução

    Sou profissional liberal desde a minha colação de grau, em 1976. Estive poucas vezes empregada em minha vida e, portanto, nunca senti esta sensação de desemprego que vejo angustiar muitos profissionais. A educação da minha geração foi muito paternalista, a grande maioria das pessoas foi preparada para um emprego com garantias e segurança até que a aposentadoria chegasse. Há vinte anos era quase que natural sair da faculdade e estar empregado.

    Resolvi escrever sobre este assunto ao perceber muitos profissionais com a sensação de desempregados. Autônomos, se sentiam inseguros como se não conseguissem mais ter clientes, como se estivessem sem espaço para poder desenvolver seu trabalho. É uma sensação de frustração, de impotência, de medo, de angústia, de desespero…

    Comecei a falar com alguns microempresários que diziam: “Sou um desempregado que abriu a própria empresa para poder prestar serviço, mas me sinto ainda desempregado”. Tudo isso chegou ao ápice quando falei com uma amiga que presta serviço de auditoria para um hospital como contratada e ela me disse: “…estou down hoje, pois o diretor do hospital ‘caiu’ por problemas políticos e eu não sei se vou estar empregada na segunda-feira”.

    Cheguei à conclusão de que o que precisamos mudar é o conceito. O paradigma já é outro, o mundo atravessa uma grande reformulação de todo seu contexto, os referenciais são outros, mas muita gente ainda está no pós-revolução industrial, discutindo politicamente o emprego, a escravização assalariada, como diziam os pensadores da época. Você já se perguntou como era antes de existir emprego? Antes da revolução industrial?

    Para resolver os problemas de hoje, precisamos de uma sociedade civil organizada, e para isso eu acredito em um novo homem, íntegro, com a consciência ampliada. A ideia de estar empregado, a necessidade de estar seguro e ter garantias é que nós devemos repensar, e perceber que hoje precisamos estar soltos para podermos aproveitar as oportunidades e ocupar os espaços que nos aparecem, como na história de Richard Bach:

    Era uma vez uma civilização que vivia submersa no mar e, de geração em geração, seu povo aprendeu que a única forma de sobreviver era segurando em arbustos, pedras, ao solo do oceano. Até que um dia, um jovem começou a questionar o porquê de terem que viver sempre se segurando, se rastejando no oceano. Seus companheiros diziam: “Se aquiete, nossos avós viveram assim, nossos pais nos criaram assim, há gerações que o nosso povo vive desta maneira. Isto não é o suficiente para você entender que não deve se soltar?”. Mas o jovem inconformado não queria passar a sua vida inteira preso como musgo às pedras sendo que ele tinha braços para nadar.

    E, num momento de grande coragem ele se soltou. A correnteza o jogou contra as pedras e eis que todos gritaram: “Não dissemos, ele morreu”. Mas não, ele começou a nadar e aproveitar o movimento e as forças do mar para poder se locomover cada vez com mais prazer e eficiência. Sentia uma leveza fantástica, era como se estivesse no colo de Deus e chamava seus amigos para fazer o mesmo, pois era muito bom. Mas o pessoal lá embaixo se agarrava cada vez mais aos arbustos com muito medo, enquanto o jovem ia feliz ganhando espaço e caminhando em direção a uma magnífica luz que jamais imaginou existir. Quanto mais se soltava, mais cambalhotas e leveza se proporcionava e mais longe ia ficando do seu povo. Até que ele sumiu e se tornou uma lenda, a lenda de que um dia um jovem inconformado com a vida que lhe ofereciam se soltou e foi realizar um sonho.

    Com isso, a minha ideia é tranquilizar e minimizar as expectativas e ansiedade dos profissionais em geral, convidando todos ao empreendedorismo. Empreender é viver… Aproveite as oportunidades, livres dos conceitos e formatos prontos, confie em você mesmo e viva suas próprias experiências.

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  • Gere negócios além das quatro paredes

    Preciosas dicas para você que quer fechar negócios importantes e ao mesmo tempo sair do comodismo

    Postado dia 1 de novembro de 2016 às 11h em Empreendedorismo e Gestão

     

    negócios

    Foto: Reprodução

    Um dia desses estava lendo uma revista espanhola que dizia sobre a importância das negociações e das reuniões. Achei a reportagem muito interessante porque apontava exatamente a forma como eu procuro conduzir as coisas. Vivemos em um mundo de conexões rápidas e manter-se refugiados em padrões convencionais não é uma boa alternativa.

