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Douglas de Matteu

Profissão: Master Coach

Cidade: Suzano

Diretor presidente do Instituto de Alta Performance Humana, Mestre em
Semiótica e Presidente da Associação Brasileira dos Profissionais de Marketing. É Master Coach, Trainer em PNL com reconhecimento internacional. Mestre em Arts in Coaching e Doutor em Business Administration PhD pela Florida Christian University - USA e autor de títulos na área Comportamental/Coaching.

  • Pensamento sistêmico

    Entenda que, em todos os aspectos da vida, as regras são mais importante do que o jogador. E conheça as três regras que podem acelerar seu sucesso

    Postado dia 30 de março de 2017 às 09h em Empreendedorismo e Gestão

    pensamento

    Foto: Reprodução

    Como alcançar resultados em um mundo tão complexo e sistêmico? Como posso gerenciar diversas informações e demandas e conseguir me posicionar de forma assertiva?

    São tantas as variáveis que impactam a nossa vida, família, trabalho, dinheiro, economia, politica, saúde, gestão das emoções…

    O pensamento sistêmico tem como eixo principal estudar os sistemas, ou seja, as entradas, processamentos, a saída e os feedbacks.

    Somos cercados por sistemas: político, financeiro, legislativo, de trânsito, respiratório e assim por diante. Entender mais sobre os sistemas pode contribuir com estratégias para você lidar com esses desafios e alcançar maiores e melhores resultados.

    Pensar sistemicamente é compreender o todo, as partes e suas relações. Em síntese, oferta um olhar abrangente e complexo. Porém aqui vamos para um contexto prático para sua vida.

    O que é mais importante: a regra do jogo ou o jogador? Talvez sua resposta seja o jogador. Sinto muito, sua resposta está equivocada.  Lembre-se sempre: “a regra é mais importante que o jogador”.

    Isso significa que só existe jogo se tiver regra, ou seja, você precisa pensar nas regras. Existe o jogo financeiro, o jogo corporativo e até o jogo nos relacionamentos. Entenda sempre o jogo como um sistema.

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    Para vencer o jogo da vida ou nos negócios, entre outros, é fundamental compreender as regras e respeitá-las!

    Hierarquia: Para que o sistema funcione adequadamente, você precisa obedecer às regras do jogo. Uma das mais fundamentais é respeitar a hierarquia, ou seja, a ordem. O funcionário deve respeitar o seu superior; os alunos, o seu professor / coordenador / diretor; os filhos, os seus pais. Honrar a hierarquia pode parecer algo simples, porém muitas pessoas estão querendo ir contra a regra e estão perdendo o jogo. Respeite as hierarquias.

    Dar e receber: Um relacionamento, uma relação de emprego, em diversos contextos, você pode aplicar esse “princípio”, que preconiza que é necessário ter um equilíbrio entre em dar e receber. Se a empresa exige muito do funcionário e não remunera de forma equilibrada, então o sistema está desregulado. Se uma pessoa adquirir um produto, espera recebê-lo e que o mesmo atenda a sua demanda. A empresa por sua vez, deseja receber corretamente. Se uma das partes não cumprir o seu papel, o sistema fica desequilibrado. Infelizmente, existem pessoas que desejam colher frutos sem plantá-los, pode isso? Exemplo: a pessoa entra em um sistema de marketing rede, ou numa empresa, e já deseja estar numa alta posição e/ou com elevados ganhos. A pergunta é: o quanto você “deu”, ou seja, se dedicou verdadeiramente para colher os resultados almejados? Muitas vezes isso acontece nos relacionamentos também: exige-se muito e doa-se pouco. Que tal buscar o equilíbrio entre dar e receber?

    O indivíduo mais flexível domina o sistema: Algumas pessoas são rígidas como vidro e cedo ou tarde, em um embate, elas ficarão aos pedaços. Às vezes, por fora, é uma fortaleza; por dentro, está vulnerável e ou destruído. Imagine agora nos diversos relacionamentos que você tem. Pense nos sistemas de que você faz parte. Imagine que, se você quiser usar as regras de um único sistema – por exemplo, no seu sistema familiar existem regras e costumes que orientam o comportamento daquele grupo; se você usar os mesmos referencias na sua vida profissional ou acadêmica, pode eventualmente se frustrar com os resultados. Logo, para se destacar, seja flexível. Seja como água, que toma a forma do recipiente, e você terá excelentes resultados.

