Colunistas

avatar

Claudio Antonio

Profissão: Ecologista

Cidade: Santo André

Possui graduação em Tecnologia Processos de Produção Industrial pela Faculdade de Tecnologia Senador Flaquer (1982).

  • Parque Nacional Marinho de Abrolhos

    Este é um grande berçário de acasalamento das baleias que chegam do sul para procurara águas quentes e límpidas

    Postado dia 22 de julho de 2016 às 08h em Educação e Cidadania

     

    arquipelaho

    Foto: Ilha Redonda – Arquipélago de Abrolhos – Sul da Bahia

    Parque Nacional Marinho de Abrolhos está localizado no sul do litoral do estado da Bahia, no arquipélago de Abrolhos, entre as coordenadas geográficas 17º25’ a 18º09’ S e 38º33’ a 39º05’ W. Foi o primeiro do Brasil a receber o título de “Parque Nacional Marinho”, por meio do decreto n° 88.218, de 6 de abril de 1983.

    É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O parque é de importância vital no ecossistema brasileiro, já que abriga a maior biodiversidade marinha de todo o Oceano Atlântico Sul.

    Nessa região, acontece a famosa temporada das baleias jubarte, que escolhem as águas quentes do mar baiano para reprodução e amamentação dos filhotes. É quando acontece a prática do whale watching, ou turismo de observação de baleias, sendo um importante destino turístico do tipo no mundo.

    É considerado o maior berçário reprodutivo da espécie em todo o Atlântico Sul Ocidental. Um pequeno número de baleia-franca-austral também começou a voltar para Abrolhos, depois de muitos anos de perigo.

    É constituído por cinco ilhas, estando a 36 milhas náuticas (aproximadamente 75 quilômetros) da costa de Caravelas. As cinco ilhas do arquipélago são: Ilha Santa Bárbara (sob controle da Marinha do Brasil, onde está o farol e também a única habitada), Ilha Siriba, Ilha Redonda, Ilha Sueste e Ilha Guarita.

    Quatro são áreas intangíveis – ou seja, o desembarque nestas ilhas é proibido. Somente a Ilha Siriba é aberta à visitação e de forma totalmente programada e monitorada.

    As ilhas estão dispersas numa área total de 913 quilômetros quadrados, que pertence ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, controlado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com apoio da Marinha do Brasil.

    O arquipélago foi a primeira área do Brasil que recebeu o título de “Parque Nacional Marinho”, pelo decreto n.° 88.218, de 6 de abril de 1983.

    A origem do seu nome vem da língua portuguesa, tendo primeiramente sido registrado em diversos mapas como um aviso aos navegadores por frequentes acidentes e naufrágios causados pela formação de corais e que dificultavam a navegação: “Abre Olhos”.

    Possui excelente área para mergulho autônomo e livre, pois as formações de corais abrigam grande diversidade de fauna marinha, formando grandes áreas de piscinas naturais. Nas ilhas, a atração fica por conta das aves, nidificando nas formações rochosas, principalmente os atobás, pássaros típicos do arquipélago.

    Outros tipos de aves circundantes pela região são trinta-reis, grazina, fragata, benedito, bem como da família phaethontidae. Além disso, possui uma grande diversidade de fauna marinha, com inúmeras espécies de peixes, moluscos, corais, esponjas, tartarugas marinhas e vegetação que apresenta plantas suculentas, gramínea, arbustos e cactos.

    O Parque é aberto todos os dias, mas com visitação controlada. Diversas embarcações oferecem passeio de um dia ou mais à unidade. A partir de julho inicia-se a temporada das baleias-jubarte que vai até novembro. Nos últimos anos , um número pequeno de baleia-franca-austral começou a recolonizar para a áreas.

    No site www.ilhasdeabrolhos.com.br se tem inúmeras informações para quem deseja realizar alguns trabalhos escolares e ter informações mais completas desejando fazer um passeio. Realmente vale muito a pena. Vamos observar inúmeras espécies de aves, animais marinhos – e, se der sorte, dependendo da época, poderão ver in loco o acasalamento de baleias, dependendo das condições do tempo e das marés.