    Pense aí! Você certamente possui uma estratégia, tem uma meta a cumprir, precisa fechar uma negociação ou algum projeto. Isso é perfeito. Agora para que isso se concretize é necessária a existência de uma segunda pessoa, geralmente, aquela que poderá aceitar ou não a sua “parceria”, vamos dizer assim. E você pensa: “Trabalhei tanto nisto, dei tudo de mim, e se a outra pessoa não aceitar o meu projeto? E se a reunião não der certo? Vou perder esta negociação?”.

    Logo, você se propõe a marcar uma reunião para definir ideias. Aí é que entra a parte interessante. Nesta revista, a reportagem citava a criatividade de se fazer reuniões fora do ambiente comum. O ambiente comum seria seu próprio escritório, ou o escritório do seu futuro parceiro. Marcar reuniões fora desses locais, gera um clima mais descontraído, fazendo com que os participantes da negociação sintam-se igualmente engajados. Não haveria porque um estar em vantagem perante o outro.

    Essas táticas são verdadeiras estratégias de vendas, em que você pode almejar por um saldo positivo no fechamento de alguns negócios, seja na sua própria empresa ou na organização em que atua. Selecionei alguns desses lugares criativos – às vezes você já deve até estar utilizando esses lugares, mas não havia percebido a importância que eles têm, então fique atento! – em que você pode marcar suas futuras reuniões para fechar negócios e angariar futuros parceiros:

    Foto: Reprodução

    Foto: Reprodução

    • Almoço em um restaurante – Sair para comer é uma boa tática para finalizar negócios e parcerias. Você pode escolher um restaurante que já está habituado, o que contará com um ótimo atendimento à sua mesa, favorecendo um clima mais amistoso.  A estratégia é que enquanto vocês almoçam, podem conversar sobre coisas rotineiras para “quebrar o gelo”, assim já irá perceber a reação do seu interlocutor, e na hora do cafezinho, poderá empenhar-se realmente ao foco da reunião. Pois, embora pareça um simples almoço entre amigos, na verdade é uma reunião de negócios.
    • Hall de hotel. Se você deseja um lugar neutro para encontrar o seu futuro parceiro, o hall de um hotel é uma boa pedida. Se forem de cidades diferentes então, melhor ainda, pois vocês podem marcar a reunião em um hotel longe dos centros urbanos, com vista e clima agradáveis. O bom negócio aqui é se você ainda não conhece a pessoa com quem irá falar, pois será um novo espaço para ambos, criando novas e boas perspectivas nos negócios.
    • Aeroportos. Por que não se encontrar em aeroportos? Às vezes, seu parceiro virá de uma cidade diferente, e precisa retornar no mesmo dia. Ou ainda, voará para um outro lugar, e ficará por pouco tempo em determinado aeroporto. Muitos aeroportos oferecem salas de reuniões, cafeterias, e salas de conveniência, com clima e decoração agradáveis, que pode te ajudar nesta hora. Para o seu futuro parceiro, também o facilitará, pois ele não precisará deslocar-se para nenhum outro lugar. A estratégia, neste caso, é ir direto ao assunto sem rodeios, devido à escassez de tempo que todos teriam.
    • Dentro de casa. Eu mesma sempre marco reuniões na minha casa. Demonstra confiança, facilita uma maior receptividade, o que pode gerar uma futura negociação com a outra pessoa. Logicamente, que neste caso, é necessário que você conheça a pessoa que irá a sua casa, pois denota um ambiente amistoso e até prazeroso para fechar negócios. Convidar uma pessoa que você só conhece o nome, por exemplo, poderia criar um certo incômodo durante a reunião.
    • Peças de teatro, partidas de futebol, concertos. Já pensou se o seu futuro parceiro é de um país diferente? Ele adoraria assistir a um jogo de futebol! Ou, de repente, você sabe que ele gosta muito de teatro e concertos. Convide-o para assistir uma peça. Isso favoreceria um clima descontraído, em que o negócio em si, pode ser discutido sem total importância. Ele veria em você um amigo, podendo fechar uma futura parceria contigo.
    • Convenções e Congressos. Se todos os participantes da reunião estão em um local comum, a fim de assistir a palestras e workshops, todos já estão com um mesmo objetivo, facilitando o clima. O fato de estarem em uma convenção já ajuda, pois todos estão fora da rotina. Então, a estratégia seria selecionar o momento adequado para chegar àquela pessoa e lhe propor o que realmente deseja: um negócio novo!