    Responda verdadeiramente: Você tem respeitado as hierarquias nos sistemas aos quais pertence? Você tem equilibrado o sistema no sentido de dar e receber? Você tem sido flexível nos sistemas? Tem sido inclusive flexível com você mesmo? O que você aprendeu com esse breve artigo? E o que pode fazer diferente considerando as regras do jogo?

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  • Suas emoções o impulsionam ou o limitam?

    Gestão das emoções é um tema recorrente no contexto organizacional e também social e pode determinar o sucesso ou insucesso.

    Postado dia 21 de fevereiro de 2017 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

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    Foto: Reprodução

    A gestão ineficaz das emoções pode tornar você um escravo do medo, uma pessoa que tem picos de raiva, que não controla sua própria língua que fere as pessoas com palavras ásperas e que às vezes podem ser com navalhas que cortam o coração das pessoas e deixam severas cicatrizes, seja em nível pessoal e/ou profissional.

    Se sua gestão emocional for deficitária, provavelmente você terá muito mais momentos no nível de desmotivação do que de motivação, esse sentimento leva você para prostração, inércia e pode, literalmente, apodrecer o seu “eu” como água parada.

    Uma das principais reclamações, no que tange as emoções atualmente, são os sentimentos de ansiedade, depressão e a insatisfação.

    A gestão eficaz por sua vez, possibilita substituir os vilões da ansiedade e depressão para o sentimento de estar presente e centrado, promovendo o sentimento de satisfação e contentamento. O gestor eficaz das emoções investe em autoconhecimento, o que é fundamental para que você possa controlar as emoções em vez de ser controlada por elas.

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    Autoconhecimento é o caminho certo para você encontrar as suas motivações internas, compreender os mecanismos pessoais e individuais que norteiam o seu humor, sua capacidade de decidir suas emoções e consequentemente o seu destino.

    A vida é feita de escolhas, ou você escolhe ser o gestor das suas emoções ou entrega o controle para terceiros. Frases do tipo: “Você me tira do sério”, “ Você está querendo me irritar”, “Estou tão desmotivado” entre outras, sinaliza que está na hora de você investir em você.

    Lembre-se: um Coach profissional pode ajudar você! Buscar ajuda é ser sábio, arrumar desculpas para suas crises emocionais, não.  A decisão é sempre sua e as consequências também.

    Pense: como está sua gestão emocional? E o que você pode fazer após a leitura desse artigo para potencializá-la?

     

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  • Não consigo emprego!  E agora?

    Este é o pensamento que incomoda como um cisco no olho. Diversas emoções estão atreladas a esse estado “desempregado”, como, frustração, descontentamento, incapacidade, entre outros.

    Postado dia 2 de fevereiro de 2017 às 09h em Empreendedorismo e Gestão

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    Foto: Reprodução

    Se você está a busca de uma colocação profissional esse artigo é para você.

    Apesar de saber que não existe formula mágica para esse caso, vou apresentar aqui sete estratégias que podem potencializar a sua empregabilidade, ou seja, sua capacidade de conquistar um emprego.

    1 – Pare de uma vez por todas com a terceirização de resultados, com desculpas ou qualquer outro tipo de subterfugio, assuma a responsabilidade sobre sua carreira, sua situação financeira e sua capacidade de conseguir um emprego. Assuma a responsabilidade apesar das situações econômicas e políticas, estes fatores você não controla, então adapte-se.

    2- Olhe para seu currículo, você se contrataria, verdadeiramente? Qual o seu histórico profissional? E acadêmico? Quais cursos você já fez? Se mantêm atualizado? Investe em cursos extracurriculares? Certificações? Faz trabalho voluntário? Qual historia você está contando em seu currículo? Quais são os seus grandes feitos que estão tornando-o diferenciado para o mercado? Leia livros, lhe indico o “Acelere o seu sucesso pessoal e profissional”.