     

    Referências Bibliográficas

    1. Ranking Visitação (PDF) Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (2011).
    2. Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
    3. Observação de baleias pelo mundo, visitado em 10 de janeiro de 2016.
    4. Ministério do Turismo (2 de outubro de 2014). Baleias à vista!. Visitado em 5 de janeiro de 2016
    5. http://www.baleiajubarte.org.br/noticia.php?id=161
    Compartilhar:

  • Conheça o arquipélago das 9 ilhas, na região de Maceió

    Caminhando pelo Pontal da Barra, bairro da cidade de Maceió, avistamos várias placas espalhadas pelas ruas chamando atenção para o Passeio das 9 ilhas

    Postado dia 5 de julho de 2016 às 08h em Educação e Cidadania

    ilhas

    Foto: Reprodução/Internet: Ilha das Andorinhas em Maceió

    As Nove Ilhas são um arquipélago fluviomarinho localizado na Lagoa Mundaú, na Região Metropolitana de Maceió. Cada uma dessas ilhas tem uma história peculiar ligada ao seu nome. São elas:

    • Ilha das Andorinhas: Leva esse nome por pertencer ao roteiro migratório das andorinhas. No verão é possível encontrar vários ninhos desta ave;
    • Ilha do Irineu (Pescador): Tem esse nome em homenagem ao senhor Irineu, velho pescador da região, conhecido em todo o Brasil por ser um dos poucos trígamos do país;
    • Ilha do Fogo: Leva o nome devido a um alambique de pinga que havia no local, que foi à falência por culpa do grande consumo do produto pelos próprios funcionários;
    • Ilha de Santa Marta: Seu nome é uma homenagem a Santa Marta;
    • Ilha do Almirante: Homenagem ao seu antigo dono, um almirante da marinha que ali viveu até falecer;
    • Ilha de Um Coqueiro Só: Durante uma enchente em 1989, a ilha foi totalmente devastada pelas águas da lagoa, restando apenas um coqueiro que acabou dando nome ao local;
    • Ilha das Cabras: Seu antigo morador possuía um rebanho de cabras, mas foi obrigado a se desfazer delas devido ao impacto prejudicial ao meio-ambiente;
    • Ilha Bora Bora: Ganhou o nome pela pronúncia do povo em resposta ao convite de um passeio até a ilha, reduzindo a palavra ‘embora’ para ‘bora’. Um projeto de hotelaria para o local foi bloqueado pelo IMA;
    • Ilha de Santa Rita: Formada pelos povoados de Santa Rita, Siriba, Jacaré e Barra Nova, é a maior ilha lacustre do país (com mais de 12 km² de superfície) e área de preservação ambiental. Seu nome também é em homenagem a uma santa.
    Foto: Reprodução/Internet: Ilha de Santa Marta

    Foto: Reprodução/Internet: Ilha de Santa Marta

    Caminhando pelo Pontal da Barra, bairro da cidade de Maceió, avistamos várias placas espalhadas pelas ruas chamando atenção para o Passeio das 9 ilhas.

    Este arquipélago flúvio-marítimo não é conhecido pela maioria das pessoas que visitam a cidade. Ele possui um importante papel na área do conservadorismo ambiental e de reprodução de várias espécies de aves e pássaros que migram do continente americano para o continente sulamericano, com destino à Patagônia argentina.

    Uma escuna navega pelas águas do complexo lagunar Mundaú-Manguaba, levando à prainha em Barra Nova. É um passeio imperdível. Todo o trajeto apresenta uma visão muito ampla de todo o ecossistema da região, da área limítrofe das 9 ilhas.

    Durante o passeio, que tem seu ponto de partida em uma das diversas áreas de embarque encontradas no bairro, podemos conhecer as nove ilhas, oito delas na capital alagoana e uma em Marechal Deodoro, município vizinho.

    Ao longo de todo o trajeto percorrido pela escuna nas águas das lagoas, podemos ver diversas paisagens até chegar à prainha, onde há uma parada para banho, gula e diversão. O local tem uma estrutura simples, um pequeno barzinho flutuante que serve vários tira-gostos e aluga caiaques e realiza passeios de banana boat.

    O passeio dura cerca de quatro horas, incluindo a parada. Recomendamos a escuna que parte às 13h30 do Pontal, retornando por volta das 16h30, pois você vai poder contemplar um belíssimo pôr-do-sol e fechar o dia com chave de ouro.

    Foto: Reprodução/Internet

    Foto: Reprodução/Internet

    Referências :
    www.wikipedia.org.br
    www.overmundo.com.br /guia/passeio/9-ilhas-pontal da barra.

     

    Compartilhar:

  • Cooperação Técnica gera capacitações e avaliações de impactos ambientais

    O presidente do IBP, Jorge Camargo, afirmou que a área ambiental teve avanços importantes nos últimos anos

    Postado dia 29 de junho de 2016 às 07h em Educação e Cidadania

     

    impactos

    Foto: Reprodução/Internet

    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) apresentaram, na sexta-feira (18/12), um balanço do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado em 2013 entre as duas instituições. O documento prevê a capacitação e o aprimoramento do processo de avaliação de impactos ambientais e o aperfeiçoamento da gestão ambiental, relacionados às atividades de exploração e produção de petróleo e gás. Ao todo, 12 projetos são contemplados. Destes, dez estão concluídos ou em andamento – com previsão de término para 2018. Ao todo, R$ 20 milhões já foram investidos nestas iniciativas.