    O mais importante é você conhecer o outro. Quanto mais souber sobre o seu parceiro de negociação, melhor. Assim, suas reuniões vão se tornar cada vez mais criativas e divertidas, vai depender apenas do gosto do freguês, mas a chance de você ter um saldo positivo em suas negociações também será maior! Arrisque, inove e surpreenda!

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  • Arrisque-se no ritmo do momento!

    Para aprender a dançar ou desenvolver uma carreira e uma vida pessoal bem-sucedidas, para manter-se na crista da onda, à frente de todos, é preciso agir

    Postado dia 17 de outubro de 2016 às 09h em Empreendedorismo e Gestão

    coragem

    Foto: Reprodução/Internet – Coragem é agir com o coração

    Quantas oportunidades você perdeu na vida por não saber dançar? O slogan de uma escola de danças de salão, famosa nos anos 50, me vem à cabeça quando penso nas pessoas que mantêm uma postura profissional e pessoal acomodada, que se recusam, quase sem refletir, a qualquer inovação ou transformação. E antes que você me pergunte o que uma escola de danças que nem existe mais tem a ver com a profissão e o sucesso de homens e mulheres do século XXI, eu respondo: tudo!

    De fato, para aprender a dançar ou desenvolver uma carreira e uma vida pessoal bem-sucedidas, para manter-se na crista da onda, à frente de todos, é preciso agir! Mais importante ainda, agir de forma organizada, planejada, consciente, um passo de cada vez, volteios na hora certa e a atenção inteiramente voltada para o ritmo do momento. Transpondo para o mundo do trabalho, isso significa planejar ações, atualizar-se profissionalmente e buscar novas oportunidades, com ouvidos e olhos sempre abertos para captar a “canção” nascida das necessidades do mercado, do avanço tecnológico, da competição acirrada. E, se prestarmos atenção nessa “canção” simbólica, veremos que é frenética, agitada, constante, e nos exige ousadia, destemor e a disposição de um dançarino.

    “Mudar? De jeito nenhum! Sempre fui assim e está dando certo até hoje!”. É o que muita gente costuma dizer quando alguém aponta a importância de se levantar da cadeira, aprender novos passos, desenvolver outras habilidades, acompanhar o ritmo do momento. Outros acabam por confessar, simplesmente, que preferem ficar “quietos”, e fazer somente o que é essencial e comprovadamente eficiente, porque têm medo. Têm medo de ser ridículos, de ousar e perder, de mudar para pior, de apostar no azar! Ignoram que o medo e a acomodação são os vilões do homem moderno, as kriptonitas que minam nossas forças e nos impedem de atingir a plenitude pessoal e profissional.

    Creio que o medo paralisa, impede a ação – portanto quem teme, vive pela metade, não sai do lugar, e isso pode ser catastrófico nessa era da informação, marcada pela rapidez dos processos. É preciso, mais do que nunca, ter a coragem de ser diferente, de ser o primeiro, de falar, agir e até mesmo errar. Se pensarmos que o erro é uma forma de aprendizagem e que todos, sem exceção, erram e aprendem, não há motivos para nos preocuparmos tanto assim (ou nos envergonharmos!) com um “mau passo” – e isso me lembra a bailarina que escorregou diante de uma plateia atenta, mas conseguiu recuperar-se rapidamente e retomar sua dança. Palmas para ela e também para aqueles que transformam erros em acertos como a bailarina.

    Acredito também que a ousadia – que muitos associam erroneamente a um comportamento leviano – é a mola que impulsionou a humanidade e nos colocou no estágio do avanço tecnológico em que estamos. Sem ousadia não há contribuição, inovação ou progresso significativo, e se nossos ancestrais não vencessem o medo e ousassem, abrindo caminhos, conquistando espaços e testando sua força e sua percepção, ainda estaríamos dentro das cavernas. Portanto, são claras as evidências históricas que apontam a importância da ação ousada para o desenvolvimento planetário, revelando, em contrapartida, os malefícios da acomodação em âmbito social e pessoal.