    3- Em que você é bom? Sim, quais são as suas principais habilidades? E lembre-se que se fazer vítima nesse momento é o mesmo que querer enxugar gelo. Faça um autodiagnostico, peça ajuda de um familiar, amigo ou se possível de um Coach, existem ferramentas especificas que podem ajuda-lo a se conhecer melhor e levantar suas principais características comportamentais, mantenha foco no que você se destaca.

    4 – No mercado de trabalho, infelizmente algumas pessoas ainda pensam “tem que me contratar do jeito que sou” em vez de pensar “O que posso ajustar em meu comportamento para ser contratado”, uma empresa não pede para você perder sua individualidade, porém ela busca profissionais alinhados com suas demandas, então, ou você se ajusta ou em muitos casos, estará fora. Uma característica muito importante aqui é a capacidade do empregado em obedecer, isso mesmo, OBEDECER, independentemente de seu cargo existe uma hierarquia que deve ser respeitada, obedecida. Analise o mercado, acesse a internet com o objetivo de conhecer mercados, áreas de atuação de empresas para buscar o nicho que pretende atuar.

    5 – Tenha foco, “O que aparecer eu pego”, esta é uma frase comum de quem busca colocação no mercado de trabalho, isso mostra desespero e nem sempre traduz a realidade, a ausência de foco faz o candidato se perder no processo. Olhe para suas habilidades natas, observe o mercado e estabeleça o que especificamente deseja, em nível de cargo e segmento, esse comportamento vai te aproximar dos resultados almejados.

    6 – Use todo o seu QI, não o quociente de inteligência, utilize o QUEM INDICA? Boa parte dos cargos são preenchidos por indicação, ou seja, é fundamental você se relacionar, conhecer pessoas, profissionais de mercado. Porém, lembre-se, só é indicado quem é confiável e de boa fama, ou seja, se você não construir uma imagem positiva em torno de você, jamais será indicado. Grifo aqui sua vida digital, olha para suas redes sociais, se alguém que não te conhece o descrevesse a partir de suas publicações qual seria o resultado? Para ser indicado não basta ser competente é necessário também parecer competente e transmitir profissionalismo no falar, vestir e principalmente em seus comportamentos.

    7 – O mais importante é a sua atitude, ela que vai definir sua atitude profissional. É possível, você é capaz e merece conquistar um espaço no mercado de trabalho, portanto mantenha um olhar de águia, atento as oportunidades, comunique-se com pessoas chaves, envie currículos, faça trabalho voluntário, se relacione, desenhe um plano de ação profissional e coloque em prática.

    Em meio a tudo que você leu quais serão suas ações diante desse artigo? Lembre-se, no fundo são suas atitudes que definirão seu sucesso ou insucesso.

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  • O que é gratividade?

    Colocar a gratidão em atividade ajuda a conquistar resultados profissionais e é importante para melhorar a qualidade de vida e a saúde

    Postado dia 6 de dezembro de 2016 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

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    Foto: João Catalão e Ana Teresa Penin autores do livro UAUme

     O termo gratividade foi cunhado por João Catalão e Ana Teresa Penin no livro UAUme! Consiste basicamente em colocar a gratidão em atividade. Tal neologismo une as palavras “gratidão” e “atividade”, ou seja, coloque sua gratidão em prática. Esse é um dos caminhos apontados pelos autores para conquistar excelentes resultados na vida pessoal e profissional.

    A gratidão é a qualidade de quem é grato, ou ainda, refere-se ao reconhecimento por uma dádiva, um auxilio por um benefício, um favor ou uma conquista. A gratidão como emoção está presente na Bíblia e focaliza a gratidão a Deus.

    As ciências mais modernas, como a psicologia positiva, têm investigado os efeitos da gratidão. A Universidade de Harvard sinaliza seus efeitos em nível de saúde física: o cultivo das emoções e dos estados positivos contribui para a felicidade.