    Os resultados do ACT foram apresentados durante evento na sede do IBP, no Rio de Janeiro, e contou com as presenças do presidente do Instituto, Jorge Camargo, do secretário executivo de Exploração e Produção (E&P), Antonio Guimarães, da presidente do IBAMA, Marilene Ramos, e da ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Entre os projetos concluídos estão a primeira fase do Plano de Proteção e Limpeza da Costa (PPLC), o Plano de Proteção à Fauna Marinha e Costeira da Margem Equatorial, o Programa de Educação Ambiental (PEA), o Manual de Resíduos em Bases de Apoio, o Estudo Internacional de Suporte para o Guia de Análise de Risco e o Estudo sobre o Estado da Arte dos Rodolitos.

    Para os próximos dois anos, estão previstas as conclusões do Mapeamento das Ilhas Costeiras, do Plano de Proteção à Fauna Marinha e Costeira do Brasil, Instalação de Fundeios e Aperfeiçoamento da Base Hidrodinâmica da Margem Equatorial Brasileira, Anuência, Plano de Área e Regulamentação de Gestão de Atividades em Áreas com Rodolitos.

    Durante o evento, a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou o clima de cooperação entre poder público e iniciativa privada em torno de iniciativas como essa. “Estamos vivendo uma nova natureza política entre a iniciativa privada e o poder público, que é baseada no diálogo para a tomada de decisões importantes no âmbito ambiental. Essa é uma cultura política em prol do desenvolvimento do Brasil”.

    A presidente do Ibama, Marilene Ramos, parabenizou a iniciativa da indústria. “Acordos como esses não são usuais. É um trabalho de muito fôlego e que requer planejamento. São projetos ambiciosos e que trazem resultados estruturantes. Eles nos trazem muita base para melhorarmos”, disse. Marilene se comprometeu ainda em incorporar as informações dos bancos de dados e demais estudos com o objetivo de aprimorar os trâmites referentes aos processos de licenciamento ambiental.

    O presidente do IBP, Jorge Camargo, afirmou que a área ambiental teve avanços importantes nos últimos anos. E segundo ele, o ACT é uma importante ferramenta para tornar a indústria ambientalmente sustentável. “Construímos um ambiente de cooperação entre indústria e governo que é fundamental para que o segmento se desenvolva de maneira sustentável”, disse. (Fonte: MMA).

    Estes artigo e seus comentários foram tirados do site: noticias.ambiental.com.br, datado de 21.12.2015, complementando estas informações acima salientamos que é muito importante este tipo de conscientização por vários organismos governamentais do Brasil visando dar uma maior amplitude, maior enfoque, maior poder de decisão e de controle no âmbito ambiental dentro do nosso território nacional e da nossa costa litorânea no limite das 200 milhas  que é muito extenso e carece de uma maior vigilância em sua totalidade.

    Compartilhar:

  • Contrato de preservação ambiental

    O documento prevê a capacitação e o aprimoramento do processo de avaliação de impactos ambientais e o aperfeiçoamento da gestão ambiental

    Postado dia 2 de junho de 2016 às 07h em Educação e Cidadania

    preservação

    Foto: Reprodução/INternet

    Assinado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) prevê a capacitação e o aprimoramento do processo de avaliação de impactos ambientais e o aperfeiçoamento da gestão ambiental, relacionados às atividades de exploração e produção de petróleo e gás. Ao todo, 12 projetos são contemplados. Destes, dez estão concluídos ou em andamento – com previsão de término para 2018. Ao todo, R$ 20 milhões já foram investidos nestas iniciativas.

    Entre os projetos concluídos estão a primeira fase do Plano de Proteção e Limpeza da Costa (PPLC), o Plano de Proteção à Fauna Marinha e Costeira da Margem Equatorial, o Programa de Educação Ambiental (PEA), o Manual de Resíduos em Bases de Apoio, o Estudo Internacional de Suporte para o Guia de Análise de Risco e o Estudo sobre o Estado da Arte dos Rodolitos.

    Para os próximos dois anos, estão previstas as conclusões do Mapeamento das Ilhas Costeiras, do Plano de Proteção à Fauna Marinha e Costeira do Brasil, Instalação de Fundeios e Aperfeiçoamento da Base Hidrodinâmica da Margem Equatorial Brasileira, Anuência, Plano de Área e Regulamentação de Gestão de Atividades em Áreas com Rodolitos.

     

    O presidente do IBP, Jorge Camargo, afirmou que a área ambiental teve avanços importantes nos últimos anos. E segundo ele, o ACT é uma importante ferramenta para tornar a indústria ambientalmente sustentável. “Construímos um ambiente de cooperação entre indústria e governo que é fundamental para que o segmento se desenvolva de maneira sustentável”, disse.

