A energia possível para a manutenção da vida

A importância de uma alimentação correta e as práticas da meditação Mindfulness, mente, equilíbrio e felicidade

Postado dia 11/12/2015 às 00:00 por Claudio Bergamo

 

gluten

Precisei chegar ao meu limite para mudar as práticas alimentares erradas que praticava; o click da mudança custou caro para mim. Nunca fui obeso, pratiquei esporte, comia bem, ou pensava que comia. Mantive meu peso durante anos, mas com o tempo me acomodei: comia pão, massas, arroz, feijão etc. Parecia que tudo estava certo. Habitualmente comia pouco verde, saladas legumes, e muita fruta. Estava tudo errado.

Sabem o que é frutose? Nada mais nada menos do que açúcar direto no sangue, é o fim da linha: diabetes. O que aprendi é que os açúcares e glúten não fazem o bem que pensamos, fazem muito mal. Recomendo a todos o livro O Perigo do Glúten, do doutor James Braly, leitura obrigatória e bem fundamentada, que aborda entre outras coisas as intoxicações que o glúten pode causar.

Quando nos alimentamos, sabe aquele pãozinho nosso de cada dia, espaguete, pizza, etc, começam um encadeamento alimentar errado sem fim. Eu estava pré-diabético, sono ruim, coração acelerado, ansioso, inseguro e às vezes agitado. A família não entendia o que acontecia comigo. Foi quando meu filho e minha esposa prontamente me aconselharam a parar com o glúten de forma gradual e efetiva; Resisti muito e muito. Fiquei na defesa, eles estavam certos, foi então que cedi, minha vida estava em jogo. Comecei a transição alimentar.

Zero massas, zero frutas, zero açúcar, retomei a alimentação correta, carnes, peixes, ovos, gorduras boas, manteiga, azeite,  e verde, muito verde; Lentamente fui me recuperando por 12 meses praticamente . Foi difícil, cheguei a sonhar algumas noites que estava comendo pão, um verdadeiro pesadelo. Acordava assustado, como se tivera feito algo errado, talvez o tal sentimento de culpa. Conclui que estava dependente do glúten, era assim que me sentia, como um dependente químico, sintomas físico-emocionais. Aquilo dos quais não podemos ficar sem, uma pena… Sabe aquela barriguinha que todos temos e nunca gostamos de ver, pois é. Estão lá instalados os efeitos aparentes de glúten.

Na realidade, os efeitos do glúten no nosso organismo geram uma dependência grave; O organismo se defende o tempo todo, uma batalha onde alguém será o vencedor.

Ficamos intoxicados lentamente ao longo vida, seus reflexos são lentos, aumento da glicemia, entre tantas outras síndromes metabólicas geradoras de diversas patologias alimentares e psicológicas.

Conclusão: Até este momento, superei algumas dificuldades, que chamo de maus hábitos e deficiência de informação; Procure a boa informação sobre como se alimentar melhor e, ao mesmo tempo, um bom médico, de preferência especialista em nutrição, com certeza você será bem assistido, podendo tirar dúvidas e encarar as questões emocionais e psicoculturais que envolvem nossos hábitos alimentares.

Então, o que é o corpo? O que é a mente?

Para que tenhamos um entendimento maior e melhor sobre nós mesmos é preciso que a energia necessária para a manutenção da vida esteja condicionada a busca do autoconhecimento e as práticas da MEDITAÇÃO, COMO CIÊNCIA DA MENTE, compreendendo seus fenômenos, suas causas, dilemas e soluções.

Mente e corpo podem trabalhar em acordo quando obtemos informações esclarecedoras, reconhecendo nossas contradições e aceitando que é preciso mudar, mudar para transformar, identificar os excessos, os fracassos, as tentativas e erros.

É isso mesmo, tentativa e erro e a busca dos efeitos terapêuticos das práticas da meditação ou Mindfulness, que podemos praticar em casa, no trabalho, na rua ou em qualquer lugar, em busca da saúde e da felicidade.

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Sobre o Autor

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Claudio Bergamo

Consultor Corporativo, Coach, Psicólogo, Psicoterapeuta, Professor e palestrante e diretor cultural.

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