    Dizer “obrigado(a)” ou “agradecido(a)”?

    É muito mais comum para o brasileiro dizer “obrigado”, como forma verbal de gratidão. Porém, ao analisar palavra “obrigado”, vemos que sua origem deriva do latim “obligatu”, que está relacionada a ligar, amarrar, dever

    Ou seja, dizer “obrigado” significa ficar obrigado a devolver a gentileza, isto é, um vinculo moral de dívida, um condicionamento, algo que dever ser pago.

    Porém, ao analisar a palavra “gratidão”, sua origem também deriva do latim “gratia”, cujo significado é graça, ou “gratus”, que se refere como agradável.

    Ou seja, uma emoção que agrada. É a benevolência, isto é, bondade de ânimo para com algo ou alguém.

    Diante do exposto, convido você a substituir o “obrigado”, ou “muito obrigado”, por “eu sou grato”, ou “muito agradecido”.

    Lubrifique seus relacionamentos com gratidão, assim como sua vida financeira, amorosa e profissional. Agradeça mais e estará cultivando emoções positivas para você e para quem prestou algum tipo de auxilio, apoio ou algo do tipo. Seja mais grato e receba mais dádivas.

    5 Ações para a prática da gratidão, ou seja, usar a gratividade:

    • Busque pensar, escolher agir em prol da gratidão.
    • Encontre aspectos positivos da sua vida e agradeça.
    • Verbalize as pessoas sua gratidão.
    • Demostre sua gratidão com atitudes.
    • Faça um caderno de gratidão e nele escreva constante motivos de gratidão.

     

    Deixo aqui minha gratidão: agradecido pela leitura, grato, thank you, gracias, merci, grazie, danke!

    #gratividade #compartilhe

     

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  • Tower Bridge e os seus relacionamentos

    Você tem construído pontes ou muros entre as pessoas?  Você tem se conectado a outras vidas? Ou criado uma barreira?

    Postado dia 31 de outubro de 2016 às 10h em Empreendedorismo e Gestão

    Tower

    Foto: Reprodução/Internet

    A mais prestigiada e famosa ponte da Inglaterra, a Tower Bridge, foi cenário de destaque em grandes produções cinematográficas: Sherlock Holmes, O Diário de Bridget Jones, 007: O Mundo não é o Bastante, O Retorno da Múmia, entre outros.

    Inaugurada em 1894, a construção é um deleite para os olhos, com seus detalhes arquitetônicos que efetivamente colocam a como a rainha de todas as pontes, construída sobre o movimentado Rio Tâmisa, na glamorosa cidade de Londres.

    O que essa ponte pode ensinar sobre os relacionamentos? Pense por alguns instantes: você tem construído pontes ou muros entre as pessoas?  Você tem se conectado a outras vidas? Ou criado uma barreira?  Não significa apenas criar pontes, e/ou novos relacionamentos, mas também se questionar sobre qual o tipo ponte você tem construído.

    De madeira? Com apenas duas cordas em que você tem que ir se equilibrando e segurando firme para não cair. Ou de pedra e aço? Essa ponte é decorada? É digna da realeza?

    Às vezes pode se levar bastante tempo para construir uma ponte ou um relacionamento – no caso da Tower Bridge, foram cerca de 8 anos. Você é uma pessoa que facilita a construção de relacionamentos? Quando bem construída, uma ponte pode durar uma vida toda. A Tower Bridge já tem mais de 120 anos.

    A construção da ponte é o primeiro passo. Depois vem o tráfego, ou seja, a utilização da ponte. Na Tower Bridge circulam por dia cerca de 40.000 veículos; qual é a movimentação que existe na sua ponte em nível de relacionamento? Trafegam emoções positivas ou negativas?

    A ponte te leva de um ponto para outro, ou ainda, conecta extremidades, vidas? Um ponto interessante está no fato de a Tower Bridge ser uma ponte basculante, que se eleva para passagem de barcos, levantando e abaixando em média 1000 vezes por ano. Analise seus relacionamentos: metaforicamente eles são uma ponte basculante? Isto é, permitem se levantar para deixar a mágoa passar e voltam a se conectar?