    É por essas e outras que gosto de dizer abaixo a “economização” – uma palavra, das tantas outras que costumo inventar, que significa economizar ação, ou seja, manter-se parado, imóvel – e recomendo, citando uma música de sucesso anos atrás: Dance bem, dance mal, dance sem parar, dance até sem saber dançar. Afinal, quem não dança conforme a música tema deste novo século vai se arrepender muito mais do que os elegantes senhores dos anos 50 que desconheciam os passos da valsa, do fox-trote, do bolero, e um dia, amargurado, dirá: “quantas oportunidades perdi na vida por não querer dançar a dança da modernidade, da ação, da transformação”.

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  • Síndrome pós-férias é vencida com definição de propósito

    Muitos estudos internacionais têm revelado o motivo da depressão pós-férias e apontam condições alarmantes. Mas existem formas de contornar o problema

    Postado dia 25 de agosto de 2016 às 09h em Empreendedorismo e Gestão

    pós-férias

    Foto: Reprodução/Internet

    Férias é um tempo necessário e maravilhoso, que cada pessoa deve requerer, planejar e usufruir intensamente, da melhor forma possível. Esse é um tempo passível de se sair da rotina e realizar coisas que normalmente não se encaixam no rol de obrigações, responsabilidades, pressões do mercado e das atribuições da profissão. Inviável para o executivo de uma empresa ou mesmo um funcionário comum de uma organização usufruir de uma caminhada à beira mar, numa tarde de sol, no meio da semana, exceto em um período de férias ou feriado prolongado. E desejar esse tipo de vivência é saudável, natural e necessário. O ponto nevrálgico nessa questão é quando, ao final de um período de ócio, o retorno à rotina torna-se um peso que se converge à síndrome pós-férias.

    Muitos estudos internacionais têm revelado o motivo da depressão pós-férias e apontam condições alarmantes. Embora existam diferenças culturais entre o Brasil e a Europa, os índices apontados em um trabalho conduzido pela International Stress Management Association (Isma), organização internacional especializada no estudo do estresse, mostraram que 23% dos brasileiros têm a chamada depressão pós-férias, também conhecida como síndrome pós-férias. Colocar este índice de trabalhadores que hoje sofrem desse tipo de “distúrbio” em números absolutos ajuda a entender a abrangência desse mal. Segundo dados do Ministério do Trabalho Social (MTPS), o Brasil fechou 2015 com 22,5 milhões de pessoas empregadas formalmente. Isso cria um exército de funcionários que sofre de depressão pós-férias com mais de 9 milhões de pessoas. Com uma relativa diferença para mais ou para menos, creio que não é muito diferente do que acontece na Europa, já que tenho observado que as necessidades dos meus clientes corporativos europeus e brasileiros são semelhantes…  E as angústias, dores e pressões sofridas por gestores, líderes e colaboradores, idem.

    gritoComo pesquisadora comportamental, observo que a síndrome pós-férias está intimamente relacionada à falta de satisfação profissional e à falta de um propósito. É comum notar pessoas que recorrem às férias quando a vida profissional não caminha bem; porém, com o descanso, a percepção do problema em geral se acentua e pode gerar entraves sérios. Mudar e empreender novos caminhos tem sido a alternativa mais madura para aqueles que vencem a barreira do medo e assumem novos posicionamentos. Outro requisito é a definição de metas claras e relevantes em plena turbulência. Esse é um princípio básico da resiliência. Os estudos no campo da psicologia mostram que é muito mais fácil evitar ou sair de uma crise quando se tem algo pelo que valha a pena resistir.

    Essa é a principal teoria do psiquiatra austríaco Vitor Frankl, considerado o pai dos estudos sobre resiliência. Sua tese foi quase toda elaborada durante o tempo em que esteve preso em Auschwitz, o sinistro campo de concentração construído pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Para se manter sob controle ante assassinatos em massa, torturas e outras cenas horrendas, Frankl concentrava seus pensamentos em um único e maior desejo: reencontrar a mulher e seus pais. No seu livro A Busca do Sentido da Vida, o médico argumenta que a chave interpretativa do ser humano é a busca de um sentido – algo que está fora de si mesmo, como um amor, um projeto.