    Compartilhar:

  • Parque Nacional Lagoa dos Peixes

    A Lagoa dos Peixes - tecnicamente uma laguna, pois tem um canal de comunicação com o mar durante a maior parte do ano

    Postado dia 19 de maio de 2016 às 07h em Educação e Cidadania

    parque

    Foto:Parque Lagoa dos Peixes no Rio Grande do SUl

    Parque Nacional da Lagoa do Peixe está localizado no litoral sul do estado do RS, abrangendo os municípios de Tavares (80%), Mostardas(17%) e São José do Norte (3%). A unidade foi criada através Decreto nº 93.546, emitido em 06 de novembro de 1986 (29 anos). Com uma área de 36 722 ha e perímetro de 138,84 quilometros Atualmente é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    O acesso pelo norte é feito a partir de Porto Alegre, através da RS-040 até Capivari (90 km – estrada asfaltada); de Capivari do Sul, pela RST-101 até Mostardas (120 km – estrada asfaltada), onde se localiza a sede administrativa do Parque, na Praça Prefeito Luiz Martins, nº 30. Daí aos limites da unidade são mais 25 km. As cidades mais próximas do PARNA são Tavares e Mostardas, que distam da capital do estado, Porto Alegre, 230 e 200 km, respectivamente.

    O clima é subtropical úmido, apresentando temperatura média de 16,5°C e precipitações médias anuais de 1.186 mm.

    lagoa2

    Lagoa do Peixe – tecnicamente uma laguna, pois tem um canal de comunicação com o mar durante a maior parte do ano – é abrigo para grandes concentrações de aves migratórias do Hemisfério Norte (no verão) e Sul (no inverno), dentre elas capororocas (Coscoroba coscoroba), flamingos (Phoenicopterus ruber), biguás, maçaricos-de-peito-vermelho, gaivotas, talhamares, pirus-pirus, trinta-réis, maçaricos eo cisne-de-pescoço-preto (Cygnus melanocoryphusos).

    Dentre os mamíferos podem ser avistados graxains, tatus, pequenos roedores e, entre os meses de julho e outubro, a baleia franca migrando para Santa Catarina.

    Trazidos pelas correntes marinhas não é raro se encontrar nas areias da praia tartarugas marinhas, pinguins e mesmo lobos-marinhos, confome a época do ano. A Mata de Restinga, os banhados e as dunas completam as atrações da unidade.

    O Parque não dispõe de infra-estrutura de visitação e é proibido acampar em sua área. Muito interessante é o passeio pela orla do mar ou da Lagoa dos Patos, nas proximidades do parque, onde podem ser encontrados vestígios de diversos naufrágios e faróis que registram o grande perigo para os navegantes nesta parte do Rio Grande do Sul. Dentre eles destacam-se o Farol de Mostardas e o Farol da Solidão na orla do Atlântico, e o Farol Cristóvão Pereira e o Farol Capão da Marca, às margens da Lagoa dos Patos.

    lagoa3

    A Lagoa do Peixe está situada no litoral sul do estado do Rio Grande do Sul, no istmo formado pela Lagoa dos Patos e oOceano Atlântico, no território do município de Tavares, com seus extremos em 31º26′ S, 51º10′ W e 31º14’S, 50º54’W. Tecnicamente uma laguna, – pois tem um canal de comunicação com o mar durante a maior parte do ano – o espelho d’água de 35 km de extensão é ponto de encontro e verdadeiro “restaurante” para grandes concentrações de aves migratórias do hemisfério Norte (no verão) e Sul (no inverno), dentre elas as capororocas (Coscoroba coscoroba), osflamingos (Phoenicopterus ruber), os biguás, os maçaricos-de-peito-vermelho, as gaivotas, os talha-mares, os pirus-pirus, os trinta-réis, os maçaricos e o cisne-de-pescoço-preto (Cygnus melanocoryphus). Dentre os mamíferos podem ser avistados graxains, tatus e pequenos roedores.

    Não só as aves se alimentam dos frutos da lagoa, também os pescadores da região praticam a pesca do camarão-rosa (Farfantepenaeus paulensis), na época da safra, com licenças de pesca concedidas pelo IBAMA.

    Espero que estejam gostando pois, é extremamente importante terem conhecimento destas áreas de proteção  para quem sabe programarem um belo passeio e terem imagens e uma visão muito bonita desta áreas protegidas mesmo que precariamente pelo nosso governo Federal.

     

    Compartilhar:

  • Parque Nacional da Serra Geral

    O Parque Nacional da Serra Geral, no Sul do Brasil, foi formado a partir de intensas atividades vulcânicas que aconteceram há milhões de anos, em sucessivos derrames de lava que originaram o Planalto Sulbrasileiro

    Postado dia 10 de maio de 2016 às 08h em Educação e Cidadania

    parque

    Foto: Reprodução/Internet – Visão aérea do Parque Nacional da Serra Geral

    O mais novo parque nacional é uma continuação do Parque Nacional dos Aparados da Serra. Seu Bioma compreende as Floresta Atlântica e Floresta com Araucária, sua área é de 17.300 hectares, cujo decreto de criação foi o de nº 53 em 20.05.1992.