    Imagine nos relacionamentos familiares: será que é recomendado ter uma ponte basculante para simplesmente deixar passar e retomar de forma sincera e sólida os relacionamentos? Há quem infelizmente deixe as pontes enferrujar e até ruir. Para tudo é necessária manutenção. De fato dá muito mais trabalho reconstruir uma ponte do que torná-la basculante. Uma ponte pode ser reconstruída, um relacionamento também. Porém, se você for sábio, pode construir pontes basculantes.

    Você deve ser sábio para decidir com quem você deseja construir pontes. Pois, uma vez construída, a tendência é que haja tráfego, troca. Procure construir pontes de duas mãos, onde possa dar e receber. Algumas pontes podem apenas permitir saída e outras só permitem entradas. Sua vida é como uma cidade, com sua complexidade, comércio, ruas, casas, energia, áreas de lazer, saneamento básico, hospitais.

    Cuidado para não tornar a sua vida, sua cidade, apenas visitada para utilizar o hospital. Cidades prósperas são aquelas onde há intercâmbio.

    Se você fosse uma cidade, qual seria? E quais pontes desejaria criar, de que tipo?

    O que te impede de construir uma ponte comigo? Estou à disposição e quero fornecer recursos para que a sua cidade seja mais produtiva e feliz, com conhecimento, desenvolvimento e muito, muito mais.

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  • O meridiano de Greenwich e o coaching

    Faça como os ingleses, que criaram uma referência para facilitar as navegações: meça sua posição atual e escolha seus objetivos

    Postado dia 10 de outubro de 2016 às 10h em Empreendedorismo e Gestão

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    Foto: Observatório de Greenwich na Inglaterra

    Você já se sentiu perdido? Sem direção ou em um dilema, sem saber para onde ir? Norte, sul, leste, oeste? Independentemente do lugar para onde você deseja se mover, ou seja, aonde você quer chegar, é preciso primeiro determinar sua posição. No coaching, estabelecemos esses pontos: partimos do “estado atual” e chamamos de “estado desejado” o ponto de destino.

    Imagine que algumas pessoas sentem-se literalmente à deriva, como um barco perdido no meio do oceano. Você já se sentiu assim? Para alcançar terra firme, um porto, um destino, ou seu objetivo, você deverá navegar em um oceano de incertezas.

    Isso significa que você não vai controlar o vento, o mar, as marés, tanto quanto, você não controla a economia, sua esposa (o) ou seu chefe. Porém, minimamente você tem que ter a certeza de quem você é, onde está e para onde deseja ir. Para tanto, você precisa de referências.

    Talvez a referência mais importante em nível de localização marítima é o meridiano de Greenwich, também conhecido como meridiano principal, aceito por convenção, que constitui uma linha imaginária que divide o planeta em oriente e ocidente. O Meridiano Greenwich que foi estabelecido pelo Observatório Real, que fica próximo a Londres, na Inglaterra. É a referência que permite mensurar a longitude, ou seja, descreve a sua localização na terra, de zero a 180 graus, para leste ou oeste.

    Diversas catástrofes marítimas aconteceram antes da definição do meridiano, como o caso da frota inglesa, comandada pelo almirante Clowdisley, que colidiu com as Ilhas Scilly no ano de 1707, devido a um equívoco no cálculo de posição motivado pela ausência de referências para uma navegação mais precisa.

    O Observatório de Greenwich foi fundado em 1675 com objetivo de contribuir com os navegantes, focalizando meios para estabelecer a localização e orientação para as navegações. Já o meridiano de Greenwich foi aceito somente a partir de 1884 mediante acordo internacional.

    Hoje a precisão da localização de um navio, ou uma pessoa é terminada pela triangulação de satélites, utilizamos a tecnologia de GPS (sistema global de posicionamento).

    Pare e pense: Qual é o seu marco zero?  De onde você veio? O quanto evoluiu? E agora faça a pergunta que vai definir o seu futuro: para onde deseja ir? O meridiano de Greenwich estabelece o marco zero, para dividir ocidente e oriente e você pode estabelecer novos rumos para seu barco – ou seja, sua vida.

