Afinal de contas, como fazer um modelo de negócio?

Como desenvolver o modelo de nove blocos Canvas para construir seu negócio

Postado dia 15/01/2016 às 00:00 por Liszeila Martingo

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O modelo de nove blocos desenvolvido por Alexander Osterwalder e seus 200 colaboradores trouxe diversas contribuições para a construção de negócios, sejam eles iniciantes ou tradicionais. Seu objetivo é auxiliar a pensar novos negócios ou novos produtos ou novos métodos, além de descrever como as organizações criam, entregam e capturam valor.

Quando se inicia a montagem da “tela” podemos enxergar o encaixe estratégico entre as diversas áreas da empresa, o que torna o entendimento do negócio mais facilitado. Assim, as empresas não precisam esperar a hora para inovar, para se preparar para a competição não esperada, para a mudança do consumidor, para novas maneiras de se organizar, para novos significados que os consumidores atribuam a seus serviços ou produtos. Elas têm de movimentar antes. Elas são criadas para resolver problemas. Precisam se antecipar!

À medida que se desenha, já se pode criar um protótipo ou uma simulação do que se pretende explorar. E dessa forma, buscar informações sobre a ideia que se desenhou com aqueles que são diretamente ligados ao uso da solução (clientes) e aos que tem os recursos para desenvolvê-lo (fornecedores e funcionários).

A prática de se envolver pessoas para “experimentar” seu protótipo faz delas co-criadoras do negócio, em função de sua contribuição para a evolução do que se pretende criar. E nesses momentos surgem as inovações! Ah! A inovação… conceito diretamente ligado ao Mercado. Ou seja, ser inovador é ser consumido ou utilizado pelo Mercado. Caso contrário, será mais um invento para cair no esquecimento.

Essa contribuição é o que destaca essa metodologia das outras… o resgate do consumidor… A Gestão da Qualidade nos mostra o princípio de “foco no cliente”. E as diversas formas de se identificar o que ele deseja, precisa ou necessita. Com o CANVAS, esse resgate se torna claro… ao buscar definir o público-alvo, as propostas de valor (atribuições ou benefícios) e, consequentemente, definir qual protótipo a ser testado! Essa ação evidencia a pro-atividade de uma empresa tradicional ou das surpreendentes startup’s!

 

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Liszeila Martingo

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