    Esta Unidade de Proteção Integral está localizada nos municípios de Cambará do Sul e São Francisco de Paula, no nordeste do Rio Grande do Sul, Praia Grande e Jacinto Machado, no sudeste de Santa Catarina.

    Apresenta um relevo acidentado, com formação de paredões, cachoeiras e cânions, como o da Fortaleza, que tem 500 metros de altura.

    A  vegetação do parque é composta por Floresta de Araucária, Floresta Atlântica e campos de altitude. Apresenta uma grande variedade de espécies vegetais, como o palmiteiro, canelas, Pinheiro-do-Paraná entre outras variedades. De sua fauna, destacam-se o lobo-guará, o veado-campeiro, o bugio, a jaguatirica, aves como o papagaio-de-cara-roxa, a siriema, o gavião-tesoura e a gralha-azul. Por ser um parque novo, ainda falta um levantamento completo de espécies vegetais e animais. O acesso é feito a partir de Porto Alegre, seguindo por asfalto (RS-020) em direção a Taquara, São Francisco de Paula, Tainhas, Cambará do Sul e, por estrada de terra, até o parque, ou ainda por Santa Catarina, pela BR-101, pouco antes da divisa com Rio Grande do Sul.

    Sua administração cabe atualmente Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    parque 7

    Seu relevo  sul catarinense é acentuado, com montanhas e vales profundos recortando a borda do planalto. O lado gaúcho é caracterizado por coxilhas suaves e vales rasos. Sem transição, as ondulações suaves dão lugar a paredões verticais e rochas basálticas. Com 950 m de altitude média, nos dias claros é possível avistar o oceano Atlântico, desde as bordas dos desfiladeiros, bem como diversas cidades próximas da costa, como Praia Grande ou Torres, no Rio Grande do Sul.

    Formado a partir de intensas atividades vulcânicas havidas há milhões de anos, sucessivos derrames de lava vieram originar o Planalto Sulbrasileiro, coberto por campos limpos, matas de araucárias e inúmeras nascentes de rios cristalinos. Ao leste, este imenso platô é subitamente interrompido por abismos verticais que levam à região litorânea, daí originando-se o nome de Aparados da Serra. Em alguns pontos, decorrentes de desmoronamentos, falhas naturais da rocha e processos de erosão, encontram-se grandiosos desfiladeiros, dentre os quais os mais conhecidos: o Churriado, o Malacara e o Fortaleza.

    O clima é mesotérmico brando super úmido sem seca. As temperaturas médias anuais estão entre 18 a 20 °C, com máxima absoluta de 34 a 36 °C e mínima absoluta de -4 a -8 °C. A pluviosidade varia entre 1 500 e 2 000 mm anuais.

    Em sua flora coexistem na área a Floresta de Araucária, Campos e a Floresta Pluvial Atlântica, assim como as zonas de transição entre elas. Na Floresta de Araucária destacam-se: o pinheiro-do-paraná, a aroeira, o carvalho, a caúna e o pinheirinho-bravo. Nos Campos predominam as gramíneas. Na Floresta Pluvial Atlântica encontram-se várias espécies como: a maria-mole e a cangerana.

    O interior dos cânions, que sem qualquer transição adentram o planalto rasgando os campos de altitude, é revestido de mata pluvial tropical de folhas perenes, a qual originalmente ocupava toda a encosta da Serra Geral.

    Suas escarpadas e verticais encostas de basalto apresentam uma coloração de tons amarelados resultantes dos líquens e da vegetação de ervas e pequenos arbustos que alternam-se com a rocha nua. Já na borda dos cânions, encontra-se a mata nebular de altitude, crescendo sobre solo úmido e turfoso, recebendo esse nome por se encontrar em local onde é freqüente a formação de nevoeiros denominados de “viração”, que se elevam da região da planície costeira, criando condições de alta umidade. Também encontra-se neste ambiente úmido e rochoso a Gunnera manicata, espécie vegetal com folhas enormes, de até 1,5 metro de diâmetro e que, além dos Aparados da Serra, é encontrada nas florestas andinas, especialmente ao sul do Chile. Também característica da região é a flor-símbolo do Rio Grande do Sul: a “brinco-de-princesa”.

    parque 10

    Sua fauna local é silvestre  é rica e constituída por espécies raras e que poucos sabem existirem no Brasil, como o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), a suçuarana ou leão-baio (Felis concolor), o graxaim-do-mato e o veado-campeiro (Ozotocerus bezoarticus), além de raposas, gambás, tatus e bugios. Dentre as aves encontramos a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus), o papagaio-charão, periquitos, perdizes, codornas e marrecas, além do típico quero-quero (Vanellus chilensis), ave-símbolo do pampa gaúcho. O gavião-pato (Spizaetus tirannus) e a águia-cinzenta (Harpyhaliaetus coronatus) podem ser eventualmente avistados em áreas de difícil acesso e se encontram ameaçados de extinção. Encontram-se também ofídios peçonhentos.