    Faça como os ingleses, que criaram o observatório Greenwich. Estabeleça parâmetros, meios de mensurar a sua posição atual, olhe para estrelas, escolha verdadeiramente que lugar do mundo deseja ir, ou qual objetivo você deseja conquistar. Avalie as possibilidades, tire sua ancora da mesmice, saia da zona de conforto e alcance novos portos, praias e possibilidades.

    O coaching ajuda você a transformar sonhos em realidade, ensina a ver o invisível, assim como o meridiano de Greenwich, que existe nos mapas para orientar, que evidencia primeiro você a criar em sua mente e depois transformar esta criação em realidade. Você pode colocar a sua mente para trabalhar e começar a criar novas possiblidades.

    O profissional de coach faz isso, ajuda você a olhar para cima, para as estrelas, definir seu objetivo e mostrar como você pode planejar e agir para que você possa navegar, acessar novas experiências e ter uma vida com maior significado. Alcance novos portos, realize seus sonhos e faça o seu nome ecoar na eternidade.

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  • O que London Eye pode te ensinar sobre sucesso pessoal e profissional?

    Qual é o novo ciclo você deseja criar hoje para sua vida pessoal e profissional?

    Postado dia 20 de setembro de 2016 às 10h em Empreendedorismo e Gestão

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    Foto: Douglas de Matteu e sua esposa Ivelise de Matteu na frente do belíssimo London Eye

    No artigo anterior o foco foi destacar o que podemos aprender sobre resolução de problemas/desafios com o Big Ben, (Se você ainda não leu, vale a leitura). Lembra-se que falei da altura do Big Ben, 96 metros, o que me fez sentir pequeno com meus 1,81m de altura. As vezes nos sentimentos pequenos diante dos monumentos e das adversidades, o convite do artigo era fazer você ver uma situação através de diversas perspectivas, quando eu estava bem no alto da London Eye, pude perceber como estava pequenino o Big Ben, o que demonstra que tudo depende do ângulo de visão. O grande desafio de hoje pode se tornar diminuto com os passar dos anos ou conforme encaramos o mesmo.

    A London Eye também é conhecida como Millennium Wheel (Roda do Milênio) foi inaugurada no ano de 2000.

    Outro grande aprendizado resultante de meu passeio na London Eye, foi notar a coincidência dela com a nossa vida, geralmente começamos de baixo, e leva um tempo para alcançarmos o topo.  O sucesso pessoal e profissional demanda tempo, dedicação e aprendizado constante.  Valorize e respeite as pessoas que chegaram lá e aprenda com elas.

    eye3A roda gigante inglesa ensina também que nossa vida é repleta de altos e baixos e é fundamental aprender a comemorar e aproveitar enquanto estamos no alto e quando ela estiver baixa é momento de aprender, seja com a situação ou angariando novas habilidades para te levar para o alto.  Se você ainda não chegou ao topo é porque falta aprender algo. Lembre-se de que a vida é cíclica, ou seja, sempre haverá momentos de intensa felicidade e outros momentos adversos, a grande sabedoria está em intensificar os momentos positivos. Quantos aos negativos, perdoar a si mesmo e ao outro, avançar sempre focalizando o ponto mais alto e deixando o passado para trás, para baixo e buscando transformar o hoje em uma experiência positiva e memorável.  O que você pode fazer hoje para que isso aconteça?

    Focalize sempre o que tem de positivo hoje, agradeça o que já conquistou e entre em ação para conquistar resultados em um nível superior, subindo degrau por degrau a escalada para sucesso, permita-se comemorar, ser inundado pela esplendida vista que cada degrau oferta.

    A London Eye, leva aproximadamente 25 minutos para completar seu ciclo. E você que ciclo pode encerrar hoje? Pergunta poderosa: Qual é o novo ciclo você deseja criar hoje para sua vida pessoal e profissional?

    O que te impede de avançar, criar e conquistar?

    Gostou, curta, compartilhe.