    Quando trago o conceito do bem-estar e da felicidade à realidade das organizações, observo que, de alguma forma, esse método de gerenciamento já faz parte do universo dos profissionais e negócios bem-sucedidos. Quando os profissionais têm seus talentos e esforços reconhecidos, eles se empenham em fazer ainda melhor. A tendência mundial é unir trabalho e satisfação, porque é fato comprovado que a produtividade aumenta em proporção direta à satisfação das pessoas envolvidas, uma condição que está associada a uma pessoa feliz e só traz benefícios: lucro, reconhecimento, realização, tranquilidade, alegria e bem-estar. O período de férias é necessário; porém, a volta ao trabalho para quem tem um propósito maior que as “simples” tarefas do dia-a-dia, embora tenhamos que considerar a alteração do ritmo, é sempre uma continuidade do que se tem em vista para a vida. Saber o que é importante para seu propósito de vida direciona as escolhas que uma pessoa faz em todas as áreas de sua vida.

    É por esse motivo que nas minhas palestras a principal orientação é que as organizações de todos os portes e setores econômicos é que invistam em seus colaboradores para que eles aprendam a ser felizes. Ainda mais em tempos de crise e ajustes econômicos, manter uma equipe de colaboradores feliz, comprometida e saudável é o investimento mais inteligente e ponderado estratégica e economicamente falando.

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  • Deixe!!! Desapegue!!!

    Saiba quais são as 20 coisas que você precisa abandonar para ser mais feliz

    Postado dia 27 de julho de 2016 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

    acredite

    Foto: Reprodução/Internet

    Atualmente, o tempo tem sido o bem mais precioso na face da Terra. Saber administrá-lo de forma produtiva gera lucros.

    Existem muitos vilões que fazem o nosso precioso tempo escoar de forma que nem percebemos, mas sentimos na pele seus efeitos e consequências. O medo é um deles.

    Pensando nisso, decidi compartilhar 20 coisas que você precisa abandonar para dar um novo sentido à sua vida e, ainda, tornar-se uma pessoa mais feliz.

    Priorize a leitura dessa mensagem e, ao aplicar esses conceitos, você terá condições de evitar o uso desnecessário do tempo com coisas irrelevantes e, ainda, terá tempo para desfrutar o melhor da vida. Acompanhe comigo.

    • Deixe de se preocupar com o que as outras pessoas pensam de você. Crie os seus próprios parâmetros!
    • Deixe de querer agradar a todos. Alimente sua autoestima!
    • Deixe de participar de rumores ou fofocas. Socialize-se com pessoas inspiradoras!
    • Deixar de se preocupe à toa. Concentre-se no que é realmente importante!
    • Deixe de ser linear. Pense fora da caixa!
    • Deixe de levar tudo para o lado pessoal. Confie em si mesmo!
    • Deixe o passado para trás. Viva o agora e projete o futuro!
    • Deixe de gastar dinheiro e energia em coisas desnecessárias. Valorize tudo o que você já tem!
    • Deixe a raiva de lado. Perdoe e ame mais os outros!
    • Deixe de controlar. Faça fluir a confiança!
    • Deixe de querer ser o dono da razão. Esteja aberto a novos caminhos!
    • Deixe de culpar os outros. Assuma os seus próprios erros!
    • Deixe as crenças limitadoras. Acredite no seu potencial!
    • Deixe a necessidade de impressionar os outros. Enxergue o outro como legítimo outro!
    • Deixe a resistência à mudança e ao novo.  Arrisque-se!
    • Deixe os rótulos de lado. Amplie sua visão!
    • Deixe de ver apenas o lado negativo do medo. Encare-o como um trampolim para o sucesso!
    • Deixe de ser crítico. Observe mais!
    • Deixe a procrastinação. Tenha atitude!
    • Desapegue-se!

    Pronto para fazer bom proveito do seu tempo?

    Se quiser entender melhor esse processo e descobrir quais os medos que emperram a boa administração do seu tempo, faça download gratuito do e-book “Você tem medo de quê?”

    Desejo desde já muito sucesso para você!

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