    Sua visitação é possível sendo o mês de janeiro o mais quente, com médias entre 20 a 22°C; junho e julho são os meses mais frios, com a temperatura atingindo a marca de 0°C. Em função desta variação de temperatura, o visitante pode escolher a melhor época para conhecer o parque. Em função do clima de montanha as condições do tempo podem mudar rapidamente em qualquer época do ano, sendo comum temperaturas inferiores a 10°C em pleno verão.

    Compartilhar:

  • Tupinambas – origem e etnia indígena

    Em sentido diverso, o tupinólogo Eduardo de Almeida sugere a etimologia "todos da família dos tupis ", através da junção de tupi (tupi), anama (família) e mbá (todos).

    Postado dia 3 de maio de 2016 às 08h em Educação e Cidadania

    tupinamba

    Índios Tupinambas – região do Saul da Bahia – Monte Pascoal

    Tupinambá é o nome de um povo indígena brasileiro que, por volta do século XVI, habitava duas regiões da costa brasileira: a primeira ia desde a margem direita do Rio São Francisco até o Recôncavo Baiano;  a segunda ia do Cabo de São Tomé, no atual estado do Rio de Janeiro, até São Sebastião, no atual estado de São Paulo. Este segundo grupo também era chamado de tamoio. Compunham-se de 100.000 indivíduos. Eram a nação indígena mais conhecida da costa brasileira pelos navegadores europeus do século XVI.  Atualmente, o principal grupo tupinambá reside no sul do estado da Bahia: são os tupinambás de Olivença.

    Apesar de terem raízes comuns, as diversas tribos que compunham a nação tupinambá lutavam constantemente entre si, movidas por um intenso desejo de vingança que resultava sempre em guerras sangrentas em que os prisioneiros eram capturados para serem devorados em rituais antropofágicos. Autores como o alemão Hans Staden ( “História verdadeira e descrição de uma terra de selvagens…” ) e os franceses Jean de Léry ( “História de uma viagem feita à terra do Brasil” ) e André Thevet ( “As singularidades da França Antártica…”), todos do século XVI, além das cartas jesuíticas da época, nos dão notícias muito precisas acerca de quem eram e de como viviam os índios tupinambás.

    Sua etimologia é descrita pelo  escritor Eduardo Bueno, baseado em Teodoro Sampaio, diz que “Tupinambá” é oriundo do termo tupi  tubüb-abá, que significa “descendentes dos primeiros pais” , através da junção dos termos tuba (pai), ypy (primeiro) e abá (homem). Em sentido diverso, o tupinólogo Eduardo de Almeida sugere a etimologia “todos da família dos tupis “, através da junção de tupi (tupi), anama (família) e mbá (todos).

    Apesar de terem raízes comuns, as diversas tribos que compunham a nação tupinambá lutavam constantemente entre si, movidas por um intenso desejo de vingança que resultava sempre em guerras sangrentas em que os prisioneiros eram capturados para serem devorados em rituais antropofágicos.

    Em todas as tribos tupis, eram comuns as referências a “heróis civilizadores”, como chama Alfred Metraux em seu livro “A Religião dos Tupis”. Esses heróis eram divindades que haviam criado ou dado início à civilização indígena (Meire  Humane e Pae  Zomé — mito ameríndio comum em toda a América Meridional ). Também era comum a intercessão dos pajés junto aos espíritos através do uso dos maracás, chocalhos místicos cujo uso era obrigatório em qualquer cerimônia.

    Os tupinambá da região sudeste do Brasil  tinham um vasto território, que se estendia desde o rio Juqueriquere, em São Sebastião e Caraguatatuba, no estado de São Paulo, até o Cabo de São Tomé, no estado do Rio de Janeiro. O grosso da nação tupinambá localizava-se na Baía da Guanabara e em Cabo Frio c, onde fabricavam o gecay, que era a mistura de sal e pimenta que os índios vendiam aos franceses (chamados pelos tupis de maíra, nome originário de Meire Humane), com os quais se aliaram quando estes estabeleceram na Baía de Guanabara.

    mapa tupinamba

    Demonstração da distribuição da etnia tupinambás na costa brasileira desde Rio Grande até a Ilha de Marajó no extremo norte do país. No século XVI.