     

    Veja artigo anterior de Douglas de Matteu:

    O Big Ben tem muito a ensinar

    Recentemente o colunista Douglas de Matteu e sua esposa Ivelise Fonseca de Matteu estiveram passeando pela bela e antiga cidade de Londres. Veja  a galeria de fotos:

     

     

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  • O Big Ben tem muito a ensinar

    Um dos pontos turísticos mais badalados da capital inglesa e mais conhecidos no mundo inteiro pode trazer muitas lições para você encarar os desafios da vida

    Postado dia 7 de setembro de 2016 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

     

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    Foto: Reprodução/Internet

    O Big Ben é o maior relógio de quatro faces do mundo e provavelmente o mais famoso. Recebe este nome por conta do sino que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de Sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859. É um dos cartões postais mais ilustres do mundo e um ícone para quem está em Londres. Quando nos posicionamos frente a frente, nos sentimos pequenos diante do colossal monumento de 96 metros de altura, repleto de detalhes.

    Pare e pense nos desafios da sua vida. Eles também podem parecer bem grandes, talvez 96 metros ou maiores, e repleto de detalhes, conexões que o tornam complexo. Assim como o Big Ben, que tem quatro faces, a sugestão é que você analise seus desafios sobre quatro dimensões.

    1. Como você, vê, ouve e sente a situação, quais opções para solução e quais emoções estão atreladas essa posição?
    2. Como outra parte, assuma aqui um outro personagem do contexto que está vivendo. Como seria se você fosse o seu chefe, ou seu funcionário? Analise sobre esta faceta, busque ver opções de solução que ele(a) teria e analise quais emoções estão envolvidas nesse papel.
    3. Agora se imagine como uma terceira pessoa, fora do contexto. Assuma esse avatar, troque de papel, analise as adversidades livre de conexão emocional. Racionalize, veja o todo, você e as outras pessoas de modo desassociado. Ou seja, descontado da experiência, focalize a solução.
    4. Visão de um helicóptero: como seria analisar a mesma situação, mais ainda mais distante, do alto com uma visão Macro? Quais as opções de solução nessa posição?

    O exercício de quatro posições perceptuais deriva da PNL, Programação Neurolinguística, que também é muito utilizada para resolução de conflitos e em processos de Coaching. Permita-se fazer esse exercício poderoso. Assim como o Big Ben tem 4 dimensões os seus desafios também, cada faceta, cada ângulo permite a você ver a situação por um novo prisma e amplia as possibilidades de solução.

    Agora quero te falar a relação entre Big Ben e a London Eye, mas fica para próximo artigo!

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  • Como vencer o medo?

    O maior inimigo da alta performance, o maior inimigo das suas realizações

    Postado dia 13 de julho de 2016 às 08h em Empreendedorismo e Gestão

    medo

    Foto: Reprodução/INternet

    O medo é certamente um dos maiores inimigos do ser humano e, consequentemente, da alta performance. O medo é um sentimento que imobiliza o ser humano, planta a incerteza, o receio, a insegurança e a dúvida, focaliza o negativo, a derrota e a vergonha, entre outros sentimentos que promovem fuga, paralisia e, em alguns casos, o ataque.

    Provavelmente o primeiro relato desse sentimento foi apresentado por Adão, que, logo após comer o fruto proibido, escondeu-se de Deus. O medo faz com que as pessoas se escondam.

    Uma história real que relata a consequência do medo e o ato de se esconder é a do soldado irlandês Patrick Fowler, de 38 anos. Durante a Primeira Guerra Mundial, o intenso fogo da artilharia alemã obrigou a companhia do soldado Patrick a dispersar-se. Cada um dos homens buscou salvar a própria vida. Porém, em meio à retirada, Patrick acabou perdido, justamente atrás das linhas inimigas.

    Durante cinco meses vagou entre os bosques, já exausto, quase morto e faminto, foi descoberto na cidade Bertry, na França por Louis Basquin, agricultor, que em vez de entregá-lo aos alemães, ofereceu abrigo na casa da sogra, Marie Belmont-Gobert, que vivia com sua filha Angele.

    A cidade de Berty estava tomada por alemães, e as casas eram frequentemente inspecionadas. Marie, então, decidiu esconder Patrick dentro do armário da cozinha. O móvel possuía um 1,5 m de altura e 50 cm de profundidade. A fim de sobreviver, Patrick tinha que ficar encolhido, com os joelhos grudados ao peito.

    Como Patrick ficava dentro do armário. Fonte: Metamorfose Digital

    No lugar de uma rápida inspeção, soldados alemães solicitaram a propriedade de Marie para se abrigarem. Os soldados dormiam no piso superior e Marie e sua filha, no térreo, bem como Patrick, no armário da cozinha. Os dias foram passando e o soldado escondido via tudo que acontecia por meio do buraco da fechadura. Os soldados fazendo suas refeições, conversando, fumando, e Patrick imóvel, em pleno silêncio.

    Marie era uma mulher inteligente e periodicamente deixava uma das portas do armário aberta para que oficiais não desconfiassem. Meses se passaram nessa situação, Patrick só saia à noite para esticar as pernas, se alimentar e fazer suas necessidades. Foram quase quatro anos vivendo dentro do armário até poder alcançar a liberdade com o fim da guerra.

    Na história de Patrick podemos notar que o medo é capaz de fazer as pessoas se esconderem. Eu fico me perguntando: qual é o seu maior medo? Em que tipo de armário emocional você pode estar se escondendo? E quanto tempo mais vai se esconder? No caso do militar, foram quase quatros anos! Qual medo vem deixando você, escondido, inerte, paralisado? E até quando você vai ficar nessa situação?

    Em recente pesquisa sobre o medo, o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos constatou que cerca de 60% dos nossos medos nunca acontecerão. É interessante destacar também que 90% dos medos que temos são referentes a coisas insignificantes (REGO, 2013).

    Para o psiquiatra Dr. Augusto Cury (2010), duas grandes armadilhas da mente humana são: o medo de reconhecer os erros e o medo de correr riscos.

    Como seria se você reconhecesse seus equívocos hoje como grandes aprendizados? Como seria se você pudesse romper as correntes do medo, assumir riscos de modo racional, equilibrado e inteligente, como fez Marie no relato? Pense, quanta coragem de Marie, o quanto ela confiava que poderia salvar a vida do Patrick e como conseguiu.

    Marie ensina que, para vencer o medo, é necessário um sentimento maior que o próprio medo. Pode ser a coragem, a bravura diante do perigo, a confiança inabalável mesmo diante da adversidade. Pode também ser compreendido como o amor, como a solução para seus medos – o amor à vida, nesse caso. Será que um pai, uma mãe, pode enfrentar uma grande adversidade, superar medos para salvar a vida de um filho? É o amor como força inigualável novamente.

    Considere o merecimento e a sua capacidade de enfrentar seus medos, confiar, ter fé, acreditar verdadeiramente que você pode ir além. Nesse contexto o coach, o profissional que desenvolve o processo de coaching, pode te ajudar a ampliar sua percepção e potencializar sua autoestima para que você possa se mostrar maior que seus medos.

    Para que você possa desfrutar o melhor da vida, encarando os desafios de cabeça erguida com fé, coragem, guiado pelo amor, por seu propósito de vida e alicerçado em seus princípios, ou seja, seus valores pessoais.

    Acredite, você pode ser maior que seus medos ou pode viver dentro de um armário. Qual vai ser sua decisão após essa leitura?

     

    Referências:

    CURY, Augusto. O código da Inteligência e a excelência emocional. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2010.
    GONÇALVES, Kleber. Apenas acredite. (Série/Seminário). São Paulo: Nova Semente, 25/06/2016.
    METAMORFOSE DIGITAL. O soldado que passou quatro anos escondido em um armário durante a I Guerra Mundial, 22/06/2016. Disponível em < http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=38210> acessado em 26/06/2016.
    REGO, Guilherme. Você tem medo de quê? Disponível em: <http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/voce-tem-medo-de-que/68533/>. acessado em 26/06/2016.

     

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