     Confederação dos Tamoios

    As tentativas de escravização dos índios para servirem nos engenhos de açúcar no núcleo vicentino levaram à união das tribos numa confederação sob o comando de Cunhambebe chamada de “Confederação dos Tamoios”, englobando todas as aldeias tupis desde o Vale do Paraíba Paulista até o Cabo de São Tomé, com invejável poderio de guerra. É nesse ínterim que Nóbrega e Anchietateriam sido levados por José Adorno de barco até Iperoig (atualUbatuba), para tentar fazer as pazes com os índios. Segundo a tradição, Nóbrega voltou até São Vicente com Cunhambebe e o padre José de Anchieta ficou cativo dos tupis em Ubatuba. Nesse período, ele teria escrito o “Poema da Virgem”. Fatos lendários e fantásticos teriam ocorrido nesta época do cativeiro, como o milagre de Anchieta: levitar entre os índios, que horrorizados, queriam que ele dali se retirasse pois pensavam tratar-se de um feiticeiro.

    Seja como for, os padres, com muita diplomacia, conseguiram desmantelar a Confederação dos Tamoios, promovendo aPaz de Iperoig, o primeiro tratado de paz das Américas. Diz-se que, depois de feitas as pazes, Nóbrega advertiu os índios de que, se voltassem atrás na palavra empenhada, seriam todos destruídos, profecia que, de fato, se concretizou.

    Quando os portugueses atacaram os franceses do Rio de Janeiro, estes pediram ajuda aos índios, que acudiram a seus aliados. Isto levou ao extermínio dos tupinambás que moravam em aldeias em torno da Baía da Guanabara, na segunda metade do século XVI.

    Os que conseguiram se salvar foram os que se embrenharam nos matos com alguns franceses e os índios tupis de Ubatuba que, para não ajudarem os irmãos do Rio e não correrem riscos, ou se embrenharam nos matos ou foram assimilados pelos colonos em Ubatuba, gerando a atual população caiçara daquela região, assim como a população cabocla do Vale do Paraíba.

    Contudo, o golpe fatal aos tupis foi o ataque ao último reduto francês em Cabo Frio, com a destruição de todas as aldeias. Tudo destruído com fogo e passado ao “fio da espada”.

    Por esses motivos e por algumas declarações que denotariam, em tese, conivência com o extermínio indígena, é que o padre José de Anchieta tem sido considerado muito polêmico até os dias atuais, embora, noutras oportunidades, tenha declarado que se entendia melhor com os índios do que com os portugueses.

    Indios Tupinambas – região do Saul da Bahia – Monte Pascoal

    Indios Tupinambas – região do Saul da Bahia – Monte Pascoal

    Este artigo tem a finalidade de mostrar um pouco da maior etnia indígena que habiotu o nosso Brasil desde o nosso descobrimento. È um pequeno resumo de sua história ou da nossa história porque queiramos ou não temos alguns laços fraternos ligados a eles e não podemos de forma nenhuma desconsiderar esta hipótese. Agora eu pergunto aos senhores : Vocês já tiveram este tipo de visão, se quiserem devem se aprofundar em outras literaturas indígenas mais aprofundadas para melhor entender a nossa origem e a origem dos povos brasileiros desde a nossa descoberta em 1500.

    Bons fluidos positivos a todos que quiserem se aprofundar neste tema, digo e afirmo que vale muito a pena, irão aprender e ter uma noção das nossas origens e de outras etnias indígenas aos quais fazemos parte em sua essência.

     

    Compartilhar:

  • Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Itutinga Pilões

    Conheça uma área que está bem próxima de nossas residências e tão pouco sabemos à respeito!

    Postado dia 26 de abril de 2016 às 07h em Educação e Cidadania

    serra

    Foto: Tucano de bico verde da Serra do Mar

    Ele foi criado em 1977, maior Unidade de Conservação do Estado de São Paulo, passagem dos portugueses desde o descobrimento, principal acesso do litoral até o planalto. Foi palco da construção das rodovias e instalação do Pólo Industrial de Cubatão, com vilas operárias que existem até hoje.

    O núcleo principal do parque estadual possui grande riqueza ecológica, com espécies endêmicas e importância histórica e cultural devido aos monumentos, ruínas e histórias do uso da região desde a época da colonização, com trilhas interpretativas, incluindo aí a estrada velha de Santos e arredores.

    A UC localiza-se entre as duas regiões metropolitanas (São Paulo e Baixada Santista) e é cortada pelas rodovias do Sistema Anchieta e possui bairros no entorno, alguns inseridos dentro dos limites do parque.

    O acesso é feito através da Via Anchieta (pista sul), km 49 ou rodovia Imigrantes, km 56 – balança. Ambas as entradas dão acesso à estrada de serviço onde há sinalização da entrada do parque.

    Municípios abrangidos pelo parque estadual da Serra do Mar: Cubatão, São Bernardo do Campo, São Vicente, Bertioga, Santos, Praia Grande, Santo André, Mogi das Cruzes, Biritiba Mirim e São Paulo.

    Área da Unidade de Conservação é de: 115.000 hectares. 

    Endereço da sede: Estrada Elias Zarzur, Km 8 s/nº – Cubatão -SP.

    Telefones para visitas e monitoramento estudantil: (13) 3361 8250 -Polo Ecoturistico Caminhos do Mar – (11) 3333-7666, Site: www.fphesp.org.br/caminhos

    E-mail da UC para contatos: pesm.itutingapiloes@fflorestal.sp.gov.br

    Nome do Gestor

    Patricia Cristiane Camargo Rodrigues

     

    Capacidade de sala de conferência e palestras estudantis: 60 Pessoas

    Centro de Visitantes: Sim

    Principais Ecossistemas Representados : Mata Atlântica

    Principais espécies de fauna e flora:

     

    Fauna: tucano-do-bico verde, tucano-do-bico-preto, onça parda, anta, araçari-poca, surucuá, gavião-pombo, veado-campeiro, macaco-prego, macaco muriqui, gato morisco, macaco bugio, tatu, jararaca, jararacussu, cobra-d´água.

    Flora: manacá-da-serra, embaúba, palmito-juçara, ingazeiro, helicônia, carobinha, figueira, bromélias, quaresmeira, pau-cigarra, guanandi, gerivá, guapuruvú, araticum, mulungu, Cambuci.

    Principais Programas em Andamento: Gestão, Proteção e Fiscalização, Educação Ambiental, Uso Público e Interação Sócio-ambiental.

    Vale a pena para instituições educacionais realizarem uma visita monitorada para conhecimento de uma área que está bem próxima das nossas residências e tão pouco sabemos à respeito. Pessoal, eu os convido para conhecer este lugar lindíssimo e pouco conhecido pelas pessoas da região da grande São Paulo e  ABC paulista. É imperdível. Eu recomendo.

     

     

    Compartilhar:

  • Represa Billings – Origem

    A represa Billings é um dos maiores e mais importantes reservatórios de água da região metropolitana de São Paulo e faz limite com a bacia hidrográfica da Guarapiranga e, ao sul, com a serra do mar. Seus principais rios e córregos formadores são o Rio Grande e ou Rio Jurubatuba.

    Postado dia 14 de abril de 2016 às 07h em Educação e Cidadania

    represa billings

    Foto: Reprodução/Internet

    A represa foi idealizada nas décadas de 1930 e 1940 pelo engenheiro Billings , um dos empregados da extinta concessionária de energia elétrica Light, daí o nome. Inicialmente, a represa tinha o objetivo de armazenar água para gerar energia elétrica para a Usina Hidréletrica Henry Borden em Cubatão.

    Em função do elevado crescimento populacional e industrial da Grande São Paulo ter ocorrido sem planejamento, principalmente ao longo das décadas de 1950 a 1970, a represa Billings possui pequenos trechos poluídos com esgotos domésticos, industriais e metais pesados. Apenas os braços Taquecetuba e Riacho Grande são utilizados para abastecimento de água potável pela sabesp, às águas de São Paulo, Santo André, São Bernardo e Diadema.

    A pesca amadora é muito praticada, devido às espécies de peixes encontradas,como tilápias, lambaris, carpas húngaras e traíras, entre outras.

    Por volta de 1910, o engenheiro Walter Charnley escolheu na Serra do Mar as escarpas de 640 m do Tapapanhaú, que deságua em Bertioga, como local de um grande projeto de geração de energia.

    Em 1923, o engenheiro americano Asa White Kenney Billings preferiu que fosse represado o Rio Grande ou Jurubatuba e desviar as águas através de um canal chamado Summit Control para o Córrego das Pedras, com curso serra abaixo.

    Em 1925, a Light iniciou a construção do dique do Rio das Pedras e, em 1937, do Rio Grande. O projeto foi ampliado e em 1949, foi planejado o novo reservatório (rebatizado de Billings) que receberia todas as águas do Alto Tiete..

    No início dos anos de 1980, foi construído uma barragem que separa o braço do Rio Grande do corpo principal do reservatório. Desde o ano de 2000, há uma nova captação em um dos braços mais ao sul, denominado Taquacetuba.

    Rio Jurubatuba ou Rio Grande é um rio situado na zona sul da cidade de São Paulo Ele nasce a partir no município de Rio Grande da Serra e tem seu término, foz, no encontro com o Rio Guarapiranga, dando origem ao Rio Pinheiros, um dos maiores e mais importantes rios da cidade. O represamento de suas águas forma a Represa Billings.

    Alguns de seus afluentes são o Rio Pequeno, o Rio das Pedras, o Ribeirão Pires, que dá nome à cidade homônima, entre outros.

    Compartilhar:

Página 1 de 212